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Foram encontradas 71 questões.

1733265 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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A questão refere-se à imagem exposta em uma propaganda para a marca Gatorade, repositor hidroeletrolítico ou isotônico produzido pela Quaker OatsCompany, atualmente uma divisão da PepsiCo, e comercializada em vários países.

Leia-a e observe-a com muita atenção.

enunciado 1733265-1

Disponível em: <http://murilomoreno.wordpress.com/2010/02/16/propaganda-quando-boa-boa-mesmo-viii/>. Acesso em: 6 dez. 2017. Adaptado.

A representação dos objetos apresentados para a compreensão dos interlocutores na linguagem não verbal, de acordo ao contexto da linguagem verbal utilizada, refere-se:

 

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1733264 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Leia o texto para responder a seguir.

Língua e Poder

“A terapia teve um efeito idiossincrático com prognóstico favorável em caso de pronta supressão”. Essa frase, enigmática para os não-iniciados na área médica, não significa muito mais do que “o remédio teve efeito contrário, mas não causará problemas se for suspenso logo”.

Esse é um dos exemplos de jargão(*) que consta da reportagem sobre linguagens técnicas publicada no caderno Sinapse. O jargão é de fato inevitável, mas isso não significa que ele deva ser empregado em todas as ocasiões. Com efeito, toda profissão, do telemarketing à física de partículas, acaba por desenvolver um vocábulo específico, muitas vezes impenetrável para o leigo. Não apenas neologismos são criados, como palavras comuns podem ter sua significação alterada.

Em alguns casos, trata-se de uma necessidade. O jargão, no mínimo, economiza palavras, concentrando carga informativa em termos específicos. Quando um médico fala em “miocardiopatia idiopática”, ele está, na verdade, dizendo um pouco mais do que apenas “problemas cardíacos de causa ignorada”. No subtexto, um outro médico compreenderá que o paciente sofre de moléstia cardíaca de origem desconhecida e para a qual já foram descartadas as causas que mais comumente provocam doenças do coração.

Em determinadas áreas científicas, os próprios objetos de estudo não passam de jargão. É o caso, por exemplo, da linguística, com seus morfemas, sintagmas e lexemas, e da física de partículas, com seus quarks, glúons e léptons. No limite, sem o jargão, os fenômenos estudados não podem nem ser enunciados.

Reconhecer a importância e a necessidade do jargão em certas situações não significa chancelar seu uso indiscriminado. Um médico ou um advogado que se dirijam a seus clientes em linguagem técnica incompreensível estão, na verdade, atendendo muito mal ao consumidor, que deve ter, em todas as ocasiões, acesso a uma explicação completa de sua situação em linguagem acessível.

Infelizmente, as coisas nem sempre se passam assim. Desde que o mundo é mundo, profissionais de uma determinada área tendem a unir-se para manter sua arte impenetrável para o público em geral e, assim, aumentar seu poder. Não foi por outra razão que os escribas do Antigo Egito complicaram desnecessariamente a escrita hieroglífica: era uma forma de conservarem e até de ampliarem sua posição hierárquica. Os tempos e as ciências mudaram, mas o princípio de complicar para valorizar-se permanece em vigor.

Não devemos, é claro, ser ingênuos e acreditar que poderemos promover a plena igualdade através da língua. Democracia é, antes de mais nada, a arte de negociar, de aplicar o bom senso na solução de problemas. Nesse sentido, o bom profissional é aquele capaz de comunicar-se no melhor jargão com seus colegas, mas que consegue, sem grandes perdas, fazer-se entender pelo leigo. Os que ostensivamente abusam da linguagem técnica tendem a ser os menos capazes, os que mais precisam afirmar-se para não perder poder.

(*) jargão = gíria profissional

Editorial – Folha de São Paulo, 2015.

A alternativa em que o uso do jargão está relacionado ao poder é:

 

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1733263 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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A charge a seguir ironiza a situação política no Brasil, ligada ao efeito da Reforma Ortográfica.

enunciado 1733263-1Disponível em: <http://blogdomarson.zip.net/images/reforma-ortografica.JPG>. Acesso em: 28 nov. 2017. Adaptado.

A ironia que pode ser identificada na charge é o fato de o presidente do Brasil:

 

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1733262 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Considere a placa a seguir.

enunciado 1733262-1

Disponível em: <www1.an.com.br>. Acesso em 23 nov. 2017.

