Foram encontradas 220 questões.
Relacione os conceitos às características usando (1) para avaliação alternativa e (2) para avaliação tradicional.
( ) Integrada em tarefas de aprendizagem.
( ) Imparcial.
( ) Processual.
( ) Atividade de conhecimento e aprendizagem.
( ) Centrada em unidades de conhecimento.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Analise o texto a seguir.
“A maneira como o sujeito aprende é mais importante que aquilo que aprende, porque facilita a aprendizagem e capacita o sujeito para continuar aprendendo permanentemente.” (Álvarez Méndez, 2002, p. 39)
A assertiva que NÃO está de acordo com o conceito teórico expresso no Texto é:
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De acordo com Álvares Méndez (2002), NÃO se inclui entre as causas do fracasso de reformas curriculares o que se afirma em:
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Considere as proposições:
I – O conceito de intertextualidade envolve, em seu sentido amplo, as relações que se estabelecem entre objetos e processos culturais, considerados como textos.
II – A tradução e a metalinguagem, modernamente, são consideradas processos intertextuais.
III – O Manifesto Antropofágico propõe uma ruptura com os modelos culturais e defende a originalidade como requisito para o reconhecimento da obra pela crítica literária.
É CORRETO afirmar que:
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A alternativa cuja definição NÃO corresponde ao conceito abarcado pelo termo entre parênteses é:
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TEXTO II
O poeta concretista acordou inspirado. Sonhara a noite toda com a namorada. E pensou: lábio, lábia. O lábio em que pensou era o da namorada, a lábia era a própria. Em todo o caso, na pior das hipóteses, já tinha um bom começo de poema. Todavia, cada vez mais obcecado pela lembrança daqueles lábios, achou que podia aproveitar a sua lábia e, provisoriamente desinteressado da poesia pura, resolveu telefonar à criatura amada, na esperança de maiores intimidades e vantagens. Até os poetas concretistas podem ser homens práticos.
Como, porém, transmitir a mensagem amorosa em termos vulgares, de toda a gente, se era um poeta concretista e nisto justamente residia (segundo julgava) todo o seu prestígio aos olhos das moças? Tinha que fazer um poema. A moça chamava-se Ema, era fácil. Discou. Assim que ouviu, do outro lado da linha, o “alô” sonolento do objeto amado, foi logo disparando:
- Ema. Amo. Amas?
- Como? – surpreendeu-se a jovem – Quem fala?
- Falo. Falas. Falemos.
A pequena, julgando-se vítima de um “trote”, ficou por conta e, como era muito bem-educada (essas meninas de hoje!), desligou violentamente, não antes de perpetrar, sem querer, um precioso “hai-kai” concretista:
- Basta, besta!
O poeta ficou fulminado. Não podia, não podia compreender. Sofreu, que também os concretistas sofrem; estava apaixonado, que também os concretistas se apaixonam, quando são jovens – e todo poeta concretista é jovem. Não tinha lábia. Não teria os lábios. Por que não viajar para a Líbia? Desaparecer, sumir… Sentia-se profundamente desgraçado, inútil. Um triste. Um traste.
O consolo possível era a poesia. Sentou e escreveu:
“Bela. Bola. Bala.”
O que, traduzindo em vulgar, vem a dar esta banalidade: “A minha bela, não me dá bola. Isto acaba em bala.”
Não acabou, naturalmente. Tomou uma bebedeira e tratou de arranjar outra namorada, a quem dedicou um soneto parnasiano. Foi a conta. Casaram-se e são muito falazes… Oh! Perdão: felizes.
(MARTINS, Luís. Tragédia concretista. In.: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007, p. 132.)
Sobre as características estilísticas presentes nessa crônica que retomam a estética concretista, é INCORRETO afirmar que:
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TEXTO II
O poeta concretista acordou inspirado. Sonhara a noite toda com a namorada. E pensou: lábio, lábia. O lábio em que pensou era o da namorada, a lábia era a própria. Em todo o caso, na pior das hipóteses, já tinha um bom começo de poema. Todavia, cada vez mais obcecado pela lembrança daqueles lábios, achou que podia aproveitar a sua lábia e, provisoriamente desinteressado da poesia pura, resolveu telefonar à criatura amada, na esperança de maiores intimidades e vantagens. Até os poetas concretistas podem ser homens práticos.
Como, porém, transmitir a mensagem amorosa em termos vulgares, de toda a gente, se era um poeta concretista e nisto justamente residia (segundo julgava) todo o seu prestígio aos olhos das moças? Tinha que fazer um poema. A moça chamava-se Ema, era fácil. Discou. Assim que ouviu, do outro lado da linha, o “alô” sonolento do objeto amado, foi logo disparando:
- Ema. Amo. Amas?
- Como? – surpreendeu-se a jovem – Quem fala?
- Falo. Falas. Falemos.
A pequena, julgando-se vítima de um “trote”, ficou por conta e, como era muito bem-educada (essas meninas de hoje!), desligou violentamente, não antes de perpetrar, sem querer, um precioso “hai-kai” concretista:
- Basta, besta!
O poeta ficou fulminado. Não podia, não podia compreender. Sofreu, que também os concretistas sofrem; estava apaixonado, que também os concretistas se apaixonam, quando são jovens – e todo poeta concretista é jovem. Não tinha lábia. Não teria os lábios. Por que não viajar para a Líbia? Desaparecer, sumir… Sentia-se profundamente desgraçado, inútil. Um triste. Um traste.
O consolo possível era a poesia. Sentou e escreveu:
“Bela. Bola. Bala.”
