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Atendimento pré-hospitalar (APH) é o atendimento emergencial em ambiente extra-hospitalar (fora do hospital). Devido a esse tipo de atendimento, qual é a sequência adequada a ser desenvolvida pela equipe de APH no atendimento?
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Um paciente jovem, com 20 anos, é conduzido à consulta médica por apresentar alucinações auditivas na forma de um comentário e ouvir pensamentos falados em voz alta de início recente. Na suspeita de esquizofrenia aguda, a avaliação, o diagnóstico diferencial ou o manejo incluem todos os itens abaixo, EXCETO:
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1440660
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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De acordo com a Lei nº 9.394/1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, assinale a alternativa que NÃO corresponde às incumbências dos docentes.
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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos.
Se por um lado, com um pequenino delay, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem!$ ^{I, II, III)} !$ pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há!$ ^{I, II, III)} !$ também quem não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Avalie as seguintes considerações acerca dos verbos haver e existir em suas ocorrências textuais:
I. ‘existem’ pode ser usado em lugar de ‘há’ sem provocar incorreção.
II. ‘existem’ e ‘há’ não têm sujeito, porque ambos são considerados impessoais.
III. ‘há’ pode ser usado em lugar de ‘existem’ sem provocar incorreção.
Quais estão corretas?
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Escutatória
Por Rubem Alves
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia – a enfermeira nunca acertava – dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Contudo, o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada…” A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos…
Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã , ao meio dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U” definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer : “Meus irmãos, vamos cantar o hino…” Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Me veio agora a ideia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa – quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia que de tão linda nos faz chorar. Pra mim Deus é isso: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto…
Disponível em: http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/escutatoria-3/ - texto adaptado.
No trecho “grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio”, o pronome destacado é classificado como:
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Pacientes com ____________ apresentam classicamente a tríade de Charcot: icterícia, dor intensa aguda no quadrante abdominal superior direito e febre.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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A participação ativa da criança no processo de aprendizagem exige uma pedagogia diferenciada. Muitos pensadores, com as suas ideias, deram suporte para que o papel do professor e do aluno mudasse. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, alinhando a abordagem de cada um dos pensadores educacionais.
Coluna 1
1. Feuerstein.
2. Dewey.
3. Bloom.
4. Vygotsky.
5. Piaget.
Coluna 2
( ) Dividiu os objetivos de aprendizagem em três domínios: cognitivo, afetivo e psicomotor.
( ) Acredita que a inteligência não é fixa e que as habilidades cognitivas das crianças podem ser desenvolvidas se elas aprenderem a pensar.
( ) Estabeleceu a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) ou a lacuna entre o que a criança consegue fazer sem ajuda e o que pode ser alcançado com a ajuda da intervenção.
( ) O aluno é incentivado a refletir sobre o processo de aprendizagem, com a finalidade de modificá-lo e aprimorá-lo.
( ) Ênfase colocada em ajudar as crianças a fazer a transição do pensamento concreto para o operacional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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No visualizador de eventos do Windows 10, é possível verificar eventos ocorridos no computador. Uma das formas de visualizá-los é através do resumo dos eventos administrativos, de tal forma que os eventos são agrupados por seus tipos. Alguns desses tipos são mostrados a seguir:
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Assinale a alternativa INCORRETA em relação à Candidíase Vulvovaginal Recorrente (CVVR).
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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos.
Se por um lado, com um pequenino delay, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há também quem não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia!$ ^{II)} !$, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Em relação à frase ‘que decidimos como usá-la’, analise as assertivas abaixo:
I. Funciona como complemento da forma verbal somos que a antecede.
II. A forma pronominal ‘la’ remete à tecnologia.
III. ‘como’ poderia ser substituído por de que maneira, mantendo-se o sentido original.
Quais estão corretas?
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