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2516378 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A adoção das Normas Internacionais de Contabilidade Pública ( IPSAS – Internacional Public Sector Accounting Standards) aproximou as demonstrações contábeis a serem elaboradas e divulgadas pelas entidades públicas, exigindo que sejam elaboradas e divulgadas as demonstrações como a Demonstração dos Fluxos de Caixa. Abaixo, são apresentados os recebimentos e os pagamentos realizados, nos exercícios findos em 31/12/2014 e 31/12/2015, necessários e suficientes para a elaboração da referida demonstração.

Tributação

Juros pagos

Fornecedores

Juros recebidos

Gastos com pessoal

Doações (incentivos)

Inativos (aposentadorias)

Recebimento de dividendos

Compra de ativo imobilizado

Amortização de empréstimos

Captação de novos empréstimos

Venda de bens e prestação de serviços

Recebimento pela venda de imobilizado

Recebimento pela alienação de investimentos

Aquisição de valores mobiliários em moeda estrangeira

2.015

150

(1,5)

(25)

5

(60)

30

(30)

15

35

(45)

100

10

50

80

(40)

2.014

120

(1)

(20)

3,5

(48)

24

(21)

12

(28)

(31,5)

80

7

35

64

28

Diante dos dados disponibilizados, os valores relativos ao Fluxo de Caixa líquido cerado/consumido pelas atividades operacionais (FCO), Fluxo de Caixa líquido gerado/consumido pelas atividades de Investimento (FCI) e Fluxo de Caixa líquido gerado/consumido pelas atividades de financiamentos (FCF), no exercício de 2015, respectivamente, são

 

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2515535 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O Fluxograma, apresentado na Figura 1, descreve as etapas da Receita Orçamentária em ordem de ocorrência dos eventos econômicos.
FIGURA 1 - Cronologia das Etapas da Receita Orçamentária
Enunciado 2632786-1
Fonte: Adaptado de Secretaria do Tesouro Nacional (2015, p.56)
As etapas 1 e 3 são completadas, respectivamente, por
 

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2514431 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A empresa PMB apurou, ao final do exercício de X1, o saldo em milhões de $ 10.000 em ativos (sendo 50% circulante), $ 4.000 em passivos (sendo 80% Não Circulante). Adicionalmente, apurou um lucro de $ 600. No exercício imediatamente anterior (X0), o volume de ativos foi de $ 8.000 e o de passivo $ 5.000, sendo todas as demais premissas iguais. Diante das informações disponíveis, analise as afirmativas abaixo:
I- O retorno sobre os ativos, no exercício de X1, foi de 6%.
II- Após a análise horizontal, verificou-se um aumento no PL de 100%.
III- O Índice de Liquidez Geral, no exercício de X1, foi de $ 2,50 e de R$ 1,60 no exercício de X0.
IV- A participação do capital de terceiros, em X1, foi de R$ 1,67 e de R$ 0,67 no exercício de X0.
V- Os retornos sobre o patrimônio líquido nos exercícios de X1 e X0, foram, respectivamente, 10% e 20%.
Estão corretas as afirmativas
 

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2513863 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Relacione os componentes patrimoniais e de resultado das entidades públicas com seus respectivos conceitos.
1. Receita Pública
2. Despesa Pública
3. Restos a Pagar
4. Patrimônio Público
5. Créditos Adicionais
6. Fundos específicos
( ) Despesas empenhadas e não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das não processadas.
( ) Conjunto de bens, direitos e obrigações avaliáveis, em moeda corrente, das entidades que compõem a Administração Pública.
( ) Todo e qualquer recolhimento feito aos cofres públicos, através de dinheiro em bens que o governo tem o direito de arrecadar por força de lei.
( ) O produto das receitas especificadas em lei e vinculadas à realização de determinados objetivos ou serviços, facultada a adoção de normas peculiares de aplicação.
( ) Gastos fixados na lei orçamentária ou em leis especiais, destinados à prestação de serviços ou à aquisição e construção de bens públicos ou ainda para a liquidação da dívida pública.
( ) Valores que aumentam o orçamento para reforço das dotações existentes ou para cobertura de encargos provenientes de novos serviços, ou ainda, despesas imprevisíveis e urgentes.
A sequência correta é
 

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2513366 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O Valor Justo (fair value) foi introduzido pelas normas internacionais de contabilidade e afetou sobremaneira o processo de reconhecimento e mensuração dos eventos econômicos e financeiros relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis, pois espera-se dar maior qualidade à informação divulgada. Conforme as normas internacionais de contabilidade, a definição de valor justo mais adequada é
 

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2512992 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
De acordo com o segundo parágrafo do texto, a expressão ‘consumismo da linguagem’ caracteriza-se pelo uso de
 

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2512413 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A Cia. Epsilon auferiu, no exercício de 2015, $ 500 milhões de receitas de vendas (incluindo os impostos) e $ 10 milhões de receitas financeiras decorrentes de aplicações financeiras e atrasos no recebimento de vendas a prazo. A empresa incorreu em $ 200 milhões em custos das mercadorias (líquidos dos impostos recuperáveis que incidem a uma alíquota média de 20%), $ 134 milhões em gastos com pessoal ($ 100 milhões em remuneração e benefícios, $ 8 milhões em FGTS e $ 26 milhões em INSS), $ 5 milhões em juros passivos e $15 milhões em resultado negativo da equivalência patrimonial. A partir dos dados disponibilizados, o Valor Adicionado Bruto (VAD) e o Valor Adicionado a Distribuir (VAD) no período foi de
 

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2512237 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A proposta de tripartição dos poderes fundamentou um processo de controle recíproco entre o executivo, o legislativo e o judiciário. A Constituição Federal de 1988 estabelece as competências nos respectivos entes, podendo-se afirmar que compete ao poder

 

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2511951 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
Texto 2
O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários.
Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido.
CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _
Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado).
A partir do texto 2, depreende-se que discurso é uma prática de linguagem
 

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2529828 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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As Normas de Contabilidade Pública vigentes exigem que sejam divulgados:
Questão Desatualizada

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