Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rondinha-RS
Sobre gêneros literários, avalie as afirmações a seguir:
I. Gênero épico: categoria que compreende os textos feitos para serem representados ou encenados e nos quais a narrativa está entregue às personagens que contam a história por meio de diálogos e monólogos grandiosos.
II. Gênero lírico: define-se como aquele em que uma voz particular – o eu lírico (ou eu poético) – manifesta a expressão do mundo interior, ou seja, fala de sentimentos, emoções e estados de espírito.
III. Gênero dramático: categoria que reúne os longos poemas narrativos, em que um acontecimento histórico protagonizado por um herói é celebrado em estilo solene, grandioso, chamados de epopeias.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rondinha-RS
Sobre Literatura, avalie as assertivas a seguir:
I. A essência da arte literária está na palavra. Usada por escritores e poetas em todo o seu potencial significativo e sonoro, a palavra estabelece uma interessante relação entre um autor e seus leitores/ouvintes.
II. O sentido conotativo (ou figurado) é aquele que as palavras e expressões adquirem em um dado contexto, quando o seu sentido literal é modificado. Nos textos literários, predomina o sentido conotativo. A linguagem conotativa é característica de textos com função estética, ou seja, exploram diferentes recursos linguísticos e estilísticos para produzir efeito artístico.
III. Quando as palavras assumem no texto literário diferentes significados, dizemos que ocorre um processo de plurissignificação.
IV. As comparações e as metáforas são recursos de linguagem literária.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 37 e 38 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Ditongo onde não tem
01 ____ O autor da placa decidiu que a pronúncia comum era informal, que a escrita deveria
02 expressar a forma padrão: e cometeu dois erros (deve-se reconhecer que suas hipóteses são
03 finas, relativamente sofisticadas, apesar de erradas).
04 ____ A “correção” consiste, usualmente, em casos como esse, em acrescentar um som às
05 sílabas que deixaram de conter ditongo (já que a fala informal elimina o ditongo), e em colocar
06 um “l” no lugar de um “u” (é o “l” que se converte em “u”, não o inverso).
07 ____ Uma hipercorreção consiste em acrescentar um som mesmo quando não há ditongo
08 (bandeija, professoura): o resultado, no caso, é “couver”. Outra hipercorreção consiste em
09 substituir “cou” por “col”, porque se avaliou que o “u” é de fato um “l”.
10 ____ Um dos casos mais incríveis de hipercorreção de que já ouvi falar é “Pallo” para “Paulo” –
11 por se tratar de nome próprio bastante comum, se me perdoam o trocadilho. Explico: o
12 escrevente imaginou que a sílaba “Pau” se escrevesse “Pal”, que a pronúncia “Pau” seria uma
13 forma inovadora, e que, portanto, a grafia deveria seguir regras como a que se segue em
14 “maldade”, pronunciada “maudade”…
15 ____ Numa aula, um professor pode só corrigir. Mas, se souber explicar o que (provavelmente)
16 aconteceu “na cabeça” do escrevente, isso fará dele um professor diferenciado. É mais ou menos
17 como a diferença que há entre o professor de matemática que só manda aplicar uma fórmula e o
18 que sabe o que ela significa. Um é matemático, e raciocina. O outro poderia ser substituído pelo
19 segurança da escola.
(Fonte: Sírio Possenti, da Revista Língua Portuguesa, 22/6/2017, publicado em
http://www.revistaeducacao.com.br – adaptação)
Sobre o uso de elementos que compõem o fragmento de texto acima, avalie as afirmações que seguem:
I. No parágrafo entre as linhas 04 e 06, a palavra que tem a mesma classificação: conjunção integrante.
II. Na linha 04, o demonstrativo esse refere-se à informação contida no parágrafo anterior.
III. Na linha 05, já que poderia ser substituído por ao passo que, mantendo-se o significado original.
IV. Na linha 15, Entretanto substituiria adequadamente Mas.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 37 e 38 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Ditongo onde não tem
01 ____ O autor da placa decidiu que a pronúncia comum era informal, que a escrita deveria
02 expressar a forma padrão: e cometeu dois erros (deve-se reconhecer que suas hipóteses são
03 finas, relativamente sofisticadas, apesar de erradas).
04 ____ A “correção” consiste, usualmente, em casos como esse, em acrescentar um som às
05 sílabas que deixaram de conter ditongo (já que a fala informal elimina o ditongo), e em colocar
06 um “l” no lugar de um “u” (é o “l” que se converte em “u”, não o inverso).
07 ____ Uma hipercorreção consiste em acrescentar um som mesmo quando não há ditongo
08 (bandeija, professoura): o resultado, no caso, é “couver”. Outra hipercorreção consiste em
09 substituir “cou” por “col”, porque se avaliou que o “u” é de fato um “l”.
