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A produção do saber-poder colonial no Brasil
O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.
Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ]
https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
I- A produção de obras para as escolas brasileiras seguiu o caminho do eurocentrismo, elegendo o homem europeu, branco, cristão e heterossexual como modelo de inteligência, domínio da natureza e produção de conhecimento.
II- Desde o trabalho educacional dos Jesuítas para catequisar os povos indígenas até século XXI, o ensino no Brasil passou por várias transformações. Porém, a independência do país não eliminou a mentalidade racista cultivada e reproduzida no país. A colonialidade produz efeitos duradouros e seus mecanismos de poder-saber perpetuam-se nas subjetividades e nas práticas tanto cotidianas, quanto institucionalizadas.
III- As Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 obrigam a alteração do currículo escolar, favorecendo abordagens multiculturais. O contexto que embasa essas Leis advém da constatação do epistemicídio perpetrado ao longo da história do Brasil, favorecendo vertentes eurocêntricas que impuseram a monoculturalidade, dominando as instituições educacionais.
IV- Atualmente podemos perceber, de forma homogênea, devido às novas políticas educacionais, que o material didático implementado no ensino de História no Brasil erradicaram a mentalidade racista, favorecendo a inclusão e abordagens multiculturais.
É CORRETO o que se afirma em:
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A produção do saber-poder colonial no Brasil
O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.
Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ]
https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
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- Teoria em HistóriaMedievalidade Europeia
- Teoria em HistóriaMovimentos de Reforma Religiosa: protestantes e católicos
- História Geral
“A noção de heresia tendeu a se referir em meados do século XII principalmente a um desvio ou rompimento em relação à Igreja ‘ ’ enquanto instituição concretamente estabelecida, ao seu projeto universal, à sua legitimidade como único guia da religiosidade na cristandade ocidental”
Fonte: BARROS, José D'Assunção Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano II, n. 6 Fev. 2010 - http://www.dhi.uem.br/gtreligiao p. 6) Acesso em 18 /04/2026 às 19:30).
Quanto a esta temática analise as afirmativas a seguir:
I- Para a Igreja do século XII a prática de uma vida apostólica baseada na Imitação de Cristo já conferiria o direito de pregar o Evangelho, verdade esta que se materializa com o advento das ordens mendicantes.
II- Pode-se afirmar que na Baixa Idade Média a heresia, passa a ser considerada também como objeto de repressão pelos inquisidores, as práticas pagãs tais como as feitiçarias e bruxarias.
III- No século XII em diante, heresia deixa de se referir unicamente a desvios relacionados a sutis questões teológicas, para passar a abarcar simultaneamente tanto aqueles casos das dissidências doutrinárias que geravam novas práticas e representações religiosas – entre os quais os cátaros representavam o modelo mais explosivo – como os casos de pregação proibida ou não autorizada, a exemplo do modelo valdense.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: BARROS, José D'Assunção Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano II, n. 6 Fev. 2010 - http://www.dhi.uem.br/gtreligiao p. 6) Acesso em 18 /04/2026 às 19:30).
Quanto a esta temática analise as afirmativas a seguir:
I- Para a Igreja do século XII a prática de uma vida apostólica baseada na Imitação de Cristo já conferiria o direito de pregar o Evangelho, verdade esta que se materializa com o advento das ordens mendicantes.
II- Pode-se afirmar que na Baixa Idade Média a heresia, passa a ser considerada também como objeto de repressão pelos inquisidores, as práticas pagãs tais como as feitiçarias e bruxarias.
III- No século XII em diante, heresia deixa de se referir unicamente a desvios relacionados a sutis questões teológicas, para passar a abarcar simultaneamente tanto aqueles casos das dissidências doutrinárias que geravam novas práticas e representações religiosas – entre os quais os cátaros representavam o modelo mais explosivo – como os casos de pregação proibida ou não autorizada, a exemplo do modelo valdense.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Considerando as fontes históricas, analise as afirmativas a seguir:
I- No século XIX, os historiadores percebiam as fontes como discursos narrativos que tentavam prestar conta de acontecimentos que se deram realmente, ou que, de sua parte, tentam convencer os seus leitores da natureza do real do objeto de suas narrativas.
