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González et al. (2017) criticam o modelo tradicional (tecnicista) de ensino dos esportes. Em contrapartida, os autores defendem abordagens focadas na compreensão tática. Sob essa ótica, qual é a justificativa metodológica e estrutural para a priorização de jogos modificados na iniciação aos esportes de invasão?
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O ensino das lutas e da capoeira na escola, enquanto componentes da Cultura Corporal de Movimento, exige uma abordagem que contemple a dimensão ética e histórica. Para evitar a desportivização reducionista desses conteúdos, o planejamento pedagógico deve:
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Ao abordar a ginástica e a dança no currículo da Educação Física, o professor enfrenta o desafio de articular o “saber-fazer” e o “saber-sobre”. Sob a perspectiva da Pedagogia Crítica (Bracht e Almeida, 2019), o risco de um linguicentrismo nessas práticas corporais manifesta-se quando:
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No processo de transformação didático-pedagógica do fenômeno esportivo na escola, a literatura crítica (Kunz, 2000; Bracht, 2019) propõe a superação do “esporte na escola” em favor do “esporte da escola”. Nesse sentido, a recontextualização pedagógica do esporte deve priorizar:
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A articulação entre o PPP (Veiga, 2002) e o Planejamento de Ensino (Vasconcellos, 2000) exige que o professor de Educação Física supere o ativismo (fazer por fazer). Para que o planejamento da disciplina seja transformador, ele deve ser concebido como:
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Vasconcellos (2000) define o planejamento como um processo de reflexão sobre a prática, estruturado em três momentos: Marco Referencial, Diagnóstico e Programação. Na elaboração de um Projeto de Ensino-Aprendizagem em Educação Física, a função do Marco Referencial é:
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Segundo Veiga (2002), o Projeto Político-Pedagógico (PPP) não é apenas um documento burocrático, mas um projeto de escola em constante construção. No contexto da Educação Física, ao buscar a democratização do ensino e a superação da exclusão, o PPP deve ser compreendido como:
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O problema da articulação é um desafio central para o futuro da pedagogia crítica da Educação Física. Segundo Bracht e Almeida (2019), a superação do dualismo entre linguagem e corpo implica:
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No que tange à normatividade e aos fundamentos da pedagogia crítica, Bracht e Almeida (2019) contrapõem as posições antifundacionista e fundacionista não representacionista. Qual das seguintes características define a perspectiva fundacionista não representacionista defendida pelos autores?
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Sobre o debate entre as pedagogias crítica e pós-crítica na Educação Física brasileira, Bracht e Almeida (2019) apresentam uma análise que questiona a rigidez dessa dicotomia. Com base no texto, assinale a alternativa que descreve corretamente o posicionamento dos autores sobre o status da crítica na contemporaneidade.
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