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A questão abaixo se refere ao livro: Escola e Democracia: teorias da educação
Saviani (1989) classifica as teorias educacionais em dois grupos, as teorias não-críticas e as teorias crítico-reprodutivas. No primeiro grupo, inserem-se as teorias que entendem a educação como uma superação da marginalidade, enquanto que no segundo entendem a educação como um fator de marginalização.
Analise e complete as afirmativas abaixo:
I. A busca pela minimização das interferências subjetivas, visando à máxima eficiência da educação é um dos principais pontos desta teoria, formulada em meados do século XX. A organização racional passa a ser o elemento principal, delegando a posição secundária aos alunos e professores, que são apenas executores, de um planejamento de especialistas. Trata-se da abordagem denominada: _________________________________
II. Formulada no final século XIX, esta teoria coloca o aluno no papel principal e o professor como um estimulador da aprendizagem. A aprendizagem seria um processo espontâneo, decorrente do ambiente estimulante, que se dá pela relação entre aluno e professor, e ao agrupamento dos alunos segundo as suas próprias áreas de interesse. Trata-se da ____________________________.
III. Essa teoria foi inspirada no princípio de que a educação é um direito de todos e dever do estado. Seu papel é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela sociedade de maneira lógica e tem como centro o professor, que transmite esse conhecimento aos alunos. Trata-se da abordagem denominada _________________________________.
A opção que identifica adequadamente as abordagens acima é:
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ET's de Governador Valadares
Era uma linda e calorosa tarde em Governador Valadares. Os pássaros voavam alto buscando talvez um pouco de ar fresco nas altitudes longínquas do céu. A atmosfera clara de uma luz vívida convidava os voadores a escalar as poucas nuvens que se mostravam como garatujas sólidas em contornos de animais ou objetos que, bastava parar para se observar um pouquinho para adivinhar que bicho era. E o convite não deixava de ser aceito pelos voanautas. Vinham de todos os lugares, de toda parte do Brasil e até do estrangeiro, para apreciar o propício clima quente, no qual se forma bolsões de ar permitindo as asas deltas, os para-drives e outros mecanismos a se suspenderem e a manterem-se longe do solo por um bom tempo.
Ah! Longe já se fora o sonho de Ícaro. O sonho de bater asas como os pássaros. Pudera ele ver hoje como os seus semelhantes tornaram se espertos, aliando-se à natureza para utilizar desta a força, para sobrevoarem as cidades. Ah! Agora é possível sobrevoar os lugares encantados por onde outrora provavelmente viveram os Deuses. Voar sem bater asas, isso Ícaro nem sonhava.
E lá estava a rapaziada nos ares. Seres superiores a Ícaro. Altaneiros e capazes, confiantes no seu poder de domar os ventos. Todo poderosos nos seus pensamentos. Coitados. Nem imaginavam a sua pequeneza. Tais qual Ícaro, estavam praticamente cegos e por quê? Do alto, de muito distante, de muito distante mesmo, de fora da atmosfera, ou melhor, lá do espaço sideral, olhos de fato espertos, há bastante tempo observavam-nos na sua trajetória por sobre o pico maior do Ibituruna. Em idas e vindas subidas e descidas, equilíbrio ou quedas. Eles tinham interesse em aprender também a voar por aqui, no nosso planeta Terra. Melhor, tinham interesse em desenvolver esse tipo de voo, sem dispêndio de energia propulsora, o que ajudaria em muito no desenvolvimento das suas tecnologias avançadas de domínio do espaço maior.
Aí então, quando caía a noite e os terráqueos voadores desciam a montanha lá chegavam eles, em noite sem luar. Com seus objetos leves e acinzentados. Sem nenhum tipo de iluminação para não serem, de forma alguma, observados por quem estivesse em baixo. Primeiro chegava o guardião do sono. Ele vinha voando com asas próprias num voo vertical de alta velocidade e só usava o seu sistema de freio (devia ser alguma coisa tipo pára-quedas de alta eficiência) e pousava do lado de fora da cerca da Torre de Telecomunicações. Sem pestanejar, ele pousava e parecia que se quebrava de imediato, emitindo um alto e seco estalo de ossos, numa posição como se estivesse ajoelhado com um joelho só. Vamos dizer que é como se estivesse rezando e com os braços semilevantados e as extremidades dos membros superiores também eram em número de dois, apontando para cima. Nessa posição ele emitia com seu pensamento uma forte onda de sono que fazia adormecer os dois técnicos que operavam a torre, assim como qualquer ser, homem ou animal que estivesse num raio de uns trezentos metros da redondeza.
