Foram encontradas 530 questões.
2246347
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Analise as afirmativas a seguir sobre Educação de Jovens e Adultos (EJA).
I. Os conhecimentos que os alunos e alunas trazem estão diretamente relacionados às suas práticas sociais. Essas práticas norteiam não somente os saberes do dia a dia, como também os saberes aprendidos na escola.
II. O saber cotidiano não é necessariamente um saber utilitário, desenvolvido para atender a uma necessidade imediata da pessoa. Pelo contrário, pode também se configurar em uma espécie de conhecimento que requer um afastamento, uma transcendência com relação ao seu objeto.
III. Os alunos buscam a escola para satisfazer necessidades particulares, para se integrar à sociedade letrada da qual fazem parte por direito, mas da qual não pode participar plenamente quando não domina a leitura e a escrita.
Está correto o que se afirma em:
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2246346
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Indique a assertiva que corresponde a um dos condicionantes para a manutenção do repasse dos recursos do Componente da Vigilância Sanitária.
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Um tanque de combustível de um automóvel flex, contém 40 litros de uma mistura de combustíveis, sendo 25% de álcool e o restante de gasolina.
A quantidade, somente de álcool, que se deve acrescentar no tanque para que o percentual de gasolina na nova mistura seja de 60% é:
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2246344
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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A estratégia de estudo epidemiológico que se caracteriza pela observação direta de determinada quantidade planejada de indivíduos em uma única oportunidade é denominada estudo(s):
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A proposta do Ministério da Saúde através do SUS, que sugere que o profissional de saúde desenvolva a capacidade de ajudar as pessoas, não só a combater as doenças, mas a transformar os indivíduos, de forma que a doença, mesmo sendo um limite, não o impeça de viver outras coisas na sua vida, chama-se:
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O arquivo com os documentos dos alunos matriculados no ano em curso e que permite a atualização de dados e informações é denominado:
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O Búfalo
Mas era primavera. Até o leão lambeu a testa glabra da leoa. Os dois animais louros. A mulher desviou os olhos da jaula, onde só o cheiro quente lembrava a carnificina que ela viera buscar no Jardim Zoológico. Depois o leão passeou enjubado e tranquilo, e a leoa lentamente reconstituiu sobre as patas estendidas a cabeça de uma esfinge. “Mas isso é amor, é amor de novo”, revoltou-se a mulher tentando encontrar-se com o próprio ódio mas era primavera e dois leões se tinham amado. Com os punhos nos bolsos do casaco, olhou em torno de si, rodeada pelas jaulas, enjaulada pelas jaulas fechadas. Continuou a andar. Os olhos estavam tão concentrados na procura que sua vista às vezes se escurecia num sono, e então ela se refazia como na frescura de uma cova.
Mas a girafa era uma virgem de tranças recém-cortadas. Com a tola inocência do que é grande e leve e sem culpa. A mulher do casaco marrom desviou os olhos, doente, doente. Sem conseguir — diante da aérea girafa pousada, diante daquele silencioso pássaro sem asas — sem conseguir encontrar dentro de si o ponto pior de sua doença, o ponto mais doente, o ponto de ódio, ela que fora ao Jardim Zoológico para adoecer. Mas não diante da girafa que mais era paisagem que um ente. Não diante daquela carne que se distraíra em altura e distância, a girafa quase verde. Procurou outros animais, tentava aprender com eles a odiar. [...]
“Eu te odeio”, disse ela para um homem cujo crime único era o de não amá-la. “Eu te odeio”, disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia. Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma? Andou pelo Jardim Zoológico entre mães e crianças. Mas o elefante suportava o próprio peso. Aquele elefante inteiro a quem fora dado com uma simples pata esmagar. Mas que não esmagava. Aquela potência que no entanto se deixaria docilmente conduzir a um circo, elefante de crianças. E os olhos, numa bondade de velho, presos dentro da grande carne herdada. O elefante oriental. Também a primavera oriental, e tudo nascendo, tudo escorrendo pelo riacho.
[...]
O búfalo voltou-se, imobilizou-se, e a distância encarou-a.
Eu te amo, disse ela então com ódio para o homem cujo grande crime impunível era o de não querê-la. Eu te odeio, disse implorando amor ao búfalo.
Enfim provocado, o grande búfalo aproximou-se sem pressa.
Ele se aproximava, a poeira erguia-se. A mulher esperou de braços pendidos ao longo do casaco. Devagar ele se aproximava. Ela não recuou um só passo. Até que ele chegou às grades e ali parou. Lá estavam o búfalo e a mulher, frente à frente. Ela não olhou a cara, nem a boca, nem os cornos. Olhou seus olhos.
E os olhos do búfalo, os olhos olharam seus olhos. E uma palidez tão funda foi trocada que a mulher se entorpeceu dormente. De pé, em sono profundo. Olhos pequenos e vermelhos a olhavam. Os olhos do búfalo. A mulher tonteou surpreendida, lentamente meneava a cabeça. O búfalo calmo. Lentamente a mulher meneava a cabeça, espantada com o ódio com que o búfalo, tranquilo de ódio, a olhava. Quase inocentada, meneando uma cabeça incrédula, a boca entreaberta. Inocente, curiosa, entrando cada vez mais fundo dentro daqueles olhos que sem pressa a fitavam, ingênua, num suspiro de sono, sem querer nem poder fugir, presa ao mútuo assassinato. Presa como se sua mão se tivesse grudado para sempre ao punhal que ela mesma cravara. Presa, enquanto escorregava enfeitiçada ao longo das grades.Em tão lenta vertigem que antes do corpo baquear macio a mulher viu o céu inteiro e um búfalo.
LISPECTOR, Clarice. O búfalo. In: Laços de família. Rio: José Olympio, 1982. p.149.
Em “Com os punhos nos bolsos do casaco, olhou em torno de si, rodeada pelas jaulas, enjaulada pelas jaulas fechadas.” a figura de linguagem predominante é:
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De acordo com o capítulo que trata da Política Urbana da Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988, e suas alterações, aquele que possuir como sua área urbana, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. Essa determinação limita-se a áreas urbanas, em m2 , de até:
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A organização da escola, indispensável para promover o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos, implica um compromisso dos membros da equipe escolar com a clientela que frequenta a escola. É preciso que todos funcionem como uma orquestra: afinados em torno de uma partitura e regidos pela batuta de um maestro. Esse maestro é o gestor. E a partitura o projeto pedagógico da escola, um arranjo sob medida para os alunos e que é referência para todos.
Trata-se de um trabalho compartilhado pela equipe escolar e sua construção deve ser:
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Correlacione as colunas I e II que apresentam alguns dos princípios constitucionais da Administração Pública e algumas de suas características respectivamente.
Coluna I
1. Moralidade
2. Legalidade
3. Publicidade
Coluna II
( ) Somente poderá ser excepcionalizado quando o interesse público assim determinar e prevalecer este interesse em detrimento daquele princípio.
( ) Não basta o estrito direito da legalidade no exercício da função pública, há que se respeitar princípios éticos e de justiça.
( ) Coaduna-se com a própria função administrativa do executor do direito que atua sem finalidade própria, em respeito ao que lhe é imposto, com necessidade de preservar o ordenamento jurídico.
A sequência correta é:
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