O que, traduzindo em vulgar, vem a dar esta banalidade: “A minha bela, não me dá bola. Isto acaba em bala.”
Não acabou, naturalmente. Tomou uma bebedeira e tratou de arranjar outra namorada, a quem dedicou um soneto parnasiano. Foi a conta. Casaram-se e são muito falazes… Oh! Perdão: felizes.
(MARTINS, Luís. Tragédia concretista. In.: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007, p. 132.)
Em relação ao papel do professor como formador de leitores, ao eleger essa crônica como texto a ser trabalhado em sala de aula:
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TEXTO II
O poeta concretista acordou inspirado. Sonhara a noite toda com a namorada. E pensou: lábio, lábia. O lábio em que pensou era o da namorada, a lábia era a própria. Em todo o caso, na pior das hipóteses, já tinha um bom começo de poema. Todavia, cada vez mais obcecado pela lembrança daqueles lábios, achou que podia aproveitar a sua lábia e, provisoriamente desinteressado da poesia pura, resolveu telefonar à criatura amada, na esperança de maiores intimidades e vantagens. Até os poetas concretistas podem ser homens práticos.
Como, porém, transmitir a mensagem amorosa em termos vulgares, de toda a gente, se era um poeta concretista e nisto justamente residia (segundo julgava) todo o seu prestígio aos olhos das moças? Tinha que fazer um poema. A moça chamava-se Ema, era fácil. Discou. Assim que ouviu, do outro lado da linha, o “alô” sonolento do objeto amado, foi logo disparando:
- Ema. Amo. Amas?
- Como? – surpreendeu-se a jovem – Quem fala?
- Falo. Falas. Falemos.
A pequena, julgando-se vítima de um “trote”, ficou por conta e, como era muito bem-educada (essas meninas de hoje!), desligou violentamente, não antes de perpetrar, sem querer, um precioso “hai-kai” concretista:
- Basta, besta!
O poeta ficou fulminado. Não podia, não podia compreender. Sofreu, que também os concretistas sofrem; estava apaixonado, que também os concretistas se apaixonam, quando são jovens – e todo poeta concretista é jovem. Não tinha lábia. Não teria os lábios. Por que não viajar para a Líbia? Desaparecer, sumir… Sentia-se profundamente desgraçado, inútil. Um triste. Um traste.
O consolo possível era a poesia. Sentou e escreveu:
“Bela. Bola. Bala.”
O que, traduzindo em vulgar, vem a dar esta banalidade: “A minha bela, não me dá bola. Isto acaba em bala.”
Não acabou, naturalmente. Tomou uma bebedeira e tratou de arranjar outra namorada, a quem dedicou um soneto parnasiano. Foi a conta. Casaram-se e são muito falazes… Oh! Perdão: felizes.
(MARTINS, Luís. Tragédia concretista. In.: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007, p. 132.)
Nessa crônica, o objetivo do autor é:
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Read the following TEXT in order to answer questions 32 to 40:
Does Garlic mean Garlic?

1 Mike looked at the label on the big plastic container. It said Garlic Powder. There
was a U with a circle around it after the word Powder. What does this U
3 mean, Mike wondered. Under the word Powder was another word, Seasoning. Under t
hat word was a drawing of a garlic bulb.
5 Mike knew that food labels can be tricky. Powder is powder, but Seasoning could
mean salt. He looked all around the plastic container for an
7 ingredients label. There wasn't one. In small print under the drawing of the garlic bulb
was a phone number: 1-800-632-6900. Call that number if you have
9 comments or questions, the label said.
Mike called the number. A woman answered. He asked her what the U
11 inside a circle meant. She said it meant kosher. Kosher food is food that is prepared according to Jewish law.
13 Mike asked where the ingredients label was. She said if there is only one
ingredient, there is no ingredients label.
15 "So, there is no salt in this product?" Mike asked.
"No, sir," she said. "It's 100 percent garlic powder."
17 "Why does it say, Product of USA and China?"
She said that sometimes they get the garlic from China, sometimes they
19 get it from the US.
(http://www.eslfast.com/eslread/ss/s007.htm.Acesso em 10 abr.2014)
Alternatives below have the general characteristics of the text, EXCEPT:
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Read the following TEXT in order to answer questions 32 to 40:
Does Garlic mean Garlic?

1 Mike looked at the label on the big plastic container. It said Garlic Powder. There
was a U with a circle around it after the word Powder. What does this U
3 mean, Mike wondered. Under the word Powder was another word, Seasoning. Under t
hat word was a drawing of a garlic bulb.
5 Mike knew that food labels can be tricky. Powder is powder, but Seasoning could
mean salt. He looked all around the plastic container for an
7 ingredients label. There wasn't one. In small print under the drawing of the garlic bulb
was a phone number: 1-800-632-6900. Call that number if you have
9 comments or questions, the label said.
Mike called the number. A woman answered. He asked her what the U
11 inside a circle meant. She said it meant kosher. Kosher food is food that is prepared according to Jewish law.
13 Mike asked where the ingredients label was. She said if there is only one
ingredient, there is no ingredients label.
15 "So, there is no salt in this product?" Mike asked.
"No, sir," she said. "It's 100 percent garlic powder."
17 "Why does it say, Product of USA and China?"
She said that sometimes they get the garlic from China, sometimes they
19 get it from the US.
(http://www.eslfast.com/eslread/ss/s007.htm.Acesso em 10 abr.2014)
Which alternative below could be another title for the text above:
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