Foram encontradas 360 questões.
No processo de alfabetização em Braille, a aprendizagem
da grafia não se limita à memorização das combinações
de pontos. Envolve a compreensão das convenções que
organizam o sistema, incluindo as formas de representação das
letras acentuadas, das maiúsculas e dos sinais de pontuação.
O domínio dessas convenções deve estar articulado à prática
contínua da leitura e da escrita tátil.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. 3. ed. Brasília, DF: MEC/SECADI, 2018.
Considerando as informações apresentadas, um aspecto fundamental do ensino da grafia Braille consiste na
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. 3. ed. Brasília, DF: MEC/SECADI, 2018.
Considerando as informações apresentadas, um aspecto fundamental do ensino da grafia Braille consiste na
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Uma professora de Braille acompanha o processo de
alfabetização de uma criança com cegueira matriculada no 2º
ano do Ensino Fundamental. Após algumas semanas, observa
que o estudante identifica corretamente as combinações da
cela Braille de forma isolada, mas apresenta dificuldades para
realizar a leitura contínua de palavras e pequenos textos.
Considerando os princípios do ensino do Sistema Braille, a estratégia pedagógica mais adequada é
Considerando os princípios do ensino do Sistema Braille, a estratégia pedagógica mais adequada é
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Em uma escola inclusiva, uma professora de Braille percebe que
o estudante com cegueira tem recebido materiais adaptados
com atraso, porque cada professor da sala comum organiza
suas atividades de forma isolada. A coordenação pedagógica
propõe reuniões periódicas entre o professor de Braille, os
professores regentes, a equipe pedagógica e a família.
Essa proposta está adequada porque
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A imagem a seguir foi elaborada para representar uma situação hipotética de aprendizagem do Sistema Braille em ambiente escolar.
Para traduzir essa concepção em uma prática de alfabetização, o professor deve
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Desenvolvido por Louis Braille no século XIX, o Sistema Braille é
um código de leitura e escrita tátil formado por combinações de
seis pontos em relevo, utilizado mundialmente para garantir às
pessoas com deficiência visual acesso autônomo à informação
e à educação.
Durante o planejamento das atividades de alfabetização de um estudante com cegueira recém-ingresso nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a professora discutiu com a equipe pedagógica a utilização do Braille Grau 1 e do Braille Grau 2. Após analisar o estágio de aprendizagem do estudante, decidiu iniciar o processo pela grafia integral, deixando a introdução das abreviações para uma etapa posterior.
Essa decisão é pedagogicamente adequada porque
Durante o planejamento das atividades de alfabetização de um estudante com cegueira recém-ingresso nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a professora discutiu com a equipe pedagógica a utilização do Braille Grau 1 e do Braille Grau 2. Após analisar o estágio de aprendizagem do estudante, decidiu iniciar o processo pela grafia integral, deixando a introdução das abreviações para uma etapa posterior.
Essa decisão é pedagogicamente adequada porque
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De acordo com as Normas Técnicas para a Produção de Textos
em Braille, a adaptação de provas e exercícios deve preservar
as informações necessárias à compreensão e à resolução
dos itens, sem acrescentar elementos que possam induzir o
estudante à resposta.
Diante de uma questão de prova que contém uma imagem com função meramente ilustrativa, sem qualquer informação necessária à compreensão do texto ou à resolução do problema, o adaptador
Diante de uma questão de prova que contém uma imagem com função meramente ilustrativa, sem qualquer informação necessária à compreensão do texto ou à resolução do problema, o adaptador
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A ideia de humanidade construída pela
modernidade estabelece uma separação
entre sociedade e natureza, produzindo
uma compreensão na qual o ser humano se
percebe como exterior ao mundo natural. Essa
dissociação permite que a natureza seja reduzida
à condição de recurso, ao mesmo tempo em que
desconsidera outras formas de existência que
não se organizam a partir dessa distinção.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Adaptado.
No contexto das disputas contemporâneas pela terra envolvendo os povos originários no Brasil, as ações estatais entram em conflito com as formas indígenas de organização da vida, na medida em que
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Adaptado.
