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Foram encontradas 1.169 questões.

1375079 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A avaliação de sala de aula deveria funcionar como um retrato que mostrasse a situação de aprendizagem do estudante. Os professores brasileiros, em geral, não dispõem de parâmetros técnicos para isso. Já vi tirarem ponto de aluno "bagunceiro". Não se trata de avaliar o comportamento, mas o que foi aprendido. Como resultado dessa distorção, criou-se uma cultura punitiva que envolve a avaliação e um terço das crianças que cursam a 1ª série no Brasil são reprovadas quando, na verdade, deveriam estar sendo ensinadas. O processo de avaliação precisa ser visto como um instrumento pedagógico, não como uma forma de punição. Deve ser usado para fazer um diagnóstico das deficiências de aprendizagem de cada aluno e para detectar o que o professor não conseguiu desenvolver ao longo do ano letivo. Esses dados são úteis na redefinição do rumo das aulas: sabendo exatamente que habilidades e competências não foram alcançadas, as atividades são replanejadas buscando o avanço da turma. Isso significa diversificar materiais e estratégias de ensino - jogos, elaboração de materiais, pesquisas, leitura - e também o modo de avaliar. Para tanto, em primeiro lugar, é necessário que a postura e a mentalidade do professor mudem. Chega de ver a avaliação como um instrumento de retenção. Já passou da hora de enxergá-la como algo formativo. Em segundo lugar, devemos investir em formação para que todos dominem técnicas mais objetivas de avaliação e aprendam a fazer uma boa prova. Existe uma imensidão de atividades pedagógicas que servem para avaliar: leitura, compreensão de texto e trabalho em grupo são apenas alguns exemplos. Mas o mais importante é reconhecer que, ao avaliar um estudante, você, ao mesmo tempo, está avaliando seu trabalho.
(CARLOS HENRIQUE ARAÚJO é sociólogo. Foi diretor de Avaliação de Educação Básica do Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. http://revistaescola.abril.com.br/
planejamento-e-avaliacao/avaliacao/segredo-avaliar-sempre-424739.shtml)
Estão de acordo com o exposto pelo sociólogo Carlos Araújo, EXCETO:
 

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1375018 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
O Compromisso Político-Pedagógico do Professor de Educação Física – Carta de Belo Horizonte – propõe medidas para que o Brasil tenha uma Educação Física de Qualidade nas escolas.
Assinale a alternativa que está em desacordo com esse Compromisso.
 

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1374994 Ano: 2009
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A obrigação tributária compreende as modalidades a seguir:
 

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1374799 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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São pastas que não podem ser excluídas ou renomeadas no Microsoft Outlook Express 6, versão português, EXCETO:
 

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A Administração de Recursos Patrimoniais é parte integrante da gestão cotidiana de uma organização. Acerca deste tema analise as assertivas abaixo, considerando-as V (verdadeiro) ou F(falso) e após escolha a alternativa correta.

1. ( ) A depreciação de um bem é a perda de seu valor, decorrente do uso, deterioração ou obsolescência tecnológica.

2. ( ) Recursos Patrimoniais são instalações utilizadas nas operações do dia-a-dia da empresa, mas que são adquiridas esporadicamente, como prédios, equipamentos e veículos.

3. ( ) A vida econômica de um bem é o período de tempo (geralmente em anos) em que o investimento equivalente de possuir e de descartar o bem é o máximo a partir do custo operacional.

4. ( ) Retorno sobre o Imobilizado é um exemplo de um indicador de desempenho do ativo imobilizado.

A opção que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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1374731 Ano: 2009
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Com relação à artrite reumatoide, devemos considerar como objetivos específicos do tratamento de Terapia Ocupacional:
 

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1374727 Ano: 2009
Disciplina: Odontologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Ao acender o maçarico, sabe-se que produz uma chama cônica. Qual a área mais quente da chama?
 

