Foram encontradas 490 questões.
Os nomes de localidades podem refletir características naturais ou culturais do espaço. Considerando a origem do termo “Ipu”,
é correto afirmar que:
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Entre os elementos naturais presentes no município de Ipu (CE), há uma formação geográfica destacada como importante
atrativo local. A formação em questão:
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No processo de formação histórica do município de Ipu (CE), as relações entre colonizadores e populações indígenas assumiram
características específicas. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
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Mudanças estruturais podem alterar significativamente a dinâmica urbana e econômica de um município. No caso de Ipu (CE),
assinale a alternativa correta.
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A constituição histórica de Ipu (CE) envolve elementos naturais, ocupação territorial e processos coloniais. Considerando essas
dimensões, podemos afirmar que:
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• Texto para a questão.
INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS
A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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• Texto para a questão.
INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS
A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS
A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS
A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
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A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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