II- A partir de 1980, fica evidente no Brasil que o historiador não pode interagir com as diversas vozes que estão presentes através das especificidades de documentos sobre o passado.
III- Pode-se afirmar que a partir de 1930 inicia-se uma revolução documental com a expansão das fontes históricas, multiplicando objetos históricos, iluminando aspectos sociais e econômicos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- No século XIX, os historiadores percebiam as fontes como discursos narrativos que tentavam prestar conta de acontecimentos que se deram realmente, ou que, de sua parte, tentam convencer os seus leitores da natureza do real do objeto de suas narrativas.
II- A partir de 1980, fica evidente no Brasil que o historiador não pode interagir com as diversas vozes que estão presentes através das especificidades de documentos sobre o passado.
III- Pode-se afirmar que a partir de 1930 inicia-se uma revolução documental com a expansão das fontes históricas, multiplicando objetos históricos, iluminando aspectos sociais e econômicos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“Pensar no ensino de História tradicional é pensar em uma elite branca privilegiada que construía a narrativa acerca do país e possuía acesso à educação formal, colocando-se como protagonista dos fatos históricos. Em contrapartida, aqueles que estavam à margem desse protagonismo eram a maioria populacional que, por sua vez, não tinha acesso à educação, ocupando lugar de submissão – ou até mesmo sofrendo um apagamento – na história que estava sendo contada, sendo obrigada a absorver a narrativa da classe dominante e, consequentemente, a se adequar no conceito de nação construído pelo outro”.
Fonte: REIS, Larissa Dias; DA SILVA, Scheyla Taveira; ALVIM, Daniella Cristine da Silva. O ENSINO DA HISTÓRIA INDÍGENA NO BRASIL: A REPRESENTAÇÃO DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA DITADURA A ERA DIGITAL. , , v. 7, n. 3, p 258, 2023. Disponível Revista Docência e Cibercultura [S. l.] em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/73072. Acesso em: 26 abr. 2026.)
A partir do texto 1, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- No ano de 1988, quando a nova Constituição da República do Brasil foi aprovada, mudanças significativas para os povos indígenas foram alcançadas. Pode-se afirmar que uma delas é considerar a identidade indígena, rompendo com o ideal de que estes povos necessitavam evoluir e desaparecer para se adequarem à sociedade. Foi necessário buscar outros caminhos para se reescrever a história dos povos indígenas.
PORQUE
II- O ensino da História Indígena foi implementado e assegurado pela Lei n° 11.645 de março de 2008. Desta forma, a reformulação dos livros didáticos, no que tange à história dos povos indígenas, foi notória. Atualmente, podemos observar que temas transversais como: cultura, religião e respeito à diversidade são propostos pelos livros didáticos. Tal mudança de perspectiva na abordagem da história indígena impacta na forma como os povos passam a ser vistos.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Fonte: REIS, Larissa Dias; DA SILVA, Scheyla Taveira; ALVIM, Daniella Cristine da Silva. O ENSINO DA HISTÓRIA INDÍGENA NO BRASIL: A REPRESENTAÇÃO DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA DITADURA A ERA DIGITAL. , , v. 7, n. 3, p 258, 2023. Disponível Revista Docência e Cibercultura [S. l.] em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/73072. Acesso em: 26 abr. 2026.)
A partir do texto 1, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- No ano de 1988, quando a nova Constituição da República do Brasil foi aprovada, mudanças significativas para os povos indígenas foram alcançadas. Pode-se afirmar que uma delas é considerar a identidade indígena, rompendo com o ideal de que estes povos necessitavam evoluir e desaparecer para se adequarem à sociedade. Foi necessário buscar outros caminhos para se reescrever a história dos povos indígenas.
