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4088012 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado. 

O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém "certa despreocupação" "com riscos".

Sintaticamente, os termos destacados no trecho são, respectivamente,

 

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4088011 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado. 
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados "à" chuva — aumento de 223%.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque
 

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4088010 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado. 
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
 

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4088009 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado. 
Diante do aumento dos desastres, "fortalecer" a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
 

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4088008 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A evolução tecnológica na medicina moderna trouxe o desafio da iatrogenia e do excesso de diagnósticos em populações assintomáticas, exigindo a implementação da Prevenção Quaternária. Este nível de prevenção foca na proteção dos indivíduos contra intervenções médicas desnecessárias e na redução do dano causado pela medicalização excessiva da vida. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(   ) A prevenção quaternária visa identificar pacientes em risco de supermedicalização, protegendo-os de novas intervenções invasivas e sugerindo alternativas eticamente aceitáveis de acompanhamento clínico.
(   ) O rastreamento de doenças de baixa prevalência em populações de baixo risco é um exemplo de prevenção primária, pois impede que o indivíduo desenvolva sintomas agudos durante a fase de latência.
(   ) A limitação do dano na fase crônica de uma patologia degenerativa é classificada como prevenção terciária, buscando a reabilitação funcional e a reintegração social do sujeito afetado pela doença.
(   ) O nível de prevenção secundária atua exclusivamente na fase pré-patogênica da história natural, utilizando medidas de proteção específica como a vacinação e o saneamento básico de resíduos sólidos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
 

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4088007 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A mensuração da carga global de doenças utiliza indicadores sintéticos que integram dados de mortalidade prematura e o impacto das limitações físicas causadas por doenças ou agravos. O DALY (Disability-Adjusted Life Years − Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade) é a métrica padrão recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para fundamentar políticas de saúde baseadas em evidências. Analise as afirmativas a seguir sobre a composição deste indicador:

I.O DALY (Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade) é calculado pela soma dos Anos de Vida Perdidos devido à mortalidade prematura (YLL) e dos Anos Vividos com Incapacidade (YLD).
II.O componente YLL (Anos de Vida Perdidos) utiliza a esperança de vida padrão no momento do óbito para quantificar o tempo que o indivíduo deixou de viver em decorrência de uma morte evitável.
III.O indicador de Letalidade é sinônimo de Taxa de Mortalidade Geral, sendo calculado pela divisão do número total de óbitos pela população média residente no período de vigência epidemiológica.

Está correto o que se afirma em:
 

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4088006 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Na análise de causalidade em saúde pública, os critérios propostos por Austin Bradford Hill em mil novecentos e sessenta e cinco oferecem uma estrutura para distinguir associações estatísticas de relações causa-efeito. O critério da Analogia, especificamente, é um dos menos citados na literatura clássica, mas desempenha papel fundamental na plausibilidade de novas hipóteses epidemiológicas diante de evidências pré-existentes. Considerando a aplicação técnica desse critério para a validação de nexos causais em cenários de novas patologias, assinale a alternativa correta.
 

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4088005 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A Oportunidade (Timeliness) é um atributo qualitativo fundamental no ciclo da vigilância epidemiológica, medindo o tempo decorrido entre as diferentes etapas do processo, desde a detecção do evento até a resposta institucional. A análise da oportunidade permite identificar gargalos burocráticos que atrasam a implementação de medidas de controle em surtos epidêmicos. Analise as afirmativas a seguir sobre as fases do ciclo de vigilância:

I.A Oportunidade de Notificação é definida pelo intervalo de tempo compreendido entre o início dos sintomas no paciente e a data em que a autoridade sanitária recebe a comunicação oficial do agravo.

II.A Investigação Epidemiológica de campo deve ser iniciada imediatamente após a detecção de um caso suspeito de doença de notificação imediata, visando identificar a fonte de infecção e contatos.

III.A etapa de Avaliação do sistema de vigilância é realizada exclusivamente através da contagem do número de óbitos por doenças crônicas, desconsiderando a qualidade dos dados do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

Está correto o que se afirma em:
 

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4088004 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O processo de transição epidemiológica no Brasil não seguiu o modelo clássico de substituição linear das doenças transmissíveis pelas crônicas, apresentando o fenômeno da polarização epidemiológica. Essa condição reflete a desigualdade social extrema, onde diferentes perfis de morbimortalidade coexistem no mesmo território e período histórico. No que concerne às características atuais desta transição no território nacional, assinale a alternativa correta.
 

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4088003 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A manutenção da Rede de Frio é um componente crítico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), garantindo que os imunobiológicos mantenham sua potência imunogênica desde o fabricante até a administração no usuário. As vacinas compostas por agentes vivos atenuados são particularmente sensíveis ao calor e ao congelamento acidental. Considerando as normas de conservação e o calendário nacional de vacinação, analise as afirmativas a seguir:

I.Vacinas vivas atenuadas, como a Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola) e a Febre Amarela, devem ser mantidas rigorosamente entre as temperaturas de positivo dois graus Celsius e positivo oito graus Celsius.
II.O fenômeno de "Floculação" ocorre exclusivamente na vacina BCG (Bacilo Calmette-Guérin) quando esta é exposta a temperaturas negativas de sessenta graus, impedindo a sua aplicação por via intradérmica.
III.A Cobertura Vacinal é um indicador que mede a proporção da população-alvo que recebeu o esquema completo de uma determinada vacina, sendo essencial para garantir a imunidade coletiva (imunidade de rebanho).

Está correto o que se afirma em:
 

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