10 ____ Um dos casos mais incríveis de hipercorreção de que já ouvi falar é “Pallo” para “Paulo” –
11 por se tratar de nome próprio bastante comum, se me perdoam o trocadilho. Explico: o
12 escrevente imaginou que a sílaba “Pau” se escrevesse “Pal”, que a pronúncia “Pau” seria uma
13 forma inovadora, e que, portanto, a grafia deveria seguir regras como a que se segue em
14 “maldade”, pronunciada “maudade”…
15 ____ Numa aula, um professor pode só corrigir. Mas, se souber explicar o que (provavelmente)
16 aconteceu “na cabeça” do escrevente, isso fará dele um professor diferenciado. É mais ou menos
17 como a diferença que há entre o professor de matemática que só manda aplicar uma fórmula e o
18 que sabe o que ela significa. Um é matemático, e raciocina. O outro poderia ser substituído pelo
19 segurança da escola.
(Fonte: Sírio Possenti, da Revista Língua Portuguesa, 22/6/2017, publicado em
http://www.revistaeducacao.com.br – adaptação)
Sobre a relação entre fonemas e letras, encontros consonantais e encontros vocálicos, analise as assertivas abaixo:
I. Os encontros vocálicos são três: ditongos, tritongos e hiatos; o primeiro é a combinação de uma vogal mais uma semivogal, ou vice-versa, na mesma sílaba; o segundo é o conjunto semivogal mais vogal mais semivogal, formando uma só sílaba; o terceiro é o encontro de duas vogais pronunciadas em dois impulsos distintos, formando sílabas diferentes.
II. Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos numa palavra, ocorrendo sempre na mesma sílaba.
III. Na relação entre fonemas e letras, tanto a ocorrência de encontros consonantais quanto a de dígrafos faz com que o número de letras e de fonemas seja diferente.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 34 a 36 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Ênclises demais
01 ____ Pelo mesmo mecanismo se podem explicar certos casos de ênclise, como “que (não)
02 inscreveram-se”, pelo estigma associado às próclises, simbolizadas por formas como “me parece”,
03 sempre condenadas. O resultado é o exagero de ênclises, que até substituem mesóclises: em vez
04 de “mostrar-se-ia”, ocorre “mostraria-se”. Uma das razões é que “se mostraria” soa errado.
05 ____ Um bom exemplo é o seguinte, que reúne dois casos de hipercorreção em uma só palavra
06 (na verdade, numa só letra / som): uma placa ou faixa anunciando show com um cover de Renato
07 Russo significa que um cantor executará músicas daquele roqueiro.
08 _____Possivelmente, mas não necessariamente, ele se vestirá como Russo se vestia ou
09 procurará ter aparência semelhante à dele. Um cover de Elvis Presley sempre ostentará aquela
10 cabeleira e vestirá camisas com aquela gola alta.
11 ____ Um problema que pode aparecer nessa faixa ou placa é a grafia de “cover”. A que tem
12 circulado pela internet é “colver”. De onde ela virá? Os idiotas da gramatiquinha (uma alusão à
13 expressão “idiotas da objetividade”, de Nelson Rodrigues) dirão simplesmente que é ridículo,
14 gritarão “veja o nível de nossa escola” etc. Estarão certos, em parte. De fato, deveria ter sido
15 possível que todos escrevessem “cover”, que soubessem que é uma palavra inglesa etc.
16 ____ Mas os fatos são diferentes. Muita gente apreende o sentido da palavra (desta e de outras
17 tantas) com base em seu uso, em sua circulação em determinados contextos. E a emprega
18 corretamente, exceto pela grafia, às vezes. Que não é aleatória, e revela dois traços do português
19 atual.
20 ____ Um desses traços é a eliminação de semivogais em muitos ditongos. Palavras como “outro
21 / dourado”, além de “caixa / peixe” etc., são frequentemente pronunciadas sem a semivogal do
22 ditongo: “otro / dorado / caxa / pexe”. Mas aprende-se na escola, mesmo se ela é um pouco
23 precária, que essas palavras se escrevem “outro / dourado / peixe / caixa”. Ou seja, que há mais
24 um elemento sonoro na sílaba, e não apenas a vogal.
25 ____ Outro fenômeno comum em nossa língua é a vocalização do “l” em final de sílaba (só em
26 final de sílaba!). A maioria diz “braziw”, com uma semivogal no final da sílaba, tal como diz “awto”
27 (alto), azuw” (azul), “cawma” (calma) etc. Quando se escreve, as dúvidas se instalam: como
28 grafar a primeira sílaba de “ouro / dourado / cover”? Com ou sem ditongo? Se se decide pelo
29 ditongo, como grafar o som “w”: com “u” ou com “l”?
