Foram encontradas 50 questões.
Assinale a alternativa que apresenta a palavra destacada totalmente de acordo com as normas de
concordância da redação técnica oficial.
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BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .
Na tirinha acima, a “tristeza” é empregada sob qual figura de linguagem?
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4091286
Ano: 2026
Disciplina: Direito Notarial e Registral
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Jeriquara-SP
Disciplina: Direito Notarial e Registral
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Jeriquara-SP
Entre os documentos que integram a
comunicação técnica oficial, qual é o objetivo da
procuração?
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“O livro não está aí para padronizar coisas e sim,
para, através da ficção, ou dos ensaios, expandir
pensamentos e pontos de vista” (Roger Mello)
A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de:
A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de:
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Assinale a alternativa cuja expressão completa a
lacuna abaixo corretamente, com a forma verbal
de acordo com a norma-padrão.
“Tudo ficará bem quando ele se __________.”
“Tudo ficará bem quando ele se __________.”
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“Acho que todo escritor é um leitor de si
mesmo.” (Michel Laub)
Assinale a alternativa correta em relação à análise do enunciado acima:
Assinale a alternativa correta em relação à análise do enunciado acima:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com a norma-padrão
vigente em Língua Portuguesa.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A solidão dentro dos elevadores
Os elevadores modernos são máquinas
deslumbrantes. Reluzentes em seus metais
polidos, em seus números iluminados,
acompanhando setinhas que sobem e descem,
enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...
São máquinas que mostram a arrogância
dos homens e seu poder quase ilimitado no trato
das coisas físicas. Máquinas que são incenso e
altar para a arrogância quase infinita dos homens
que se esquecem do exemplo da Torre de Babel
(...).
E, no entanto, nada é mais contraditório
do que um elevador, na primeira hora da jornada
de trabalho, numa manhã de inverno, fria e
úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.
Nada é mais triste do que ele, ou melhor,
do que vê-lo transportando os mesmos seres
humanos que se julgam tão superiores,
encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais
frio do que o frio das ruas que o vento assola e a
garoa tortura.
É quase constrangedor entrar numa destas
máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de
trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente
olhando para o lado ou para o chão, como que
com medo de encarar os outros, ou com medo de
que os outros olhem para elas.
E é mais triste ainda entrar no elevador e
dar bom dia para os que já estão dentro.
É quase certo que tomarão um susto, e se
sentirão completamente desnorteados, sem saber
que atitude tomar, se respondem ou continuam
olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá
o quê...
É triste, triste como a solidão das ruas,
que é a mesma, mas que dentro de um elevador
pode ser mais dura e mais cinza.
A solidão de quem vive na cidade grande,
cercado por milhões de outros seres humanos,
todos estranhos e distantes, todos com medo de
não ter medo, todos apavorados ante a
possibilidade de um simples bom dia.
MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. .
“muito mais frio do que o frio das ruas que o vento assola e a garoa tortura.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A solidão dentro dos elevadores
Os elevadores modernos são máquinas
deslumbrantes. Reluzentes em seus metais
polidos, em seus números iluminados,
acompanhando setinhas que sobem e descem,
enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...
São máquinas que mostram a arrogância
dos homens e seu poder quase ilimitado no trato
das coisas físicas. Máquinas que são incenso e
altar para a arrogância quase infinita dos homens
que se esquecem do exemplo da Torre de Babel
(...).
E, no entanto, nada é mais contraditório
do que um elevador, na primeira hora da jornada
de trabalho, numa manhã de inverno, fria e
úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.
Nada é mais triste do que ele, ou melhor,
do que vê-lo transportando os mesmos seres
humanos que se julgam tão superiores,
encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais
frio do que o frio das ruas que o vento assola e a
garoa tortura.
É quase constrangedor entrar numa destas
máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de
trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente
olhando para o lado ou para o chão, como que
com medo de encarar os outros, ou com medo de
que os outros olhem para elas.
E é mais triste ainda entrar no elevador e
dar bom dia para os que já estão dentro.
É quase certo que tomarão um susto, e se
sentirão completamente desnorteados, sem saber
que atitude tomar, se respondem ou continuam
olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá
o quê...
É triste, triste como a solidão das ruas,
que é a mesma, mas que dentro de um elevador
pode ser mais dura e mais cinza.
A solidão de quem vive na cidade grande,
cercado por milhões de outros seres humanos,
todos estranhos e distantes, todos com medo de
não ter medo, todos apavorados ante a
possibilidade de um simples bom dia.
MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. .
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A solidão dentro dos elevadores
Os elevadores modernos são máquinas
deslumbrantes. Reluzentes em seus metais
polidos, em seus números iluminados,
acompanhando setinhas que sobem e descem,
enquanto uma voz diz o andar e quem está nele...
São máquinas que mostram a arrogância
dos homens e seu poder quase ilimitado no trato
das coisas físicas. Máquinas que são incenso e
altar para a arrogância quase infinita dos homens
que se esquecem do exemplo da Torre de Babel
(...).
E, no entanto, nada é mais contraditório
do que um elevador, na primeira hora da jornada
de trabalho, numa manhã de inverno, fria e
úmida, cinza e triste, como as ruas da cidade.
Nada é mais triste do que ele, ou melhor,
do que vê-lo transportando os mesmos seres
humanos que se julgam tão superiores,
encolhidos dentro de seu frio interno, muito mais
frio do que o frio das ruas que o vento assola e a
garoa tortura.
É quase constrangedor entrar numa destas
máquinas às 8 ou 9 da manhã de um dia de
trabalho e ver as pessoas dentro, normalmente
olhando para o lado ou para o chão, como que
com medo de encarar os outros, ou com medo de
que os outros olhem para elas.
E é mais triste ainda entrar no elevador e
dar bom dia para os que já estão dentro.
É quase certo que tomarão um susto, e se
sentirão completamente desnorteados, sem saber
que atitude tomar, se respondem ou continuam
olhando para o chão, ou se sorriem, ou sabe-se lá
o quê...
É triste, triste como a solidão das ruas,
que é a mesma, mas que dentro de um elevador
pode ser mais dura e mais cinza.
A solidão de quem vive na cidade grande,
cercado por milhões de outros seres humanos,
todos estranhos e distantes, todos com medo de
não ter medo, todos apavorados ante a
possibilidade de um simples bom dia.
MENDONÇA, Antonio Penteado. A solidão dentro dos
elevadores. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2024/07/06/asolidao-dentro-dos-elevadores/>. .
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