Analise as afirmações abaixo, considerando os efeitos discursivos pretendidos com os alcançados durante a leitura da placa:

I. O texto destina à regulamentação de esfera pública.

II. A presença da ambiguidade de ordem semântica interfere na coerência textual.

III. O pleonasmo é de praxe neste gênero textual, evidenciando o rigor da proibição.

IV. A placa informa que todo o comércio ambulante é proibido no município, o qual não possui alvará.

Estão corretas:

 

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1733261 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Considere a placa abaixo para responder à questão proposta.

enunciado 1733261-1

Disponível em: <www.amigosdemaua.net/placas_erradas_RJ>. Acesso em: 20 nov.2017.

Uma nova redação à placa para ajustar a concordância nominal poderia ser:

 

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1733260 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Leia o artigo de opinião de André Barcinski.


O futuro chegou – e não é nada bonito

1 Em 2008, Chris Anderson, na época editor da revista de tecnologia Wired, lançou um livro muito influente, “A Cauda Longa”, no qual dizia que a imensa oferta de produtos na Internet acarretaria em uma democratização de vendas e de informação. A tese fazia sentido: mesmo que as grandes corporações tivessem meios mais eficientes de vender suas mercadorias, o consumidor acabaria encontrando maneiras de adquirir o que quisesse. Anderson era um otimista.

2 Mas não levou nem sete anos para sua ideia se mostrar furada. Uma nova publicação, Culture Crash, de Scott Timberg, mostra que os sonhos utópicos da democracia digital viraram pó. A obra, cujo subtítulo é “A Morte da Classe Criativa”, prova, por dados, que nunca se leu tão pouco, que os lucros de vendas de livros e discos nunca foram tão injustamente divididos, e que toda a classe artística – de pintores a músicos, de cineastas a arquitetos, de jornalistas a escritores – nunca viveu tão mal e ganhou tão pouco.

3 Segundo Timberg, as únicas favorecidas no tsunami digital que varreu o mundo na última década foram as empresas de tecnologia. A tão propagada era de informação livre e com acesso direto ao consumidor, que fez muita gente acreditar num mundo ideal para os artistas, sem a interferência de gravadoras e intermediários, não aconteceu.

4 Em vez disso, o que temos é um mundo cada vez mais ignorante e homogêneo. [...] O percentual de norte-americanos que creem que o aquecimento global é resultado da interferência humana caiu de 75%, em 2001, para 44%, em 2012. Índices de leitura e interesse em cultura chegaram aos níveis mais baixos já registrados. As pessoas nunca foram tão mal informadas sobre política e temas sociais.

5 O futuro chegou. E é bem diferente daquele pintado pelos arautos da revolução digital.


Disponível em: <http://www.azulmagazine.com.br/v1/?p=9915> Acesso em: 28 nov. 2017.

O verbo “aconteceu”, ao final do terceiro parágrafo, está flexionado de acordo com a variedade padrão, pois concorda com o termo:

 

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1733259 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Leia com atenção o texto a seguir e responda à questão.

Por que acreditamos?

O medo da morte e a necessidade de dar um sentido à vida nos aproximam da fé. Mas um cientista americano garante: nascemos geneticamente "programados" para acreditar.

por Tarso Augusto

O poeta português Fernando Pessoa atribuiu boa parte de sua obra a 3 heterônimos - Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos –, cada qual com uma opinião sobre Deus. Caeiro era o que não acreditava –, nem Nele, nem em qualquer outro "sentido íntimo das cousas", como se referia a tudo que é transcendente. Mas reconhecia o tremendo desconforto, por causa da falta de fé, de viver sem explicação para o sentido da vida. No poema O Guardador de Rebanhos, Caeiro inveja a tranquilidade das árvores: "A de não saber para que vivem nem saber que não o sabem".

Para alguns estudiosos da relação entre o homem e o divino, esse incômodo do poeta – ou a angústia diante das coisas inexplicáveis do mundo – é o que leva boa parte da humanidade a acreditar que, por trás de tudo, existe uma força superior. "Temos consciência, e ela nos obriga a procurar um sentido para a vida", diz o filósofo Mário Sérgio Cortella, professor do Departamento de Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo.

Instinto básico

Desse ponto de vista, acreditar em Deus funcionaria, por exemplo, como um conforto diante da inevitabilidade da morte. E emprestaria propósito à existência – pois nossa "passagem" pela Terra seria apenas uma das etapas a ser cumpridas. "Quando estamos numa cidade estrangeira, ficamos inseguros. É sempre assim: precisamos construir algo ao nosso redor que nos dê segurança", afirma o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, também professor da PUC de São Paulo. "Queremos entender e dar sentido a tudo que nos cerca. E a crença em Deus atende a essa necessidade elementar."

