Magna Concursos

Foram encontradas 377 questões.

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras sublinhadas nos trechos retirados do texto aos seus respectivos processos de formação.

Coluna 1
1. “a Segunda Revolução da Longevidade”.
2. “Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas”.
3. “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”.
4. “cidades mais amigáveis para idosos”.

Coluna 2
( ) Derivação imprópria.
( ) Derivação regressiva.
( ) Derivação sufixal.
( ) Derivação prefixal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a justificativa para a acentuação das palavras retiradas do texto está correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos sinais de pontuação empregados no texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em “um movimento recente e de grande importância: a Segunda Revolução da Longevidade”, os dois pontos introduzem uma explicação do termo anteriormente mencionado, especificando qual é esse movimento.
( ) Na frase “Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas nos últimos anos”, as vírgulas poderiam ser substituídas por um par de travessões sem prejuízo sintático ou de sentido.
( ) No trecho “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”, a vírgula antes de “como” é utilizada para separar uma oração subordinada adverbial comparativa.
( ) Em “Não é só sobre ciência, a Segunda Revolução depende de nós”, a vírgula após “ciência” poderia ser substituída por ponto e vírgula ou por ponto final, sem prejuízo da correção gramatical nem alteração significativa do sentido do trecho.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o emprego das palavras e das expressões no contexto do texto, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação às características do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva

Por Breno Marino

O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas

áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande

importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações

tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.

O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do

envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de

Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas

nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias

genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando

rapidamente”.

A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no

século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,

melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em

1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo

dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.

“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana

foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.

Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está

na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz

respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é

relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou

incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o

médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase

dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem

sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década

lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.

Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.

Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e

coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar

políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível

e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda

Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,

exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,

além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as ideias apresentadas no texto, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O texto evidencia que a Segunda Revolução da Longevidade não se restringe aos avanços científicos, pois sua consolidação também depende de mudanças de comportamento individuais e da implementação de políticas públicas voltadas à promoção do envelhecimento saudável.
II. O texto sugere que o aumento da expectativa de vida tem sido acompanhado, em proporção semelhante, pela ampliação da qualidade de vida.
III. A ampliação da expectativa de vida resultou de diversos fatores, entre os quais avanços na medicina, melhorias no saneamento e maior acesso à educação.
IV. A intenção comunicativa do texto é dupla: informar o leitor sobre a Segunda Revolução da Longevidade e conscientizá-lo acerca da importância de associar o aumento da longevidade à promoção da qualidade de vida.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4237280 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
A Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação e de Segurança Pública (COSIP), prevista no art. 149-A da Constituição Federal, tem por finalidade custear o planejamento, a operação, a manutenção, a expansão, a instalação, a modernização, a eficientização, a logística reversa, o aprimoramento e o desenvolvimento da rede e de demais infraestruturas aplicadas ou que impactem o serviço de iluminação pública e os sistemas de monitoramento destinados à segurança e à preservação de logradouros públicos. Nesse sentido, nos termos da Lei Complementar nº 701/2022, são isentos do pagamento da COSIP, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4237279 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
Com base no disposto no Código Tributário do Município de Caxias do Sul, analise a sentença abaixo:
As taxas de licença são devidas pelo exercício regular do poder de polícia administrativa do Município (1ª parte). Contribuinte das taxas de licença é a pessoa física ou jurídica interessada no exercício de atividades ou na prática de atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município (2ª parte). O contribuinte que exercer quaisquer atividades ou praticar quaisquer atos sujeitos a licença sem o pagamento da respectiva taxa ficará sujeito a multa de importância igual a 100% do valor do tributo, atualizado monetariamente, sem prejuízo das demais cominações cabíveis (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4237278 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
O descumprimento de obrigação prevista no Código Tributário do Município de Caxias do Sul sujeita o infrator ao pagamento de multas, dentre outras penalidades. Nesse sentido, o não recolhimento, total ou parcial, do ISSQN retido na fonte ou por substituição tributária, dentro do prazo previsto, acarretará a aplicação de multa na importância igual a _______ sobre o valor do imposto devido, atualizado monetariamente.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4237277 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
São impostos de competência do Município de Caxias do Sul, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas