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Os profissionais de marketing estão direcionando atenção especial ao estilo de vida das pessoas, como comportamento, o nível socioeconômico (com base na profissão e na educação) e idade; podendo, este estilo de vida, influir na decisão de compra de produtos turísticos. Um grupo de viajantes alocêntricos, têm como uma de suas preferências:
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1348760
Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
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De acordo com as regras de ocorrência da crase, assinale a alternativa que preenche CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas das seguintes frases.
I. O candidato recorreu justiça para fazer valer o seu direito.
II. Fui Lisboa visitar meus parentes que moram lá.
III. Pouco pouco, o local da exposição ficou lotado de visitantes.
IV. Estou procura de um lugar tranquilo para passar alguns dias de férias.
V. partir de amanhã haverá aumento no preço da gasolina.
VI. Nós recomeçamos hoje a caminhada montanha.
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1348727
Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Os locais de fabricação de explosivos devem ser: (assinale a INCORRETA)
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Segundo PERLIN E MIRANDA, 2003, ser surdo é:
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1348633
Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
As afirmativas abaixo foram extraídas da Norma Regulamentadora 26 (NR-26) e versam sobre Sinalização de Emergência. Uma delas apresenta uma INCORREÇÃO, assinale-a.
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O valor da alíquota do tributo pode ser progressivo para qual Imposto?
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A vida sem celular
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Estava no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no embarque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo. Agora me rendo: sou um homem sem celular.
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou falar com meus amigos? Como vão me encontrar? Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha agenda em um programa de computador, para simplesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será árduo garimpar os números da família, amigos, contatos profissionais. E se alguém me ligar com um assunto importante? A insegurança é total.
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém tinha celular. A implantação demorou por aqui, em relação a outros países. E a vida seguia. Se alguém precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu chamava de volta. Se estivesse aguardando um trabalho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava perguntando se havia novidades. Muitas coisas demoravam para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa demora. Não era realmente ruim.
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontrassem a qualquer momento, por qualquer bobagem. A maior parte das pessoas vê urgência onde absolutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se ofendem.
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater papo.
— É... Mas podia ter ligado!
Como dizer que podia, mas não queria?
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar de um telefonema.
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
— Só mais uma coisinha...
Fico apavorado no banco enquanto ele faz curvas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente não consegue desligar mesmo quando se explica ser impossível falar. Dá um nervoso!
A maioria dos chefes sente-se no direito de ligar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins de semana, tudo submergiu numa contínua atividade profissional. No relacionamento pessoal ocorre o mesmo.
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí atrás.
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
Um amigo se recusa a ter celular.
— Fico mais livre.
Às vezes um colega de trabalho reclama:
— Precisava falar com você, mas não te achei.
— Não era para achar mesmo.
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma representante de vendas que trabalha na praia durante o verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, negocia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negócio mais importante do mês, o aparelho fica fora de área. Ela quase enlouquece!
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como em um recente acidente automobilístico que me aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando a impressão de que desliguei na cara?
Na minha infância, não tinha nem telefone em casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia desconectado. É incrível como o mundo moderno cria necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou correndo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo. Adaptado
“Provavelmente eu o desliguei no embarque e esqueci de ativá-lo novamente.”. A relação existente entre a primeira e a segunda oração, marcada pela conjunção destacada, é de:
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A gestão escolar democrática é parte da narrativa dos educadores de modo geral e dos programas educacionais, tanto na esfera pública quanto na esfera privada. Nas falas e nos escritos educacionais não há quem seja a favor de uma escola autoritária ou de programas que atentem contra princípios como a autonomia, a liberdade e o protagonismo dos estudantes.
Com base no trecho acima e em seus conhecimentos sobre o tema, é INCORRETO afirmar que:
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A relação de sentido estabelecida pelas orações destacadas NÃO está correta na alternativa:
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