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914284 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Considere (V) para verdadeiras ou (F) para falsas nas afirmações abaixo, relacionadas sobre o manejo de situações críticas do paciente hospitalizado.
( ) O processo de suporte nutricional intra-hospitalar é complexo e tem intersecção com outras atividades hospitalares de apoio (controle de infecção, cuidados de enfermagem e de fisioterapia).
( ) Em uma equipe multiprofissional não é prioritário ou necessário que os outros profissionais não médicos tenham conhecimento dos medicamentos administrados aos pacientes e de seus efeitos.
( ) As reais necessidades nutricionais do paciente hospitalizado oscilam muito, dependendo diretamente da sua resposta metabólica e da evolução de seu estado geral.
( ) O objetivo principal da avaliação fonoaudiológica quanto à dinâmica da deglutição é a detecção das disfagias para introdução de dieta via oral sem risco.
A sequência correta se estabelece em:
 

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914282 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Ilma Passos define como pressupostos norteadores do projeto político-pedagógico:
 

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914280 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Feed Sem Back!
Nada de novo, de original, no título desse artigo! Muitos empregam-no, quando desejam se referir, de forma divertida, às dificuldades de muitos gestores quanto ao exercício das críticas ao comportamento e desempenho dos seus colaboradores. Há outras formas de expressão divertida, substituindo o “feed” por algumas palavrinhas que não ouso aqui registrar.
Vamos fazer algumas correções na interpretação do termo, a começar pela prática equivocada de confundir “feedback” com avaliação. Não são sinônimos: “feedback” é percepção, um retorno dado à fonte original sobre como seu comportamento está sendo percebido. Avaliação é um ato de emissão de juízo, uma comparação entre o objeto da avaliação em si com um parâmetro aceito como referência. A percepção, portanto, não pode ser entendida como emissão de juízo, muito menos como verdade definitiva: ela pode estar errada! Ademais, percepção é algo muito pessoal, não sendo difícil encontrarmos dez percepções diferentes sobre um mesmo comportamento, em dez pessoas manifestando-se a respeito!
A segunda correção se refere ao fato de que dar um “feedback” não significa “soltar o verbo” e despejar ácido sobre uma pessoa. É preciso, em primeiríssimo lugar, que se tenha a concordância da pessoa: ela deseja ouvir o que se pretende dizer para ela? A forma da emissão da percepção sobre o comportamento da pessoa deve ser sempre afinada com as regras elementares de educação e cortesia.
E há outro aspecto muito importante a ser considerado na arte (isso mesmo, uma arte!) de fornecer algum “feedback” às pessoas: não confundir a assertividade com a grosseria. Assertividade é uma forma de emissão de uma opinião com autenticidade, sem rodeios, direto ao ponto como se diz na linguagem do cotidiano, o que não significa uma permissão implícita para tratar a sensibilidade das pessoas com a gentileza troglodita. Há direitos naturais e sagrados a serem respeitados nos relacionamentos com as pessoas, dentre os quais aquele que estabelece o respeito como princípio e a elegância como vetor da qualidade do processo de comunicação. Reiterando o que já foi dito no parágrafo anterior: que tal perguntar à pessoa se ela concorda, dá a devida permissão para que lhe seja fornecido um “feedback”? Pode ser que ela não esteja num dia de harmonia emocional, ou que tenha coisas mais importantes para pensar ou, simplesmente, não queira ouvir absolutamente nada a respeito dos seus comportamentos.
E onde entra o “sem back” do título desse artigo? Quantas vezes, eventualmente, negamos à pessoa “fidebecada” (com o perdão dos dicionaristas!) o direito de pronunciar-se, defender-se e mostrar as suas razões? Sem o “back” o “feedback” fica trôpego, caricato e deriva, perigosamente, para a crítica que magoa, faz a pessoa sentir-se o “vice-tróço do subtréco”, isso quando não provoca reações agressivas e a troca de insultos e assemelhados, do que parece estar farta a Humanidade.
E a terceira correção diz respeito ao princípio de que é implícito o “feedback” do “feedback” ou seja: a pessoa em foco pode manifestar-se quanto à qualidade, oportunidade e elementos de aprendizado que percebeu e captou de tudo que foi dito sobre ela.
Finalizando, às vezes é melhor não dar “feedback” algum, deixar que as pessoas aprendam sobre si mesmas por conta dos inevitáveis retornos do mais implacável e justo dos observadores das nossas condutas: a Vida!
Texto adaptado
Benedito Milioni
Assinale a alternativa que apresenta palavras, retiradas do texto, acentuadas pela mesma regra.
 

