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Em um ambulatório de Fonoaudiologia de um serviço municipal no interior d , Jorge, 22 anos, procurou atendimento a Paraíba relatando histórico de dificuldades na fala desde a infância, com impacto em situações sociais e profissionais. Durante a avaliação clínica, o profissional observou alterações no ritmo da fala e episódios recorrentes de disfluência que interferem na comunicação funcional.
De acordo com a literatura científica, é CORRETO afirmar que a gagueira:
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Uma fonoaudióloga do serviço municipal de saúde foi acionada para apoiar um programa de desenvolvimento de lideranças após reclamações recorrentes de que alguns gestores “não sustentam credibilidade” nas reuniões, apesar de domínio técnico. Em observação clínico-funcional de situações reais de fala pública, notou-se em determinados gestores: taxa de elocução reduzida, segmentação excessiva do encadeamento prosódico (quebras frequentes de grupos prosódicos), intensidade global discreta, baixa modulação expressiva e episódios de elevação de pitch em momentos de cobrança.
Considerando os conhecimentos da Fonoaudiologia sobre voz profissional, expressividade vocal e elementos prosódicos na comunicação, é CORRETO afirmar que:
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A partir desse contexto, a e as asserções a seguir e a relação entre elas.
I- A organização da linha de cuidado ao AVC no SUS prevê a atuação de equipes multiprofissionais no atendimento e na reabilitação dos pacientes acometidos por essa condição.
PORQUE
II- A ausência de encaminhamento para reabilitação fonoaudiológica em situações como a descrita no caso clínico pode indicar fragilidades na integração dos profissionais de saúde nas equipes multidisciplinares, refletindo dificuldades na operacionalização das diretrizes de cuidado ao paciente com AVC.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
Juvêncio, 61 anos, foi admitido na emergência do hospital regional de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade de João Pessoa com quadro súbito de fraqueza em hemicorpo direito, alteração da fala e dificuldade para se comunicar verbalmente. Possuía histórico de hipertensão arterial sistêmica, em uso irregular de medicação anti-hipertensiva, e escolaridade formal inferior a cinco anos.
Após avaliação médica e exames de imagem, foi confirmado diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do tipo isquêmico, o qual atingiu áreas corticais motoras relacionadas ao controle da fala. Durante o período de internação hospitalar, com duração aproximada de cinco dias, observou-se que o paciente apresentava fala imprecisa, paresia facial, esforço articulatório aumentado, redução da inteligibilidade e lentificação na produção verbal, embora mantivesse preservada a compreensão das ordens simples no contexto hospitalar.
Durante a internação, o prontuário indicava dificuldades na comunicação oral; porém, não constavam solicitações formais de avaliação fonoaudiológica durante a internação, tampouco orientações específicas relacionadas à reabilitação da comunicação no momento da alta hospitalar. A equipe assistencial priorizou a estabilização clínica e o manejo das condições neurológicas e cardiovasculares associadas.
No momento da alta, a esposa do paciente foi orientada a manter acompanhamento na rede básica de saúde, sem menção explícita à necessidade de encaminhamento para avaliação ou reabilitação fonoaudiológica, apesar das alterações comunicativas observadas ao longo da hospitalização.
I- A reabilitação fonoaudiológica é mais efetiva quando iniciada precocemente, mas não há evidências de que ela contribua para a diminuição do tempo de internação hospitalar.
II- A atuação precoce do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar contribui para a recuperação das habilidades linguísticas e alimentares, além de reduzir o tempo de internação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
III- A presença de fonoaudiólogos nas equipes multidisciplinares ainda tem sua necessidade discutida, por falta de diretrizes formais de implementação no âmbito do SUS até a consolidação da linha de cuidado do AVC.
IV- A ausência de fonoaudiólogos nas equipes hospitalares pode estar relacionada, entre outros fatores, ao desconhecimento de profissionais de saúde sobre a importância da reabilitação fonoaudiológica em pacientes com AVC .
V- Apesar dos esforços em divulgar a importância da atuação fonoaudiológica, ainda é comum que muitos pacientes internados por AVC apresentem distúrbios de comunicação oral, mas não recebam atendimento fonoaudiológico durante a internação ou encaminhamento após a alta.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
Juvêncio, 61 anos, foi admitido na emergência do hospital regional de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade de João Pessoa com quadro súbito de fraqueza em hemicorpo direito, alteração da fala e dificuldade para se comunicar verbalmente. Possuía histórico de hipertensão arterial sistêmica, em uso irregular de medicação anti-hipertensiva, e escolaridade formal inferior a cinco anos.
Após avaliação médica e exames de imagem, foi confirmado diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do tipo isquêmico, o qual atingiu áreas corticais motoras relacionadas ao controle da fala. Durante o período de internação hospitalar, com duração aproximada de cinco dias, observou-se que o paciente apresentava fala imprecisa, paresia facial, esforço articulatório aumentado, redução da inteligibilidade e lentificação na produção verbal, embora mantivesse preservada a compreensão das ordens simples no contexto hospitalar.
Durante a internação, o prontuário indicava dificuldades na comunicação oral; porém, não constavam solicitações formais de avaliação fonoaudiológica durante a internação, tampouco orientações específicas relacionadas à reabilitação da comunicação no momento da alta hospitalar. A equipe assistencial priorizou a estabilização clínica e o manejo das condições neurológicas e cardiovasculares associadas.
No momento da alta, a esposa do paciente foi orientada a manter acompanhamento na rede básica de saúde, sem menção explícita à necessidade de encaminhamento para avaliação ou reabilitação fonoaudiológica, apesar das alterações comunicativas observadas ao longo da hospitalização.
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- Nutrição ClínicaDietoterapia
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