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ET's de Governador Valadares
Era uma linda e calorosa tarde em Governador Valadares. Os pássaros voavam alto buscando talvez um pouco de ar fresco nas altitudes longínquas do céu. A atmosfera clara de uma luz vívida convidava os voadores a escalar as poucas nuvens que se mostravam como garatujas sólidas em contornos de animais ou objetos que, bastava parar para se observar um pouquinho para adivinhar que bicho era. E o convite não deixava de ser aceito pelos voanautas. Vinham de todos os lugares, de toda parte do Brasil e até do estrangeiro, para apreciar o propício clima quente, no qual se forma bolsões de ar permitindo as asas deltas, os para-drives e outros mecanismos a se suspenderem e a manterem-se longe do solo por um bom tempo.
Ah! Longe já se fora o sonho de Ícaro. O sonho de bater asas como os pássaros. Pudera ele ver hoje como os seus semelhantes tornaram se espertos, aliando-se à natureza para utilizar desta a força, para sobrevoarem as cidades. Ah! Agora é possível sobrevoar os lugares encantados por onde outrora provavelmente viveram os Deuses. Voar sem bater asas, isso Ícaro nem sonhava.
E lá estava a rapaziada nos ares. Seres superiores a Ícaro. Altaneiros e capazes, confiantes no seu poder de domar os ventos. Todo poderosos nos seus pensamentos. Coitados. Nem imaginavam a sua pequeneza. Tais qual Ícaro, estavam praticamente cegos e por quê? Do alto, de muito distante, de muito distante mesmo, de fora da atmosfera, ou melhor, lá do espaço sideral, olhos de fato espertos, há bastante tempo observavam-nos na sua trajetória por sobre o pico maior do Ibituruna. Em idas e vindas subidas e descidas, equilíbrio ou quedas. Eles tinham interesse em aprender também a voar por aqui, no nosso planeta Terra. Melhor, tinham interesse em desenvolver esse tipo de voo, sem dispêndio de energia propulsora, o que ajudaria em muito no desenvolvimento das suas tecnologias avançadas de domínio do espaço maior.
Aí então, quando caía a noite e os terráqueos voadores desciam a montanha lá chegavam eles, em noite sem luar. Com seus objetos leves e acinzentados. Sem nenhum tipo de iluminação para não serem, de forma alguma, observados por quem estivesse em baixo. Primeiro chegava o guardião do sono. Ele vinha voando com asas próprias num voo vertical de alta velocidade e só usava o seu sistema de freio (devia ser alguma coisa tipo pára-quedas de alta eficiência) e pousava do lado de fora da cerca da Torre de Telecomunicações. Sem pestanejar, ele pousava e parecia que se quebrava de imediato, emitindo um alto e seco estalo de ossos, numa posição como se estivesse ajoelhado com um joelho só. Vamos dizer que é como se estivesse rezando e com os braços semilevantados e as extremidades dos membros superiores também eram em número de dois, apontando para cima. Nessa posição ele emitia com seu pensamento uma forte onda de sono que fazia adormecer os dois técnicos que operavam a torre, assim como qualquer ser, homem ou animal que estivesse num raio de uns trezentos metros da redondeza.
Nesta posição ele permaneceria imobilíssimo, enquanto todo o treinamento fosse durar. Daí a pouco então começavam a chegar. Vinham em pequenas embarcações que comportavam cada uma, dois ou três tripulantes. Eram realmente muito leves e alinhadamente se projetavam na trajetória onde durante o dia haviam se projetado os asas deltas e os para-drives. Ah! Era um voo leve e bonito de se ver, se pudessem ser vistos. Aí treinaram noites e noites, anos e anos a fio, sem nenhuma possibilidade de serem descobertos pelos terráqueos.
Muitos e muitos anos se passaram. Muitos e muitos treinos foram realizados com essas embarcações, até que chegou o grande dia, o dia do teste final que seria realizado com a nave grande, que por sua vez vinha sendo preparada também há muito tempo, com as informações obtidas das experiências dos pequenos voadores. Neste dia eles tiveram bastante trabalho. Escolheram um momento propício para a prova, uma noite de chuva torrencial de uma segunda-feira, após a meia noite, quando poucas pessoas aventuram-se a andar ou até mesmo a dirigir carros pelas ruas. Olha que em Governador Valadares, quando chove, cai até canivetes!
Nenhum dos moradores da cidade gosta de ficar zanzando pela rua num dia de chuva assim, ainda mais se é uma segunda feira. Por isso os ET's escolheram um dia como esse. Chegou pontual o guardião do sono. Quebrou as asas com o seco estalo de ossos postando-se imóvel de joelhos e, com o seu poder adormeceu os técnicos da telecomunicação e também os bois que já bem cedo ruminavam por perto.
