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4123917 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

No âmbito das boas práticas de fabricação de produtos de origem animal, é um dos pilares fundamentais que devem obrigatoriamente integrar a descrição de cada programa de autocontrole (PAC)

I o monitoramento.

II a verificação.

III a auditoria externa.

IV a calibração de equipamentos.

Estão certos apenas os itens

 

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Conforme a Lei n.º 6.938/1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), constitui instrumento da PNMA

I o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

II o zoneamento ambiental.

III o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e(ou) utilizadoras dos recursos ambientais.

IV a instituição do relatório de qualidade do meio ambiente (RQMA).

Estão certos apenas os itens

 

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A respeito do funcionamento e de características técnicas do GPS, amplamente utilizado em atividades de geoprocessamento, monitoramento ambiental e levantamento de campo, julgue os itens a seguir.

I As coordenadas obtidas pelo GPS são originalmente referenciadas ao sistema geodésico WGS84.

II Para determinar a posição de um ponto na superfície terrestre, são necessários, no mínimo, dois satélites de navegação no horizonte.

III A constelação do GPS é atualmente composta por quatro órbitas, cada qual com 24 satélites de navegação, garantindo cobertura contínua de toda a superfície terrestre.

IV A atmosfera interfere na precisão do posicionamento por GPS.

Estão certos apenas os itens

 

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Texto CG1A1

O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.

A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.

As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.

Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura — um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.

O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.

A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.

A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.

Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.

Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.

Internet: www.creasp.org.br (com adaptações)

No trecho “a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos” (primeiro período do oitavo parágrafo do texto CG1A1), a expressão “a educação ambiental e técnica” exerce a função sintática de

 

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Texto CG1A1

O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.

A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.

As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.

Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura — um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.

O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.

A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.

A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.

Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.

Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.

Internet: www.creasp.org.br (com adaptações)

A palavra “vulneráveis”, em “populações socialmente vulneráveis” (quarto período do sexto parágrafo do texto CG1A1), é empregada com o sentido de

 

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4123868 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

Após uma operação de enfrentamento ao tráfico de animais silvestres, órgãos ambientais apreenderam centenas de aves silvestres mantidas ilegalmente em cativeiro, provenientes de diferentes locais e com condições sanitárias desconhecidas. Parte dos animais apresentava fraturas, plumagem danificada, desidratação, sinais de contenção inadequada, além de indivíduos em óbito e juvenis com baixa responsividade.

Considerando-se a situação hipotética apresentada e a importância da cadeia de custódia em casos de crimes ambientais, é correto afirmar que a descrição detalhada do vestígio e da sua posição conforme foi encontrado corresponde à etapa de

 

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4123867 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

De acordo com o Plano nacional de contingência de desastres em massa que afetem a fauna, para o sucesso do resgate de animais silvestres em situações de emergências ambientais, deve-se

I realizar a avaliação do estado clínico dos animais somente após o resgate, em local seguro.

II conhecer o comportamento natural das espécies para efetuar seu resgate de forma eficaz e segura.

III determinar o tempo máximo de resgate para a espécie em questão.

IV definir o horário ideal para o resgate e a forma de transporte dos animais.

Estão certos apenas os itens

 

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4123866 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

Ainda em relação à inspeção federal de produtos de origem animal, é correto afirmar que um dos critérios a serem observados na elaboração dos planos amostrais é

I o número de estabelecimentos registrados no DIPOA.

II a classificação dos estabelecimentos em função do número de funcionários e receita brutal anual. I

II a distribuição geográfica dos estabelecimentos.

IV o histórico e os riscos associados a determinados grupos de estabelecimentos e de produtos.

Estão certos apenas os itens

 

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4123864 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

A crescente invasão de javalis no Brasil atingiu proporções alarmantes em 2025. Segundo dados do Sistema de Informação de Manejo de Fauna (SIMAF), operado pelo IBAMA, mais de 511 mil javalis foram abatidos entre janeiro e agosto de 2025, estabelecendo um novo recorde histórico de controle populacional da espécie.

Internet: <www.comprerural.com> (com adaptações).

Considerando o texto precedente e informações sobre vigilância e monitoramento sanitário de suídeos asselvajados, assinale a opção correta a respeito dos fatores eco-epidemiológicos que devem ser considerados para o controle e o monitoramento das populações de javalis (Sus scrofa) no Brasil.

 

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4123862 Ano: 2026
Disciplina: Veterinária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IPAAM

Suponha que uma agroindústria de mel de abelha que funciona sob inspeção municipal (SIM) deseje vender seus produtos para outros estados (comércio interestadual); exportar para outro país; e armazenar parte da produção em uma casa atacadista que recebe e estoca produtos de diferentes origens. Considerando essa situação hipotética e as disposições do RIISPOA, julgue os itens que se seguem.

I A inspeção e a fiscalização de estabelecimentos que realizem comércio interestadual ou internacional de produtos de origem animal são de competência do DIPOA/SIF.

II O comércio interestadual pode ser executado pelo serviço de inspeção do município, desde que haja reconhecimento, junto ao MAPA, da equivalência desse SIM ao sistema de inspeção federal (SIF).

III Para o comércio internacional pretendido, basta que o SIM obtenha equivalência ao SIF no SUASA, não sendo necessário que a agroindústria de mel esteja sob o SIF.

IV A fiscalização supletiva do MAPA contempla a reinspeção de casas atacadistas que recebam e armazenem produtos para comércio interestadual.

Estão certos apenas os itens

 

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