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Foram encontradas 540 questões.

4127200 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Enunciado 4654502-1

(https://www.eastbaytimes.com. Acesso em: 29.07.2024)

 

shields: escudos.

 

A partir da observação da charge, identifica-se o posicionamento do autor como sendo

 

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4127199 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia uma notícia sobre as Olimpíadas de 2024, sediadas em Paris.

Simone Biles draws A-list celebrity crowd at Paris Olympics

Brandon Livesay
28 July 2024

As Simone Biles eyes up a chance at another Olympic medal, a row of A-list celebrities are watching on.

The seven-time medallist is one of the most high profile athletes at the Olympics, and her stunning performance in the artistic gymnastics on Sunday drew celebrities like it was Paris Fashion Week.

Lady Gaga, Ariana Grande, Tom Cruise, American Vogue Editor-in-Chief Anna Wintour and Snoop Dogg were in the crowd to watch the American gymnast.

Biles is considered by many to be the GOAT of women’s gymnastics (the greatest of all time).

She was forced to pull out of several events at the Tokyo Olympics after suffering a disorientating mental block, and many wondered if she would compete again. Her return to the Olympics stage is a major drawcard, and Biles rewarded the crowd with a dazzling performance.

(https://www.bbc.com/news/. Acesso em: 29.07.2024)

 

drawcard: pessoa destacada que atrai muita atenção.

 

A notícia aborda Simone Biles, que é

 

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4127198 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a charge.

Enunciado 4654500-1

(https://www.instagram.com/lutecartunista. Acesso em 03.08.2024)

 

A charge apresenta uma crítica às pessoas que

 

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4127197 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Por 1895, não sei bem como, achei-me estudando Direito na Faculdade de Paris, ou melhor, não estudando. Vagabundo da minha mocidade, após ter tentado vários fins para a minha vida e de todos igualmente desistido – sedento de Europa, resolvera transportar-me à grande capital. Logo me embrenhei por meios mais ou menos artísticos, e Gervásio Vila-Nova, que eu mal conhecia de Lisboa, volveu-se-me1 o companheiro de todas as horas. Curiosa personalidade essa de grande artista falido, ouantes, predestinado para a falência.

 

Perturbava o seu aspecto físico, macerado2 e esguio. Os cabelos compridos, se lhe descobriam a testa ampla e dura, terrível, evocavam cilícios3, abstenções roxas; se lhe escondiam a fronte, ondeadamente, eram só ternura, perturbadora ternura de espasmos dourados e beijos sutis. Trajava sempre de preto, fatos4 largos, onde havia o seu quê de sacerdotal – nota mais frisantemente5 dada pelo colarinho direto, baixo, fechado. Não era enigmático o seu rosto – muito pelo contrário – se lhe cobriam a testa os cabelos ou o chapéu. Entanto, coisa bizarra, no seu corpo havia mistério – corpo de esfinge, talvez, em noites de luar. Aquela criatura não se nos gravava na memória pelos seus traços fisionômicos, mas sim pelo seu estranho perfil. Em todas as multidões ele se destacava, era olhado, comentado – embora, em realidade, a sua silhueta à primeira vista parecesse não se dever salientar notavelmente: pois o fato era negro – apenas de um talhe um pouco exagerado –, os cabelos não escandalosos, ainda que longos; e o chapéu, um bonet6 de fazenda – esquisito, era certo –, mas que em todo o caso muitos artistas usavam, quase idêntico.

 

Porém, a verdade é que em redor da sua figura havia uma auréola. Gervásio Vila-Nova era aquele que nós olhamos na rua, dizendo: ali, deve ir alguém.

(Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio. 2004. Adaptado)

Vocabulário:

1 transformou-se no meu.

2 sofrido.

3 túnicas, cintos ou cordões de crina, trazidos sobre a pele para mortificação ou penitência.

4 roupas.

5 marcadamente.

6 boné.

