Foram encontradas 750 questões.
A abordagem interdisciplinar no trabalho com
Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) é caracterizada por:
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Qual serviço é indicado para crianças com 4 anos
ou mais que apresentam dificuldades de aprendizagem na rede municipal de Chapecó?
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Aponte o objetivo da articulação entre a pré-escola e o Ensino Fundamental, segundo o currículo de
Chapecó.
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Qual foi o principal impacto da Lei nº 11.274/2006
no Ensino Fundamental?
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Segundo a Lei nº 12.796/2013, assinale a faixa etária para a qual o Estado deve garantir educação básica
obrigatória e gratuita.
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Segundo o currículo da rede municipal de Chapecó, assinale a abordagem pedagógica que busca
romper as barreiras entre as disciplinas escolares ao
promover a articulação entre diferentes áreas do
conhecimento e conectar os saberes à vida e à realidade social.
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3930726
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Analise o texto abaixo.
O Naturalismo foi um movimento artístico e literário
do século............, derivado do ............................................,
que se caracterizou pela aplicação de teorias científicas, como o Darwinismo, Positivismo e o Determinismo, para analisar o ser humano e a sociedade. Os
naturalistas viam o indivíduo como um produto............................................, da raça e do momento histórico,
o que resultava em obras que retratavam o comportamento humano de forma............................................ e focavam em patologias sociais, explorando os instintos e a
miséria humana de maneira objetiva e científica.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
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3930725
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Assinale a alternativa que aponta corretamente
características do Modernismo no Brasil.
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Texto 2
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Não traiam o Machado.
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de
Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado
vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se
entendi bem as questões propostas e as resoluções que
saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática
que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu
Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento
qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de
Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação
de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes
discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá
sido levantada como simples quebra-cabeça, um
joguinho enigmático para descansar o espírito numa
hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o
próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano
de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do
vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como
“centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua
esposa”. Suposta? De onde os senhores professores
tiraram este despropósito e o passam aos imberbes
e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em
1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.
Leiam a carta do Graça Aranha, amigo pessoal do
Machado: “Casada, teve por amante o maior amigo do
marido”. Voltem ao artigo do Medeiros e Albuquerque.
Dar o Bentinho como “o nosso Otelo” é pura fantasia.
Bestialógico mesmo. Um disparate indigno de pisar
no vestíbulo da universidade. Refinadíssimo escritor,
mestre do subentendido, virtuose da meia palavra,
do “understatement”, Machado jamais desabaria numa
grosseira cena de alcova, como num flagrante policial
de adultério. (…)
Machado merece respeito!
Otto Lara Resende - Folha de S. Paulo, - 08/01/1992 – texto editado
Traição de Capitu
Os argumentos de Otto Lara Resende empobrecem Machado de Assis (Folha, 08/01). O adultério de Capitu é de fato possível, outros acham que provável, e Otto acha que é definitivo, e espinafra quem pensa de outra maneira. Se Machado quisesse escolher uma alternativa, ele o teria feito, e sem perda de elegância. Mas o que Machado quis foi explorar ao máximo a tensão entre probabilidade e possibilidade. Daí nasce o paradoxo comportamental do livro, que faz com que o leitor estranhe que Capitu não seja tratada com a mesma incerteza com que seu marido trata o resto do mundo. Certezas podem ser ilusões, como mostra à saciedade a história do saber humano, a história da literatura. É sobre a ética das incertezas que Machado escreveu o romance, não sobre Capitu. A dúvida, sentida muito justamente pelo leitor, ficaria de pé, mesmo que Machado anexasse ao final do romance uma carta da própria Capitu, confessando o adultério, ou mesmo que o adultério fosse provado por testemunhos inequívocos. Isso não iria acabar com nossa dúvida, cujo objeto é – de fato – o caráter de Bentinho.
Assinale a alternativa correta conforme o texto.
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto 2
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Não traiam o Machado.
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de
Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado
vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se
entendi bem as questões propostas e as resoluções que
saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática
que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu
Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento
qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de
Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação
de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes
discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá
sido levantada como simples quebra-cabeça, um
joguinho enigmático para descansar o espírito numa
hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o
próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano
de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do
vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como
“centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua
esposa”. Suposta? De onde os senhores professores
tiraram este despropósito e o passam aos imberbes
e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em
1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.
Leiam a carta do Graça Aranha, amigo pessoal do
Machado: “Casada, teve por amante o maior amigo do
marido”. Voltem ao artigo do Medeiros e Albuquerque.
Dar o Bentinho como “o nosso Otelo” é pura fantasia.
Bestialógico mesmo. Um disparate indigno de pisar
no vestíbulo da universidade. Refinadíssimo escritor,
mestre do subentendido, virtuose da meia palavra,
do “understatement”, Machado jamais desabaria numa
grosseira cena de alcova, como num flagrante policial
de adultério. (…)
Machado merece respeito!
Otto Lara Resende - Folha de S. Paulo, - 08/01/1992 – texto editado
Se Machado quisesse escolher uma alternativa, ele o teria feito, e sem perda de elegância.
Assinale a alternativa que mantem o significado original da construção.
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