Nesta posição ele permaneceria imobilíssimo, enquanto todo o treinamento fosse durar. Daí a pouco então começavam a chegar. Vinham em pequenas embarcações que comportavam cada uma, dois ou três tripulantes. Eram realmente muito leves e alinhadamente se projetavam na trajetória onde durante o dia haviam se projetado os asas deltas e os para-drives. Ah! Era um voo leve e bonito de se ver, se pudessem ser vistos. Aí treinaram noites e noites, anos e anos a fio, sem nenhuma possibilidade de serem descobertos pelos terráqueos.
Muitos e muitos anos se passaram. Muitos e muitos treinos foram realizados com essas embarcações, até que chegou o grande dia, o dia do teste final que seria realizado com a nave grande, que por sua vez vinha sendo preparada também há muito tempo, com as informações obtidas das experiências dos pequenos voadores. Neste dia eles tiveram bastante trabalho. Escolheram um momento propício para a prova, uma noite de chuva torrencial de uma segunda-feira, após a meia noite, quando poucas pessoas aventuram-se a andar ou até mesmo a dirigir carros pelas ruas. Olha que em Governador Valadares, quando chove, cai até canivetes!
Nenhum dos moradores da cidade gosta de ficar zanzando pela rua num dia de chuva assim, ainda mais se é uma segunda feira. Por isso os ET's escolheram um dia como esse. Chegou pontual o guardião do sono. Quebrou as asas com o seco estalo de ossos postando-se imóvel de joelhos e, com o seu poder adormeceu os técnicos da telecomunicação e também os bois que já bem cedo ruminavam por perto.
Atrás dele foram chegando pequenos objetos que não acabava mais. Eles se perfilavam num equilíbrio de retilinidade espantosa, entre o solo e o ar. Os tripulantes se deslizaram de dentro das pequenas naves e vinham a se posicionar a uns cem metros abaixo do pico maior e foram formando um semicírculo na montanha e num determinado momento, coisa muito surpreendente aconteceu, eles, de uma só vez, provocaram aquele enorme estalo, todos juntos, como se fosse um cemitério inteiro de ossos se quebrando e, num só tempo, postaram-se imóveis, de joelhos, todo o exército. Naquela majestosa posição de fieis guardiões, com as mãos estiradas para frente e a atenção voltada para a cidade.
Dentro de poucos minutos toda a cidade adormecia profundamente, inclusive os gatos pingados que perambulavam pelas ruas a pé ou de carro, estes últimos encostavam-se à calçada ou nos postos de gasolina para tirarem um inexplicável cochilo. Aí foi que a coisa começou a acontecer de fato. A grande nave se aproximou com suas luzes multicoloridas e seu ronco musicado que encantaria a qualquer ser vivente que pudesse ter visto e ouvido.
Infelizmente não houve mesmo mais ninguém que tenha visto, pois não sobrou mais ninguém que, em normal situação pudesse ter se livrado do processo hipnótico. Mesmo aqueles que porventura adormeceram na rua não tiveram noção exata do que havia acontecido após despertarem, pois acordaram tontos muito tontos e não discerniam nada daqueles sonhos estranhos que tiveram, na verdade provocados pelo efeito da hipnose.
No outro dia Valadares estava tão quente que achavam que até ao meio dia todos iriam morrer cozidos. Muitos e muitos se deslocaram para as margens do Rio Doce para banharem-se nas suas águas terrosas. Porém ninguém sabia o porquê de tanto calor, ninguém sabia o porquê de tanta sonolência, ninguém sabia de nave nenhuma e muito menos de ET's. E os ET's também não compreenderam nada. Os guardiões do sono e suas respectivas asas-deltas ou paradrives à moda deles já haviam se recolhido, obedecendo à ordem telepática dada.
Colocaram a nave no ar, seguindo exatamente o caminho por onde voavam os terráqueos, porém os controles, sem nenhuma explicação, pararam de obedecer. Os pilotos meio estonteados pelo descomunal calor que começou a fazer nesta madrugada, não obstante antes ter chovido muito, perderam completamente o controle do seu veículo que já voava numa velocidade estupenda.
Perdido o efeito de anulação da força gravitacional, a nave foi de encontro ao solo de terra fofa e vermelha, levantando um quilômetro de pó, e ali se afundou no impacto surpreendente, deslizando-se e alastrando-se sob a terra macia por mais de um quilômetro vindo a parar exatamente onde, num futuro próximo estaria sendo construído um atalho da rodovia MG-381.