PORQUE
II- O ensino da História Indígena foi implementado e assegurado pela Lei n° 11.645 de março de 2008. Desta forma, a reformulação dos livros didáticos, no que tange à história dos povos indígenas, foi notória. Atualmente, podemos observar que temas transversais como: cultura, religião e respeito à diversidade são propostos pelos livros didáticos. Tal mudança de perspectiva na abordagem da história indígena impacta na forma como os povos passam a ser vistos.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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- Geografia GeralGeografia Física
- Geografia GeralMeio AmbienteImpactos e soluções nos meios natural e rural
- Geografia GeralSolo
- Relevo
Em um estudo aplicado ao planejamento territorial no semiárido brasileiro, uma equipe de pesquisadores analisa uma área
caracterizada por:
·
·predomínio de embasamento cristalino pré-cambriano;
·presença de superfícies aplainadas intercaladas por relevos residuais (inselbergs);
·intensa atuação de processos de intemperismo físico e erosão difusa;
· expansão recente da agricultura mecanizada em áreas frágeis.
Com base na abordagem integrada da geomorfologia proposta por Jurandyr Luciano Sanches Ross (1985), analise as assertivas a seguir.
Fonte: ROSS, J. L. S. Relevo brasileiro: uma nova proposta de classificação. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, v. 4, p. 25-39, 1985.
I- Apresença de inselber gsindica a atuação diferencial dos processos erosivos sobre litologias distintas, evidenciando a importância da resistência das rochas na compartimentação do relevo.
II- As superfícies aplainadas do semiárido resultam exclusivamente de processos atuais, sendo formadas principalmente pela ação antrópica recente sobre o relevo.
III- O predomínio do embasamento cristalino implica baixa suscetibilidade à erosão, o que torna essas áreas naturalmente estáveis, independentemente do uso do solo.
IV- A análise geomorfológica integrada permite identificar que a expansão da agricultura mecanizada pode intensificar processos erosivos em áreas de equilíbrio morfodinâmico frágil.
V- A dinâmica geomorfológica do semiárido é irrelevante para o planejamento territorial, pois as formas de relevo já se encontram estabilizadas há milhões de anos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
·predomínio de embasamento cristalino pré-cambriano;
·presença de superfícies aplainadas intercaladas por relevos residuais (inselbergs);
·intensa atuação de processos de intemperismo físico e erosão difusa;
· expansão recente da agricultura mecanizada em áreas frágeis.
Com base na abordagem integrada da geomorfologia proposta por Jurandyr Luciano Sanches Ross (1985), analise as assertivas a seguir.
Fonte: ROSS, J. L. S. Relevo brasileiro: uma nova proposta de classificação. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, v. 4, p. 25-39, 1985.
I- Apresença de inselber gsindica a atuação diferencial dos processos erosivos sobre litologias distintas, evidenciando a importância da resistência das rochas na compartimentação do relevo.
II- As superfícies aplainadas do semiárido resultam exclusivamente de processos atuais, sendo formadas principalmente pela ação antrópica recente sobre o relevo.
III- O predomínio do embasamento cristalino implica baixa suscetibilidade à erosão, o que torna essas áreas naturalmente estáveis, independentemente do uso do solo.
IV- A análise geomorfológica integrada permite identificar que a expansão da agricultura mecanizada pode intensificar processos erosivos em áreas de equilíbrio morfodinâmico frágil.
V- A dinâmica geomorfológica do semiárido é irrelevante para o planejamento territorial, pois as formas de relevo já se encontram estabilizadas há milhões de anos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- Desenvolvimento
- Educação em GeografiaGeografia Cultural
- Geografia GeralMeio AmbienteImpactos e soluções nos meios natural e rural
O conceito de Geoparques Mundiais da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) tem
ganhado destaque no Brasil como uma importante ferramenta de planejamento espacial. Os Geoparques são concebidos como “novas
formas de gestão integrada dos territórios”.
Com relação à descrição adequada desse modelo de gestão, é CORRETO afirmar que:
Com relação à descrição adequada desse modelo de gestão, é CORRETO afirmar que:
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A cartografia escolar, compreendida como uma das linguagens da Geografia, desempenha papel central na formação do pensamento
geográfico, ao possibilitar a mediação entre o espaço vivido e sua representação. Nesse sentido, seu uso no ensino ultrapassa a
dimensão técnica, envolvendo processos cognitivos, culturais e pedagógicos. É CORRETO afirmar que:
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Areestruturação produtiva do capitalismo contemporâneo tem sido interpretada como um processo que, ao mesmo tempo, reorganiza
espacialmente a produção e redefine a Divisão Internacional do Trabalho (DIT). Esse movimento está associado à fragmentação das
cadeias produtivas, à mobilidade do capital e à persistência de desigualdades estruturais entre países e regiões.