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914278 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Sobre a avaliação clínica e laboratorial das anemias por ferrodeficência, pode-se afirmar:
 

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914276 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
O potencial reprodutivo de uma espécie não é constante. Pode variar sob diferentes condições ambientais, abióticas ou bióticas. Os fatores abióticos que influenciam o potencial reprodutivo de uma população são:
 

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914274 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Um bom atendimento telefônico requer a identificação rápida da solicitação do usuário e saber qual o retorno que se faz necessário naquele momento. Para buscar e garantir a excelência no atendimento a telefonista precisa desenvolver certas competências e nunca agir com:
 

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914273 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Segundo Veiga (2000) a abordagem do projeto político-pedagógico, como organização do trabalho da escola como um todo, está fundada nos princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita. São princípios a serem considerados, EXCETO:
 

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914272 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Link corresponde a:
 

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914271 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Os Verdadeiros Campeões
Os campeões de verdade são pessoas que têm um modo diferenciado de pensar e de enxergar a vida. Sua mente funciona de maneira a traçar claramente todos os seus objetivos, planejar e executar de modo que alcancem suas metas, independente das dificuldades que surgirem pelo caminho.
O que faz um profissional conseguir realizar suas metas quando tantas pessoas desistem? Um talento extraordinário, uma entrega total e irrestrita? Seria ainda muita dedicação e estudo, muita superação de seus próprios limites, uma mistura de dom e capacitação?
Qual é, afinal, o segredo dos campeões?
Ser campeão, na verdade, é um estilo de vida embasado em uma forma especial de lidar com tudo, seja na vida profissional, pessoal ou nos relacionamentos. O segredo dos campeões é ter Mente de Campeão.
Muita gente pensa que a garra resolve tudo, ou que a dedicação é suficiente para fazer você chegar ao topo, ou que o comprometimento é fundamental para ter sucesso na vida. Mas nada disso, isoladamente, é suficiente para moldar um verdadeiro campeão. Os segredos para fazer-se um campeão vão muito além disso, transcendem a todos os conceitos isolados e implicam em ter um modo de pensar voltado para a vitória, para o sucesso, o tempo inteiro.
Para a maioria das pessoas, a visão de uma conquista é somente o momento do aplauso, mas a vitória é consequência de um objetivo bem definido e muito trabalho. Quando você tem um objetivo bem definido e coloca toda a sua energia nele, o resultado dessa dedicação acaba aparecendo de modo espetacular.
O grande mestre Osho conta, em um de seus livros, que todo ano ele assistia a um concurso de rosas que existia em sua cidade natal. E que ano após ano um militar sempre ganhava o prêmio da rosa mais formosa.
Um dia, seguiu o homem até sua casa e resolveu conversar com seu jardineiro para descobrir o segredo de rosas tão lindas.
E o homem explicou:
O segredo é escolher o botão mais bonito e depois cortar fora todos os outros porque a roseira tem uma quantidade limitada de seiva para os botões. Se eu deixar todos os botões, nenhum deles receberá a quantidade necessária de alimento para atingir todo o seu esplendor.
É assim que funciona a mente de um campeão. Uma vez tendo definido seu objetivo, concentra suas energias no seu foco de ação. E então, com garra, determinação, uma estratégia clara, trabalho consistente e muita competência superior, o campeão sobe ao lugar mais alto no pódio.
Os vencedores também não perdem tempo com crises existenciais. Eles decidem, planejam e realizam. Eles sabem que “querer não é poder”, mas, sim, que “fazer é poder”.
Um campeão sabe que a derrota ou a vitória já está dentro de cada pessoa. Parece incrível, mas os maiores destruidores de nossos sonhos somos nós mesmos. Meu professor de judô, quando eu era criança, costumava dizer: “Roberto, a luta não é decidida no tatame, mas na sua maneira de ir ao combate. Quando você levanta-se para ir ao tatame, já decidiu o resultado da luta. O pior adversário está dentro de você!”.
Por isso, os campeões agem na certeza. Eles entram no jogo da vida com a própria vida. Vão inteiros, analisam a situação e arriscam tudo. Como você sabe, numa luta, vence aquele que tem mais competência, mas que também coloca a própria vida na mesa.
O campeão nunca se permite estar pela metade em algo que se propõe fazer. Ele vai inteiro em busca da realização da sua meta, da concretização do seu sonho.
Roberto Shinyashiki
Observe o uso da crase nas frases abaixo.
I- O campeão anda três quilômetros por dia à pé.
II- Ele pediu um bife à cavalo.
III- À partir do terceiro dia ele chegou no horário marcado.
O uso da crase:
 

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914270 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Joaquim Dolz, Roxane Gagnon e Fabricio Decândio, pesquisadores da Universidade de Genebra, na obra “Produção escrita e dificuldades de aprendizagem”, propõem uma metodologia de análise das produções dos alunos que auxilia o professor a identificar melhor as capacidades e as dificuldades dos alunos. O procedimento de análise apresentado pelos autores tem as seguintes características:
I- Analisa as principais dimensões textuais, em função dos objetivos de aprendizagem.
II- Explora os indícios contidos nas produções dos alunos para melhor interpretação das fontes dos erros/dificuldades dos alunos.
III- Propõe elaboração de grade de avaliação dos textos dos alunos, de acordo com o gênero em estudo, para identificação dos principais problemas de escrita.
IV- Sugere pistas de trabalho para os alunos, dando-lhes autonomia para revisar seus próprios textos.
Estão corretas as afirmações:
 

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