Com o avanço experimentado por todas as áreas do conhecimento nos últimos 150 anos, a fé teve de se adaptar. Mas não deu qualquer sinal de fragilidade. Ao contrário: nunca na história tantas pessoas acreditaram em alguma forma de Deus. Para Ribeiro, a razão é simples. "Quanto mais compreendemos o mundo, mais percebemos que não controlamos nada", diz o teólogo. "O conceito de que tudo é fruto do acaso não parece convincente para muitas pessoas. Há quem aceite essa hipótese e viva bem com ela. Mas há quem prefira acreditar em Deus."

Disponível em: <http://super.abril.com.br/religiao/acreditamos-619247.shtml>. Acesso em: 3 dez. 2017, (adaptado).

De acordo com os textos e dentro do debate sobre a relação do homem com o divino (segundo o texto), o professor da PUC, Mário Sérgio Cortella, declara que:

 

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1733258 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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A seguir, leia o fragmento do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e responda a questão:

“Não obstante os meus quarenta e tantos anos, como eu amasse a harmonia da família, entendi não tratar o casamento sem primeiro falar ao Cotrim. Ele ouviu-me e respondeu-me seriamente que não tinha opinião em negócio de parentes seus. Podiam supor-lhe algum interesse, se acaso louvasse as raras prendas de Nhã-Loló; por isso calava-se. Mais: estava certo de que a sobrinha nutria por mim verdadeira paixão, mas se ela o consultasse, o seu conselho seria negativo. Não era levado por nenhum ódio; apreciava as minhas boas qualidades, - não se fartava de as elogiar, como era de justiça; e pelo que respeita a Nhã-Loló, não chegaria jamais a negar que era noiva excelente; mas daí a aconselhar o casamento ia um abismo.

– Lavo inteiramente as mãos, concluiu ele.

– Mas você achava outro dia que eu devia casar quanto antes...

– Isso é outro negócio. Acho que é indispensável casar, principalmente tendo ambições políticas. Saiba que na política o celibato é uma rêmora* . Agora, quanto à noiva, não posso ter voto, não quero, não devo, não é de minha honra.”

ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ática, 1987.

Remora - sf Zoofilia Peixe Marinho de menos de 40cm de comprimento que tem ventosa no alto da cabeça, o que lhe permite fixar-se a qualquer sólido e ser assim conduzido por outros peixes, cetáceos e até barcos. (Os antigos acreditavam que as rêmoras eram capazes de deter navios.)

“Mais: estava certo de que a sobrinha nutria por mim verdadeira paixão, mas se ela o consultasse, o seu conselho seria negativo”.

Conforme a correlação dos tempos dos verbos grifados, a alternativa em que a mantém, respectivamente, sem inadequação de sentido é:

 

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1733257 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Leia o fragmento de texto para responder as questões.

enunciado 1733257-1

Reduzir a poluição causada pelos aerossóis – partículas em suspensão na atmosfera, compostas principalmente por fuligem e enxofre – pode virar um enorme tiro pela culatra. Estudo de pesquisadores britânicos e alemães revelou que os aerossóis, na verdade, seguravam o aquecimento global. Isso porque eles rebatem a luz solar para o espaço, estimulando a formação de nuvens – que também funcionam como barreiras para a energia do sol. Ainda é difícil quantificar a influência exata dos aerossóis nesse processo todo, mas as estimativas mais otimistas indicam que, sem eles, a temperatura global poderia subir 4ºC até 2100 – as pessimistas falam em um aumento de até 10ºC, o que nos colocaria “dentro” de uma churrasqueira. Como os aerossóis podem causar doenças respiratórias, o único jeito de lutar contra a alta dos termômetros é diminuir as emissões de gás carbônico, o verdadeiro vilão da história.


Revista Superinteressante.

O termo “pessimistas”, presente no texto, está relacionado às:

 

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1733256 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Iomerê-SC
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Leia as asserções abaixo.


I - A avaliação não é unilateral ou monológica, mas dialógica. Deve realizar-se num espaço em que sejam considerados aquele que ensina, aquele que aprende e a relação intrínseca que se estabelece entre todos os participantes do processo de aprendizado.


PORQUE


II - Não se aplica apenas ao aluno, considerando unicamente as expectativas de aprendizagem, mas aplica-se às condições oferecidas para que isso ocorra: avaliar a aprendizagem implica avaliar também o ensino oferecido.


Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (1998), terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental, no item Avaliação na Prática Educativa. Disponível em: . Acesso em: 02 dez. 2017.

Assinale a alternativa correta:

 

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