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Foram encontradas 346 questões.

1225658 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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A faculdade de aplicação de penalidades administrativas aos servidores da Administração Pública, quando preenchidos os requisitos legais, caracteriza o Poder:
 

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1225657 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Segundo a classificação elaborada pela doutrina e jurisprudência tradicionais do Direito Administrativo, são órgãos que compõem a Administração Indireta, EXCETO:
 

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1225656 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Marque a alternativa que indica somente pessoas jurídicas da Administração Indireta que tenham personalidade jurídica de direito privado:
 

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1225655 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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A criação de uma fundação pública, na estrutura da Administração Pública, representa o instituto jurídico da
 

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1225654 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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A utilização do concurso público nas seleções realizadas pela Administração Pública, além de obedecer ao princípio da moralidade, condiz, principalmente, com o princípio
 

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1225653 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Sobre a fiscalização da atividade de leiloeiro público, assinale o CORRETO
 

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1225652 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas

mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana

está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto

caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade.

Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de

coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a

chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse – guerra, fome, pestilência e morte – parece deixá-lo

animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem

emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040,

o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando

em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing

(deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que

milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para

onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra

entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa,

virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para

cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá,

Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas como a

América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais

prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a

organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock

escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranquilamente sobre as

cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa

por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases

responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é

considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde",

ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção”.

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem

devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as ideias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um

aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento

ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida

como Gaia - a ideia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo". Essa

visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na

Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais

inovadoras e rebeldes da atualidade". [...]

[Segmento de: “Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista” - Por Jeff Goodell (http://rollingstone.uol.com.br - acessado em: 27/01/2015)]

Leia com atenção as seguintes frases: I. Apesar das previsões de que haveria seca, choveu bastante naquele ano. II. A imprensa chamou ao meteorologista de louco, tão logo ele divulgou o prognóstico climático para o trimestre. III. Lovelock tem ideias com que nem toda a comunidade científica concorda. Observando-se a regência das frases acima transcritas, podemos afirmar que:
 

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1225651 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas

mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana

está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto

caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade.

Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de

coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a

chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse – guerra, fome, pestilência e morte – parece deixá-lo

animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem

emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040,

o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando

em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing

(deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que

milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para

onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra

entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa,

virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para

cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá,

Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas como a

América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais

prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a

organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock

escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranquilamente sobre as

cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa

por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases

responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é

considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde",

ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção”.

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem

devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as ideias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um

aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento

ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida

como Gaia - a ideia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo". Essa

visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na

Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais

inovadoras e rebeldes da atualidade". [...]

[Segmento de: “Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista” - Por Jeff Goodell (http://rollingstone.uol.com.br - acessado em: 27/01/2015)]

Assinale, dentre as frases que se seguem, aquela em que está CORRETO o acento indicativo da crase:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1225650 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas

mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana

está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto

caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade.

Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de

coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a

chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse – guerra, fome, pestilência e morte – parece deixá-lo

animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem

emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040,

o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando

em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing

(deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que

milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para

onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra

entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa,

virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para

cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá,

Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas como a

América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais

prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a

organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock

escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranquilamente sobre as

cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa

por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases

responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é

considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde",

ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção”.

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem

devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as ideias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um

aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento

ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida

como Gaia - a ideia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo". Essa

visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na

Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais

inovadoras e rebeldes da atualidade". [...]

[Segmento de: “Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista” - Por Jeff Goodell (http://rollingstone.uol.com.br - acessado em: 27/01/2015)]

Atentando para as normas da concordância nominal, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1225649 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas

mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana

está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto

caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade.

Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de

coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a

chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse – guerra, fome, pestilência e morte – parece deixá-lo

animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem

emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040,

o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando

em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing

(deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que

milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para

onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra

entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa,

virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para

cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá,

Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas como a

América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais

prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a

organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock

escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranquilamente sobre as

cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa

por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases

responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é

considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde",

ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção”.

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem

devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as ideias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um

aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento

ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida

como Gaia - a ideia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo". Essa

visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na

Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais

inovadoras e rebeldes da atualidade". [...]

[Segmento de: “Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista” - Por Jeff Goodell (http://rollingstone.uol.com.br - acessado em: 27/01/2015)]

Com base no texto acima transcrito, julgue as afirmações feitas a seguir: I. De acordo com Lovelock, nos próximos anos os exércitos do Saara invadirão a Europa. II. Segundo o autor da teoria de Gaia, a desertificação do planeta provocará grandes movimentos migratórios entre o Ocidente e o Oriente. III. Para Lovelock, estratégias de desenvolvimento sustentável não serão suficientes para se livrar o planeta de uma grande catástrofe ambiental. IV. As previsões de Lovelock sobre o aquecimento global se baseiam em estudos sancionados pela Organização das Nações Unidas. V. O autor do texto considera que as previsões de Lovelock não seriam levadas a sério se partissem de outro cientista menos renomado. É(são) VERDADEIRA(S) a(s) afirmação(ções) contida(s) no(s) item(ens):
 

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