No contexto das disputas contemporâneas pela terra envolvendo os povos originários no Brasil, as ações estatais entram em conflito com as formas indígenas de organização da vida, na medida em que
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A colonização não se contenta em impor sua lei
ao presente e ao futuro do país dominado. Ela
se ocupa igualmente em desfigurar, desvalorizar
e destruir o passado do povo oprimido. Ao negar
a historicidade das sociedades colonizadas,
o colonialismo constrói uma narrativa que as
apresenta como incapazes de produzir formas
próprias de organização política, econômica
e cultural, obscurecendo a complexidade de
suas formações sociais anteriores à dominação
europeia.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Adaptado.
A operação descrita no texto permite compreender que a construção historiográfica sobre as civilizações africanas pré-coloniais foi profundamente condicionada por uma lógica de deslegitimação que, ao negar sua historicidade, produziu interpretações que
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Adaptado.
A operação descrita no texto permite compreender que a construção historiográfica sobre as civilizações africanas pré-coloniais foi profundamente condicionada por uma lógica de deslegitimação que, ao negar sua historicidade, produziu interpretações que
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A institucionalização do regime militar brasileiro
não implicou a imediata supressão da
ordem constitucional, mas a sua progressiva
reconfiguração por meio de dispositivos de
exceção. Nesse processo, os Atos Institucionais
operaram como instrumentos jurídicos que
ampliaram os poderes do Executivo e restringiram
direitos políticos, preservando, ao mesmo tempo,
formas institucionais que conferiam aparência de
legalidade ao regime.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Adaptado.
A partir do texto e dos conhecimentos sobre os Atos Institucionais durante o período militar no Brasil, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O Ato Institucional nº 1 instituiu mecanismos de cassação de mandatos e suspensão de direitos políticos, ao mesmo tempo em que preservou formalmente o funcionamento do Congresso Nacional.
( ) O Ato Institucional nº 2 estabeleceu eleições indiretas para governadores e vice-governadores, reforçando a centralização política e reduzindo a autonomia dos estados no interior do regime.
( ) O Ato Institucional nº 3 extinguiu os partidos políticos existentes, instituiu o bipartidarismo e ampliou o controle do Executivo sobre o sistema político, mantendo formas restritas de competição institucional.
( ) O Ato Institucional nº 4, ao reorganizar a ordem constitucional por meio da Constituição de 1967, extinguiu formalmente a função legislativa do Parlamento, concentrando a produção normativa no Poder Executivo.
( ) O Ato Institucional nº 5 ampliou os poderes do Executivo, permitindo a suspensão de garantias individuais e a intervenção nos demais poderes, sem implicar a revogação formal da Constituição vigente.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Adaptado.
A partir do texto e dos conhecimentos sobre os Atos Institucionais durante o período militar no Brasil, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O Ato Institucional nº 1 instituiu mecanismos de cassação de mandatos e suspensão de direitos políticos, ao mesmo tempo em que preservou formalmente o funcionamento do Congresso Nacional.
( ) O Ato Institucional nº 2 estabeleceu eleições indiretas para governadores e vice-governadores, reforçando a centralização política e reduzindo a autonomia dos estados no interior do regime.
( ) O Ato Institucional nº 3 extinguiu os partidos políticos existentes, instituiu o bipartidarismo e ampliou o controle do Executivo sobre o sistema político, mantendo formas restritas de competição institucional.
( ) O Ato Institucional nº 4, ao reorganizar a ordem constitucional por meio da Constituição de 1967, extinguiu formalmente a função legislativa do Parlamento, concentrando a produção normativa no Poder Executivo.
( ) O Ato Institucional nº 5 ampliou os poderes do Executivo, permitindo a suspensão de garantias individuais e a intervenção nos demais poderes, sem implicar a revogação formal da Constituição vigente.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
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CALIXTO, Benedito. Proclamação da República, 1893. Óleo sobre tela.
A crise do Império brasileiro, nas décadas finais do século XIX, esteve profundamente associada às transformações estruturais do sistema escravista e às tensões políticas decorrentes de sua desagregação. A abolição da escravidão, em 1888, ao mesmo tempo em que representou a ruptura formal com a base do trabalho cativo, produziu reconfigurações nas alianças políticas que sustentavam o regime monárquico.
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. Adaptado.
A partir das informações contidas no texto, na imagem que retrata o golpe militar de 1889 e nos conhecimentos sobre a crise do Império, a abolição da escravidão e a Proclamação da República são eventos estruturalmente conectados, porque
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