Considerando esse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- A fragmentação das cadeias globais de produção, liderada por empresas transnacionais, articula escalas locais e globais, subordinando economias nacionais às dinâmicas do mercado mundial.
II- A reestruturação produtiva eliminou a lógica centro-periferia, substituindo-a por uma rede horizontal de relações econômicas simétricas entre os países.
III- As diferenças salariais e regulatórias entre países constituem um dos principais motores da relocalização produtiva, sendo exploradas como estratégia de acumulação no capitalismo global.
IV- A internacionalização da produção reduziu a dependência dos países periféricos, ao permitir que estes passassem a controlar as etapas mais intensivas em tecnologia e inovação.
V- A nova DIT caracteriza-se pela desconexão entre territórios e processos produtivos, tornando irrelevantes os contextos geográficos na organização do sistema econômico mundial.
É CORRETO o que se afirma em:
Considerando esse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- A fragmentação das cadeias globais de produção, liderada por empresas transnacionais, articula escalas locais e globais, subordinando economias nacionais às dinâmicas do mercado mundial.
II- A reestruturação produtiva eliminou a lógica centro-periferia, substituindo-a por uma rede horizontal de relações econômicas simétricas entre os países.
III- As diferenças salariais e regulatórias entre países constituem um dos principais motores da relocalização produtiva, sendo exploradas como estratégia de acumulação no capitalismo global.
IV- A internacionalização da produção reduziu a dependência dos países periféricos, ao permitir que estes passassem a controlar as etapas mais intensivas em tecnologia e inovação.
V- A nova DIT caracteriza-se pela desconexão entre territórios e processos produtivos, tornando irrelevantes os contextos geográficos na organização do sistema econômico mundial.
É CORRETO o que se afirma em:
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- Geografia GeralGeografia Física
- Geografia GeralHidrografia
- Geografia GeralMeio AmbienteImpactos e soluções no meio urbano
Em uma cidade brasileira de médio porte, episódios recentes de enchentes foram associados à impermeabilização do solo, ao
assoreamento dos rios e à ocupação irregular de áreas de várzea. Considerando os fundamentos da hidrogeografia e a dinâmica das
bacias hidrográficas, analise as assertivas.
I- A bacia hidrográfica constitui uma unidade de análise integrada, na qual fatores como relevo, clima, solo e uso antrópico interferem diretamente no comportamento dos fluxos hídricos.
II- Aimpermeabilização do solo urbano reduz o escoamento superficial e favorece a infiltração da água, diminuindo a ocorrência de enchentes.
III- O assoreamento dos rios aumenta sua capacidade de armazenamento de água, reduzindo o risco de transbordamentos.
IV- Os divisores de água delimitam áreas onde o fluxo hídrico converge para diferentes sistemas fluviais, sendo fundamentais para a definição das bacias hidrográficas.
V- Ahidrografia estuda exclusivamente os corpos d'água superficiais, não considerando águas subterrâneas nem suas interações com o meio.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A bacia hidrográfica constitui uma unidade de análise integrada, na qual fatores como relevo, clima, solo e uso antrópico interferem diretamente no comportamento dos fluxos hídricos.
II- Aimpermeabilização do solo urbano reduz o escoamento superficial e favorece a infiltração da água, diminuindo a ocorrência de enchentes.
III- O assoreamento dos rios aumenta sua capacidade de armazenamento de água, reduzindo o risco de transbordamentos.
IV- Os divisores de água delimitam áreas onde o fluxo hídrico converge para diferentes sistemas fluviais, sendo fundamentais para a definição das bacias hidrográficas.
V- Ahidrografia estuda exclusivamente os corpos d'água superficiais, não considerando águas subterrâneas nem suas interações com o meio.
É CORRETO o que se afirma em:
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