Tenho comigo uma foto que, se bem observada, dá para se notar a saliência provocada pela calota dessa nau, que parece encontrar-se até hoje escondida no local e provavelmente destruída, a uma profundidade nem tão grande, cerca de trinta ou quarenta metros abaixo do solo.
Dá também para se observar na foto que a direção da rodovia, nesse trecho, é exatamente a direção do pico do Ibituruna, de onde os povos terrestres ou extraterrestres saltavam. Dizem que os tratores não obedeciam às tentativas de manobra dos operadores e impulsionados por força magnética ou ainda por influência residual das ordens mentais dos guardiões hipnotizadores, traçaram a estrada por cima do caminho que a nave percorreu e até hoje, se bem observado, vê-se no dorso de pedra do grande pico do Ibituruna um rastro de mais de quilômetro, gravado pelas energias caloríficas da descontrolada nave.
(Borges de Assis. Curitiba / PR. Publicado na Antologia de Contos Fantásticos - Volume 18 -
Novembro de 2008; disponível em http://www.camarabrasileira.com/acol18-021.htm)
Dada a construção do texto, infere-se que o evento apresentado:
I. realmente ocorreu, às margens do Rio Doce.
II. transformou verdadeiramente a vida dos moradores de Governador Valadares.
III. alude a fato que faz parte do “folclore” da cidade.
IV. é o aproveitamento ficcional de assunto do senso comum.
São CORRETAS as afirmações:
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1394704
Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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O planejamento da arborização urbana é necessário para o plantio de espécies adequadas e evitar a interferência com os bens e serviços públicos, sendo CORRETO afirmar:
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1394692
Ano: 2009
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale a correspondência INCORRETA:
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Planejar é pensar sobre aquilo que existe, sobre o que se quer alcançar, com que meio se pretende agir e como avaliar o que se pretende atingir. Sendo assim, podemos dizer que todo planejamento requer:
I. conhecimento da realidade, das suas urgências, necessidades e tendências;
II. definição de objetivos claros e significativos;
III. determinação de meios e de recursos possíveis, viáveis e disponíveis;
IV. estabelecimentos de critérios e de princípios de avaliação para o processo de planejamento e execução.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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1394639
Ano: 2009
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Na relação conforto lumínico e arquitetura, o processo visual consta de duas partes: o estímulo físico da luz sobre os olhos e a sensação que este estímulo provoca. O estímulo é objetivo: a sensação é subjetiva.
Para melhor performance de iluminação para projeto de habitação, é correto fixar critérios distintos de desempenho luminotécnico para os espaços de moradia, EXCETO:
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1394279
Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Sobre a utilização da técnica de Observação Pessoal, durante a execução de uma análise administrativa em uma organização, analise as assertivas abaixo considerando-as V (verdadeiro) ou F (falso):
1. ( ) É uma técnica de custo muito alto, se levarmos em conta o tempo que toma da equipe de analistas e dos entrevistados, de modo geral.
2. ( ) As observações de tarefas administrativas, quando realizadas em épocas em que o serviço não pode ser caracterizado como normal, podem, às vezes, indicar erroneamente certas falhas.
3. ( ) A presença de um observador, em qualquer local de trabalho, mesmo animado das melhores intenções, é sempre um fator que pode causar perturbações às pessoas encarregadas das tarefas sob observação.
4. ( ) A observação pessoal é, na maioria, ou na quase totalidade das vezes, completamente isenta das contaminações políticas ou pessoais oriundas das relações institucionais;
A opção que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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1394251
Ano: 2009
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Analise as seguintes afirmativas sobre os modelos de processos de software:
I. O modelo em cascata considera as atividades de especificação, desenvolvimento, validação e evolução e as apresenta como fases de processo separadas.
II. O desenvolvimento evolucionário se baseia nos modelos de entrega incremental e desenvolvimento espiral.
III. A engenharia de software baseada em componentes se baseia em componentes reusáveis.
São VERDADEIRAS as afirmativas:
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Originalmente foram descritos por suas atividades antivirais. É capaz de ativar macrófagos induzindo a expressão de moléculas CPH de classe I e II, aumentando a produção de IL-1 e de peróxido de hidrogênio e a destruição de células tumorais. Tem sido útil como um agente terapêutico na doença granulomatosa crônica (CGD).
Os dados se referem à(ao):
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