Foram encontradas 230 questões.
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.
Além do normal
Hélio Schwartsman
O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
soluções cada vez mais eficientes para problemas nos rendeu bons frutos. Tente imaginar como seria a vida
sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos, nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis.
A segunda ocorrência da palavra que constitui uma estrutura de valor
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A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.
Além do normal
Hélio Schwartsman
O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
soluções cada vez mais eficientes para problemas nos rendeu bons frutos. Tente imaginar como seria a vida
sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos, nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis.
O período inicia com uma oração
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Hélio Schwartsman
O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
soluções cada vez mais eficientes para problemas nos rendeu bons frutos. Tente imaginar como seria a vida
sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos, nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis.
A palavra em destaque está empregada como
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O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
soluções cada vez mais eficientes para problemas nos rendeu bons frutos. Tente imaginar como seria a vida
sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
Refiro-me aqui especificamente ao que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução.
Outra possibilidade de pontuação para esse trecho, sem alteração do sentido da informação e considerando-se as relações sintático-semânticas do português escrito padrão, é:
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O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
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sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
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Hélio Schwartsman
O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
soluções cada vez mais eficientes para problemas nos rendeu bons frutos. Tente imaginar como seria a vida
sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
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A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.
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Hélio Schwartsman
O ser humano é uma espécie engenhosa, e isso pode ser um problema. Nossa tendência de procurar
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sem água corrente ou transporte mecanizado. Ainda que você possa nutrir certa nostalgia por um passado
idealizado, sem a parafernália tecnológica que acumulamos ao longo especialmente dos dois últimos séculos,
nós seríamos muito mais pobres e menos saudáveis. Na verdade, bilhões de nós nem existiriam.
Há algumas situações, porém, em que a eficiência pode fazer mal. Refiro-me aqui especificamente ao
que a literatura chama de estímulos supernormais, que são aqueles que produzem uma resposta mais
acentuada (e nociva) do que o previsto pela evolução. Nossos corpos lidavam bem com açúcares e gorduras
quando eles eram difíceis de encontrar. Mas, depois que aprendemos a fazer pizzas e bolos, a obesidade se
tornou um problema de saúde pública.
A mesma coisa com as drogas. O chá de coca dificilmente causa dependência. Mas, depois que
descobrimos como isolar a cocaína, ficamos com um produto muito mais perigoso. Outro exemplo? A
maconha da minha juventude tinha menos de 2% de THC; hoje, há cultivares com mais de 25%. É outra
droga, e registramos muito mais casos de psicose desencadeada por Cannabis.
O excesso de eficiência agora atinge as redes sociais. Elas são tão boas em mobilizar o sistema de
recompensas do cérebro e sequestrar a atenção que isso levou autoridades americanas a afirmarem que as
redes sociais são um perigo para as crianças. E é claro que as coisas não vão parar por aí. Em breve,
poderemos chegar à publicidade virtualmente irresistível. E por que não a propaganda política 100% eficaz?
Apesar de pintar um quadro meio sombrio, não sou dado a pânicos morais. Acho que, se estivermos
atentos aos riscos, seremos capazes de desenvolver defesas legais e comportamentais contra eles.
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 21 jun. 2023. [Texto adaptado]
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Os instrumentos no processo de avaliação auxiliam o professor acerca da aprendizagem dos educandos.
Ao elaborar um instrumento de avaliação, é importante considerar
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Observe a imagem:

(Imperial War Museums/Domínio Público. Disponível em: <https://super.abril.com.br/historia/inferno-na-terra> acesso em: 10 de jul. 2023.
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918), também conhecida como “Guerra de Trincheiras”, apresentou como recurso estratégico túneis nos quais distribuíam-se os exércitos para o exercício de suas atividades de guerra. Tal estratégia de guerra fez com que os primeiros momentos do conflito tenham sido comumente tratados como

(Imperial War Museums/Domínio Público. Disponível em: <https://super.abril.com.br/historia/inferno-na-terra> acesso em: 10 de jul. 2023.
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918), também conhecida como “Guerra de Trincheiras”, apresentou como recurso estratégico túneis nos quais distribuíam-se os exércitos para o exercício de suas atividades de guerra. Tal estratégia de guerra fez com que os primeiros momentos do conflito tenham sido comumente tratados como
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2951216
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Seridó-RN
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Seridó-RN
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Nos termos da Lei Municipal n.º 593/1994, que dispõe sobre o Regime Jurídico Único dos Servidores
Públicos civis do Município de Jardim do Seridó, será concedida, com a remuneração do cargo, a licença
para fins de
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