 

A reescrita de informações do texto que atende à norma- padrão de concordância nominal e de concordância verbal é:

 

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4127196 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Por 1895, não sei bem como, achei-me estudando Direito na Faculdade de Parisc, ou melhor, não estudando. Vagabundo da minha mocidade, após ter tentado vários fins para a minha vida e de todos igualmente desistido – sedento de Europa, resolvera transportar-me à grande capital. Logo me embrenhei por meios mais ou menos artísticosb, e Gervásio Vila-Nova, que eu mal conhecia de Lisboa, volveu-se-me1 o companheiro de todas as horas. Curiosa personalidade essa de grande artista falidod, ouantes, predestinado para a falência.

 

Perturbava o seu aspecto físico, macerado2 e esguio. Os cabelos compridos, se lhe descobriam a testa ampla e dura, terrível, evocavam cilícios3, abstenções roxas; se lhe escondiam a fronte, ondeadamente, eram só ternura, perturbadora ternura de espasmos dourados e beijos sutis. Trajava sempre de preto, fatos4 largos, onde havia o seu quê de sacerdotal – nota mais frisantemente5 dada pelo colarinho direto, baixo, fechado. Não era enigmático o seu rosto – muito pelo contrário – se lhe cobriam a testa os cabelos ou o chapéu. Entanto, coisa bizarra, no seu corpo havia mistério – corpo de esfinge, talvez, em noites de luar. Aquela criatura não se nos gravava na memóriaa pelos seus traços fisionômicos, mas sim pelo seu estranho perfil. Em todas as multidões ele se destacavae, era olhado, comentado – embora, em realidade, a sua silhueta à primeira vista parecesse não se dever salientar notavelmente: pois o fato era negro – apenas de um talhe um pouco exagerado –, os cabelos não escandalosos, ainda que longos; e o chapéu, um bonet6 de fazenda – esquisito, era certo –, mas que em todo o caso muitos artistas usavam, quase idêntico.

 

Porém, a verdade é que em redor da sua figura havia uma auréola. Gervásio Vila-Nova era aquele que nós olhamos na rua, dizendo: ali, deve ir alguém.

(Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio. 2004. Adaptado)

Vocabulário:

1 transformou-se no meu.

2 sofrido.

3 túnicas, cintos ou cordões de crina, trazidos sobre a pele para mortificação ou penitência.

4 roupas.

5 marcadamente.

6 boné.

 

O pronome destacado expressa sentido de posse em:

 

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4127195 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Por 1895, não sei bem como, achei-me estudando Direito na Faculdade de Paris, ou melhor, não estudandob. Vagabundo da minha mocidade, após ter tentado vários fins para a minha vida e de todos igualmente desistido – sedento de Europa, resolvera transportar-me à grande capital. Logo me embrenhei por meios mais ou menos artísticos, e Gervásio Vila-Nova, que eu mal conhecia de Lisboa, volveu-se-me1 o companheiro de todas as horas. Curiosa personalidade essa de grande artista falido, ouantes, predestinado para a falência.c

Perturbava o seu aspecto físico, macerado2 e esguio. Os cabelos compridos, se lhe descobriam a testa ampla e dura, terrível, evocavam cilícios3, abstenções roxas; se lhe escondiam a fronte, ondeadamente, eram só ternura, perturbadora ternura de espasmos dourados e beijos sutisa. Trajava sempre de preto, fatos4 largos, onde havia o seu quê de sacerdotal – nota mais frisantemente5 dada pelo colarinho direto, baixo, fechado. Não era enigmático o seu rosto – muito pelo contrário – se lhe cobriam a testa os cabelos ou o chapéu. Entanto, coisa bizarra, no seu corpo havia mistério – corpo de esfinge, talvez, em noites de luar. Aquela criatura não se nos gravava na memória pelos seus traços fisionômicos, mas sim pelo seu estranho perfil.d Em todas as multidões ele se destacava, era olhado, comentado – embora, em realidade, a sua silhueta à primeira vista parecesse não se dever salientar notavelmente: pois o fato era negro – apenas de um talhe um pouco exagerado –, os cabelos não escandalosos, ainda que longos; e o chapéu, um bonet6 de fazenda – esquisito, era certo –, mas que em todo o caso muitos artistas usavam, quase idêntico.

