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Foram encontradas 60 questões.

790508 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Nos termos da Lei Complementar 48/2006, que instituiu o Plano Diretor de Desenvolvimento Sustentável de Benedito Novo, a licença ou autorização de construção, ampliação ou funcionamento de um empreendimento que venha a causar grande impacto urbanístico e ambiental poderá ser condicionada à elaboração e aprovação de um Estudo de Impacto Ambiental (EIV) e do seu respectivo Relatório que deverá contemplar, entre outras, algumas questões. Analise as questões a seguir:
I- Periculosidade.
II- Vibração.
III- Poluição sonora, atmosférica e hídrica.
IV- Filiação partidária e religiosa dos ocupantes.
V- Nível de renda e etnia dos ocupantes.
VI- Sistema de circulação e transporte (carga e descarga, embarque e desembarque, etc.).
Estão corretos apenas os itens:
 

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790411 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
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*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
Assinale a alternativa correta sobre o penúltimo parágrafo do texto:
“Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres.”
 

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787239 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
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*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
De acordo com o texto lido, escreva “V” para as afirmativas verdadeiras e “F” para as falsas:
( ) Há uma inversão de valores no texto. A ovelha negra é o homem honesto: ele não se adapta e não se submete às regras daquela sociedade.
( ) O título e o primeiro período do texto são exemplos de linguagem figurada.
( ) O autor utilizou muitos pronomes indefinidos para designar seres e situações de modo vago, impreciso (ex.: todos, outros, poucos, alguém, algum, nada, tudo, etc.). Assim o leitor é levado a estabelecer relações entre o texto e a sua realidade.
( ) “Ovelha negra” é uma referência irônica a todos os ladrões, porque eles só roubavam à noite, enquanto o homem honesto ficava em casa fumando e lendo romances.
( ) A maior ironia do texto é que o único homem honesto daquele país morreu de fome, enquanto os ladrões sobreviviam e/ou progrediam.
Assinale a alternativa correta:
 

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770031 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Sobre as garantias e privilégios do crédito tributário, assinale a alternativa correta:
 

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767070 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Uma entidade comercial apresentou os seguintes dados sobre os saldos iniciais e sobre as operações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2014:
enunciado 2022066-1
Com base nos dados acima, determine a resposta correta:
 

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767007 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Analise as características/funções a seguir e identifique as que são do lançamento tributário:
I- Deve ser efetuado por Lei, produzida pelo Poder Legislativo, ao qual a Constituição Federal atribui a função de criar regras jurídicas de caráter geral e abstrato.
II- A constituição do crédito tributário é da competência privativa da autoridade administrativa.
III- Tem por função calcular ou, por outra forma, definir o valor do crédito tributário.
IV- A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória sob pena de responsabilidade funcional.
V- Constitui o crédito tributário.
Assinale a alternativa correta:
 

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765605 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Considere a seguinte situação hipotética: João, após muitos anos de economia, comprou de Pedro um terreno com a finalidade de nele edificar a sua residência. Contudo, em relação a esse terreno, foi constituída obrigação tributária relacionada à taxa de iluminação pública, uma determinada contribuição de melhoria atribuída a Pedro, pelo tempo anterior à aquisição e também Imposto Predial Territorial Urbano. Na escritura pública outorgada por Pedro em favor de João, não constava quitação de tributos sobre esse terreno.
Nesse caso, a obrigação de João quanto ao pagamento desses tributos recairá sobre:
 

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758551 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
Provas:
“A crise hídrica se acentua a cada dia, aumentando as chances de um colapso que pode afetar drasticamente a população e a economia de uma grande parte do país [...]” (Guedes Pinto, 2015. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2015. Acesso em: 27 jul. 2015.)
À vista disso, analise as afirmativas que seguem:
I- Além de um grave problema de planejamento para o armazenamento de água, a crise é decorrente de uma seca severa. Eventos climáticos extremos são consequência do aquecimento global que, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), ocorre em função do aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
II- A produção de água ocorre pela infiltração da chuva no solo, que chega aos lençóis freáticos, nascentes e cursos d'água das bacias hidrográficas. Quanto mais floresta existir em uma bacia hidrográfica, mais infiltração e mais protegidas estarão as nascentes e cursos d'água.
III- Mais de 20% das Áreas de Preservação Permanente (APPs) de São Paulo estão ocupadas por pastos ao invés de florestas, e algumas das suas mais importantes bacias hidrográficas têm menos de 5% de cobertura florestal.
Assinale a alternativa correta:
 

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758413 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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O Sistema de Baixa Pressão do Chaco, localizado no Sul do Brasil junto às fronteiras da Argentina e Paraguai, é apontado como o segundo lugar mais propício do mundo para desenvolvimento de grandes tempestades que podem resultar em tornados. O Chaco funciona como um berçário de grandes nuvens que, após nascerem, rumam em direção a Santa Catarina. Além de estar na rota das tempestades que nascem nessa zona de baixa pressão, Santa Catarina também está em uma área tropical (próxima ao Trópico de Capricórnio) onde é comum o encontro de massas de ar que naturalmente geram mudanças climáticas e intensificam o processo de formação de tempestades e nuvens cumulonimbus, as de tornado.

(Diário Catarinense, abril de 2015)

Com prejuízos estimados em R$ 100 milhões pela Defesa Civil e, pelo menos, 10 mil pessoas afetadas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou o tornado ocorrido em abril em um município de 48.000 habitantes, localizado no oeste catarinense. Assinale a alternativa que indica corretamente o referido município:

 

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Questão presente nas seguintes provas
758328 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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De acordo com a Lei 29/1963, que instituiu o Código de Posturas de Benedito Novo, se, após expedido o alvará de licença de um teatro, cinema, circo ou qualquer outra casa de diversões públicas, for verificada a falta de condições de higiene, segurança e comodidade, o procedimento admistrativo a ser adotado será:
 

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