Foram encontradas 50 questões.
Os resultados abrangentes passaram a ser evidenciados na Demonstração de Resultados Abrangentes, conforme o Pronunciamento Contábil 26 (CPC26) e referem-se a receitas e a despesasque afetam o Patrimônio Líquido, que não são reconhecidas no resultado do exercício, mas que contribuem para a avaliação econômica e financeira das empresas. No exercício de 2015, a Cia. Gama apresentou as seguintes informações ao mercado.
Total do PL em X1 1.000
Total do PL em X0 500
Despesas Tributárias (3)
Total de Ativos em X1 3.000
Total de Ativos em X0 2.500
Receita Líquida de Vendas 1.000
Resultado Financeiro do Período (5)
Depreciação, Amortização e Exaustão (5)
Resultado da Equivalência Patrimonial 50
Despesas Administrativas e Comerciais (200)
Imposto de Renda e Contribuição Social (136)
Custos dos Produtos e Mercadorias Vendidas (456,5)
Ganhos/Perdas atuariais em planos de pensão (9,5)
Ajuste de Avaliação Patrimonial de ativos financeiros
disponíveis para a venda 37
Total do PL em X0 500
Despesas Tributárias (3)
Total de Ativos em X1 3.000
Total de Ativos em X0 2.500
Receita Líquida de Vendas 1.000
Resultado Financeiro do Período (5)
Depreciação, Amortização e Exaustão (5)
Resultado da Equivalência Patrimonial 50
Despesas Administrativas e Comerciais (200)
Imposto de Renda e Contribuição Social (136)
Custos dos Produtos e Mercadorias Vendidas (456,5)
Ganhos/Perdas atuariais em planos de pensão (9,5)
Ajuste de Avaliação Patrimonial de ativos financeiros
disponíveis para a venda 37
Diante das informações disponíveis sobre a Cia. Gama, pode-se afirmar que o Retorno sobre o Ativo, no exercício de X1, foi
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”(D). Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal(C), estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas(B), mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?(A)
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O uso de próclise só NÃO é obrigatório em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A adoção das normas internacionais de contabilidade, de forma parcial a partir do ano de 2008, e integral a partir de 2010, implicou uma série de mudanças no conteúdo e na estrutura das demonstrações financeiras. Dentre as mudanças ocorridas nas normas, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A fiscalização é o conjunto de ferramentas e de processos aplicados na obtenção de evidências de modo a possibilitar que o auditor emita sua opinião a respeito da adequação dos processos e/ou demonstrações contábeis. Dentre essas, (i) a indagação escrita ou oral, (ii) análise documental, (iii) conferência de cálculos, (iv) confirmação externa e (v) exame dos registros são recorrentemente utilizadas. Sobre as ferramentas citadas, anteriormente, pode-se afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Balanço Patrimonial das Entidades Públicas é composto por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2519071
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
Segundo o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, a despesa orçamentária será empenhada dentro do exercício financeiro ao qual pertence. No momento do empenho, deverá ser realizado (não exclusivamente) um lançamento de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
Releia o trecho retirado do texto 1, a seguir.
“A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.”
Nesse fragmento, a vírgula foi empregada para separar
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2517231
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
Relacione os tipos de balanços exigidos pela legislação que estabelece as normas gerais para elaboração e controle dos orçamentos e dos balanços das entidades públicas com os objetivos apresentados.
1. Balanço Financeiro
2. Balanço Orçamentário
3. Balanço Patrimonial
4. Demonstração das Variações Patrimoniais
( ) Demonstrar as receitas e as despesas previstas em confronto com as realizadas.
( ) Demonstrar a situação patrimonial da entidade, evidenciando seu ativo, passivo e patrimônio líquido.
( ) Demonstrar o déficit ou o superávit da entidade a partir das variações ativas e passivas, ocorridas no exercício.
( ) Demonstrar as entradas e as saídas de numerário decorrentes das operações de tesouraria e de dívida pública.
A sequência correta é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Prefeitura Municipal de X apresentou, no exercício findo de 2015, os seguintes saldos (em milhões de reais) das contas do seu Balanço Patrimonial.
|
Contas
Estoques
Reservas
Ativo Imobilizado
Ativos Intangíveis
Terrenos e Edificações
Provisões de curto prazo
Outros ativos circulantes
Provisões de longo prazo
Contas a pagar (circulante)
Adiantamentos (circulante)
Caixa e equivalentes de caixa
Investimentos em associadas
Valores a receber (circulante)
Valores a pagar (não circulante)
|
$
75
121
550
10.000
3.750
75
20
675
150
125
50
10
150
2.500
|
$ Contas
Superávits (déficits) acumulados
Valores a receber (não circulante)
Benefícios aos empregados a pagar
Obrigações Previdenciárias a pagar
Empréstimos de longo prazo a pagar
Empréstimos de curto prazo a pagar
Benefícios a empregados (não circulante)
Outros ativos financeiros (não circulante)
Infraestrutura, Fábricas e Equipamentos
Capital integralizado em outras entidades
Outros ativos não financeiros (não circulante)
Participação dos acionistas não controladores
Obrigações previdenciárias a pagar (não circulante)
Parcela do circulante de empréstimos de longo prazo a pagar
|
$
500
750
500
150
3.850
350
5.000
1
750
1.000
475
300
1.500
35
|
Considerando as informações disponíveis, pode-se afirmar que o total do
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container