Porém, a verdade é que em redor da sua figura havia uma auréola. Gervásio Vila-Nova era aquele que nós olhamos na rua, dizendo: ali, deve ir alguém.e

(Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio. 2004. Adaptado)

Vocabulário:
1 transformou-se no meu.
2 sofrido.
3 túnicas, cintos ou cordões de crina, trazidos sobre a pele para mortificação ou penitência.
4 roupas.
5 marcadamente.
6 boné.

 

Poeta sempre e acima de tudo, inclusive nas obras em prosa, Sá-Carneiro plasmou pela primeira vez em Língua Portuguesa realidades até então insuspeitadas. Para tanto, violentou a ineficaz e espartilhante gramática tradicional e passou a usar uma sintaxe e um vocabulário novos, que lhe permitissem manipular fórmulas expressivas pessoais, plásticas, maleáveis e aptas a surpreender […] as sinestesias mais inusitadas, as associações mais inesperadas.

(Massaud Moisés. A literatura portuguesa. 1999. Adaptado)

Com base na análise apresentada, uma passagem do texto que exemplifica “as sinestesias mais inusitadas, as associações mais inesperadas” é:

 

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4127194 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Por 1895, não sei bem como, achei-me estudando Direito na Faculdade de Paris, ou melhor, não estudando. Vagabundo da minha mocidade, após ter tentado vários fins para a minha vida e de todos igualmente desistido – sedento de Europa, resolvera transportar-me à grande capital. Logo me embrenhei por meios mais ou menos artísticos, e Gervásio Vila-Nova, que eu mal conhecia de Lisboa, volveu-se-me1 o companheiro de todas as horas. Curiosa personalidade essa de grande artista falido, ouantes, predestinado para a falência.

Perturbava o seu aspecto físico, macerado2 e esguio. Os cabelos compridos, se lhe descobriam a testa ampla e dura, terrível, evocavam cilícios3, abstenções roxas; se lhe escondiam a fronte, ondeadamente, eram só ternura, perturbadora ternura de espasmos dourados e beijos sutis. Trajava sempre de preto, fatos4 largos, onde havia o seu quê de sacerdotal – nota mais frisantemente5 dada pelo colarinho direto, baixo, fechado. Não era enigmático o seu rosto – muito pelo contrário – se lhe cobriam a testa os cabelos ou o chapéu. Entanto, coisa bizarra, no seu corpo havia mistério – corpo de esfinge, talvez, em noites de luar. Aquela criatura não se nos gravava na memória pelos seus traços fisionômicos, mas sim pelo seu estranho perfil. Em todas as multidões ele se destacava, era olhado, comentado – embora, em realidade, a sua silhueta à primeira vista parecesse não se dever salientar notavelmente: pois o fato era negro – apenas de um talhe um pouco exagerado –, os cabelos não escandalosos, ainda que longos; e o chapéu, um bonet6 de fazenda – esquisito, era certo –, mas que em todo o caso muitos artistas usavam, quase idêntico.

Porém, a verdade é que em redor da sua figura havia uma auréola. Gervásio Vila-Nova era aquele que nós olhamos na rua, dizendo: ali, deve ir alguém.

(Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio. 2004. Adaptado)

Vocabulário:
1 transformou-se no meu.
2 sofrido.
3 túnicas, cintos ou cordões de crina, trazidos sobre a pele para mortificação ou penitência.
4 roupas.
5 marcadamente.
6 boné.

 

Com as informações do 2º parágrafo, conclui-se que o narrador- personagem

 

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4127193 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a tira.

 

Enunciado 4654495-1

(https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho/. Acesso em 29.07.2024)

 

Na situação apresentada, a resposta esperada do filho era relativa à

 

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4127192 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Mergulho na Amazônia urbana

 

Quando se fala em Amazônia, a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural composta pelos magníficos biomas amazônicos: igapós, terra firme, várzeas, campinas e os majestosos rios. Tudo isso é real e deve, sim, ser valorizado e preservado.