Atrás dele foram chegando pequenos objetos que não acabava mais. Eles se perfilavam num equilíbrio de retilinidade espantosa, entre o solo e o ar. Os tripulantes se deslizaram de dentro das pequenas naves e vinham a se posicionar a uns cem metros abaixo do pico maior e foram formando um semicírculo na montanha e num determinado momento, coisa muito surpreendente aconteceu, eles, de uma só vez, provocaram aquele enorme estalo, todos juntos, como se fosse um cemitério inteiro de ossos se quebrando e, num só tempo, postaram-se imóveis, de joelhos, todo o exército. Naquela majestosa posição de fieis guardiões, com as mãos estiradas para frente e a atenção voltada para a cidade.
Dentro de poucos minutos toda a cidade adormecia profundamente, inclusive os gatos pingados que perambulavam pelas ruas a pé ou de carro, estes últimos encostavam-se à calçada ou nos postos de gasolina para tirarem um inexplicável cochilo. Aí foi que a coisa começou a acontecer de fato. A grande nave se aproximou com suas luzes multicoloridas e seu ronco musicado que encantaria a qualquer ser vivente que pudesse ter visto e ouvido.
Infelizmente não houve mesmo mais ninguém que tenha visto, pois não sobrou mais ninguém que, em normal situação pudesse ter se livrado do processo hipnótico. Mesmo aqueles que porventura adormeceram na rua não tiveram noção exata do que havia acontecido após despertarem, pois acordaram tontos muito tontos e não discerniam nada daqueles sonhos estranhos que tiveram, na verdade provocados pelo efeito da hipnose.
No outro dia Valadares estava tão quente que achavam que até ao meio dia todos iriam morrer cozidos. Muitos e muitos se deslocaram para as margens do Rio Doce para banharem-se nas suas águas terrosas. Porém ninguém sabia o porquê de tanto calor, ninguém sabia o porquê de tanta sonolência, ninguém sabia de nave nenhuma e muito menos de ET's. E os ET's também não compreenderam nada. Os guardiões do sono e suas respectivas asas-deltas ou paradrives à moda deles já haviam se recolhido, obedecendo à ordem telepática dada.
Colocaram a nave no ar, seguindo exatamente o caminho por onde voavam os terráqueos, porém os controles, sem nenhuma explicação, pararam de obedecer. Os pilotos meio estonteados pelo descomunal calor que começou a fazer nesta madrugada, não obstante antes ter chovido muito, perderam completamente o controle do seu veículo que já voava numa velocidade estupenda.
Perdido o efeito de anulação da força gravitacional, a nave foi de encontro ao solo de terra fofa e vermelha, levantando um quilômetro de pó, e ali se afundou no impacto surpreendente, deslizando-se e alastrando-se sob a terra macia por mais de um quilômetro vindo a parar exatamente onde, num futuro próximo estaria sendo construído um atalho da rodovia MG-381.
Tenho comigo uma foto que, se bem observada, dá para se notar a saliência provocada pela calota dessa nau, que parece encontrar-se até hoje escondida no local e provavelmente destruída, a uma profundidade nem tão grande, cerca de trinta ou quarenta metros abaixo do solo.
Dá também para se observar na foto que a direção da rodovia, nesse trecho, é exatamente a direção do pico do Ibituruna, de onde os povos terrestres ou extraterrestres saltavam. Dizem que os tratores não obedeciam às tentativas de manobra dos operadores e impulsionados por força magnética ou ainda por influência residual das ordens mentais dos guardiões hipnotizadores, traçaram a estrada por cima do caminho que a nave percorreu e até hoje, se bem observado, vê-se no dorso de pedra do grande pico do Ibituruna um rastro de mais de quilômetro, gravado pelas energias caloríficas da descontrolada nave.
(Borges de Assis. Curitiba / PR. Publicado na Antologia de Contos Fantásticos - Volume 18 -
Novembro de 2008; disponível em http://www.camarabrasileira.com/acol18-021.htm)
Atente para os itens sublinhados:
I. Aí foi que a coisa começou a acontecer de fato.
II. E os ET's também não compreenderam nada.
III. "Porém ninguém sabia o porquê de tanto calor..."
A afirmação CORRETA é:
 

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1374725 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Muitas bibliotecas oferecem, por meio de links dispostos em suas homepages, o serviço denominado Fale conosco ou Fale com o bibliotecário. Esse serviço constitui uma estratégia de:
 

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1374526 Ano: 2009
Disciplina: Odontologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Os sinais e sintomas de uma reação alérgica gerado por anestésicos podem ser suaves ou graves, imediatos ou retardados. Em geral, quanto mais rápido for o início dos sintomas após a exposição aos alérgenos, provavelmente mais grave será a reação.
Assinale a alternativa que NÃO seja considerada uma reação alérgica imediata:
 

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