 

Mas há um lado da região pouco conhecido – a Amazônia urbana, assim como uma vasta população indígena morador dessas cidades.

 

Manaus (AM), com mais de 2 milhões de habitantes, e Belém (PA), com uma população de 1,3 milhão de pessoas, são as maiores cidades da região. Além dessas duas megacidades, a Amazônia abriga várias outras áreas urbanas de grande e médio porte espalhadas por essa vasta floresta.

 

Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manaus é a cidade com maior população de indígenas do país, com 71 713 pessoas que assim se identificam. Mas as cidades amazônicas não são um fenômeno somente do presente. Estudos recentes sobre a Amazônia pré-colonial revelam que comunidades indígenas pré-coloniais já praticavam formas de urbanismo, fazendo das indigeneidades urbanas um fenômeno ancestral; registram formas de urbanismo que agora estão sendo vislumbradas como alternativas ao modelo industrial para um futuro mais sustentável.

 

Esses estudos contribuem para uma mudança de paradigmas em nossa compreensão da Amazônia pré- colonial, nos afastando da perspectiva estereotipada condescendente da Amazônia indígena como composta por aldeias e acampamentos pequenos e efêmeros. Atualmente, as mídias sociais estão disseminando experiências dos indígenas urbanos, desafiando estereótipos e buscando reconhecimento e direitos. Esses influenciadores ressaltama continuidade da colonização e promovem a pluralidade das identidades indígenas.

 

(Ana Luiza Morais Soares, “Mergulho na Amazônia urbana”.

https://cienciahoje.org.br/artigo/mergulho-na-amazonia-urbana, julho de 2024. Acesso em: 03.09.2024. Adaptado)

 

Mantendo-se o sentido original do texto, nas passagens – … a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural…  – e – … nos afastando da perspectiva estereotipada condescendente da Amazônia indígena… –, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

 

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4127191 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Mergulho na Amazônia urbana

Quando se fala em Amazônia, a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural composta pelos magníficos biomas amazônicos: igapós, terra firme, várzeas, campinas e os majestosos rios. Tudo isso é real e deve, sim, ser valorizado e preservado.

 

Mas há um lado da região pouco conhecido – a Amazônia urbana, assim como uma vasta população indígena morador dessas cidades.

 

Manaus (AM), com mais de 2 milhões de habitantes, e Belém (PA), com uma população de 1,3 milhão de pessoas, são as maiores cidades da região. Além dessas duas megacidades, a Amazônia abriga várias outras áreas urbanas de grande e médio porte espalhadas por essa vasta floresta.

 

Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manaus é a cidade com maior população de indígenas do país, com 71 713 pessoas que assim se identificam. Mas as cidades amazônicas não são um fenômeno somente do presente. Estudos recentes sobre a Amazônia pré-colonial revelam que comunidades indígenas pré-coloniais já praticavam formas de urbanismo, fazendo das indigeneidades urbanas um fenômeno ancestral; registram formas de urbanismo que agora estão sendo vislumbradas como alternativas ao modelo industrial para um futuro mais sustentável.

 

Esses estudos contribuem para uma mudança de paradigmas em nossa compreensão da Amazônia pré- colonial, nos afastando da perspectiva estereotipada condescendente da Amazônia indígena como composta por aldeias e acampamentos pequenos e efêmeros. Atualmente, as mídias sociais estão disseminando experiências dos indígenas urbanos, desafiando estereótipos e buscando reconhecimento e direitos. Esses influenciadores ressaltama continuidade da colonização e promovem a pluralidade das identidades indígenas.

 

(Ana Luiza Morais Soares, “Mergulho na Amazônia urbana”.

https://cienciahoje.org.br/artigo/mergulho-na-amazonia-urbana, julho de 2024. Acesso em: 03.09.2024. Adaptado)

 

De acordo com as informações relativas aos estudos recentes sobre a Amazônia pré-colonial, conclui-se corretamente que a região

 

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