30 ____ Na palavra “cover”, a dúvida é dupla, como se vê: a) há ou não um ditongo na primeira
31 sílaba (“cover” é como “otro”?)? b) se sim, como grafar o som “w”? Será uma semivogal (escrita
32 “u”) ou uma consoante lateral (escrita “l”)? Se a decisão caminhar na direção das correções
33 comuns, o resultado é a grafia “colver”.
Avalie as afirmações que seguem sobre sintaxe de colocação dos pronomes, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Conforme a posição do verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser proclíticos, mesoclíticos e enclíticos; segue também as mesmas regras de colocação pronominal o pronome demonstrativo o, que pode incorporar-se ao verbo à maneira de um pronome pessoal átono.
( ) A ocorrência de próclise será de rigor quando antes do verbo houver conjunções subordinativas, mesmo ocorrendo a elipse desse vocábulo.
( ) A mesóclise é colocação exclusiva da língua culta e da modalidade literária. Na fala corrente, emprega-se a próclise.
( ) Os pronomes átonos estarão em ênclise nos períodos iniciados pelo verbo (que não seja futuro), pois, na língua culta, não se abre frase com pronome oblíquo; isso somente é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita, quando se deseja reproduzir a fala dos personagens.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 34 a 36 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Ênclises demais
01 ____ Pelo mesmo mecanismo se podem explicar certos casos de ênclise, como “que (não)
02 inscreveram-se”, pelo estigma associado às próclises, simbolizadas por formas como “me parece”,
03 sempre condenadas. O resultado é o exagero de ênclises, que até substituem mesóclises: em vez
04 de “mostrar-se-ia”, ocorre “mostraria-se”. Uma das razões é que “se mostraria” soa errado.
05 ____ Um bom exemplo é o seguinte, que reúne dois casos de hipercorreção em uma só palavra
06 (na verdade, numa só letra / som): uma placa ou faixa anunciando show com um cover de Renato
07 Russo significa que um cantor executará músicas daquele roqueiro.
08 _____Possivelmente, mas não necessariamente, ele se vestirá como Russo se vestia ou
09 procurará ter aparência semelhante à dele. Um cover de Elvis Presley sempre ostentará aquela
10 cabeleira e vestirá camisas com aquela gola alta.
11 ____ Um problema que pode aparecer nessa faixa ou placa é a grafia de “cover”. A que tem
12 circulado pela internet é “colver”. De onde ela virá? Os idiotas da gramatiquinha (uma alusão à
13 expressão “idiotas da objetividade”, de Nelson Rodrigues) dirão simplesmente que é ridículo,
14 gritarão “veja o nível de nossa escola” etc. Estarão certos, em parte. De fato, deveria ter sido
15 possível que todos escrevessem “cover”, que soubessem que é uma palavra inglesa etc.
16 ____ Mas os fatos são diferentes. Muita gente apreende o sentido da palavra (desta e de outras
17 tantas) com base em seu uso, em sua circulação em determinados contextos. E a emprega
18 corretamente, exceto pela grafia, às vezes. Que não é aleatória, e revela dois traços do português
19 atual.
20 ____ Um desses traços é a eliminação de semivogais em muitos ditongos. Palavras como “outro
21 / dourado”, além de “caixa / peixe” etc., são frequentemente pronunciadas sem a semivogal do
22 ditongo: “otro / dorado / caxa / pexe”. Mas aprende-se na escola, mesmo se ela é um pouco
23 precária, que essas palavras se escrevem “outro / dourado / peixe / caixa”. Ou seja, que há mais
24 um elemento sonoro na sílaba, e não apenas a vogal.
25 ____ Outro fenômeno comum em nossa língua é a vocalização do “l” em final de sílaba (só em
26 final de sílaba!). A maioria diz “braziw”, com uma semivogal no final da sílaba, tal como diz “awto”
27 (alto), azuw” (azul), “cawma” (calma) etc. Quando se escreve, as dúvidas se instalam: como
28 grafar a primeira sílaba de “ouro / dourado / cover”? Com ou sem ditongo? Se se decide pelo
29 ditongo, como grafar o som “w”: com “u” ou com “l”?
30 ____ Na palavra “cover”, a dúvida é dupla, como se vê: a) há ou não um ditongo na primeira
31 sílaba (“cover” é como “otro”?)? b) se sim, como grafar o som “w”? Será uma semivogal (escrita
32 “u”) ou uma consoante lateral (escrita “l”)? Se a decisão caminhar na direção das correções
33 comuns, o resultado é a grafia “colver”.
Sobre sintaxe de colocação, avalie as afirmações que seguem:
I. São duas as ordens que podem presidir à construção da frase: a direta e a inversa. Na direta, os termos regentes precedem os termos regidos; na inversa: altera-se a sequência normal dos termos, dispondo o verbo antes do sujeito, os complementos ou adjuntos antes do verbo, enfim, o termo regido antes do termo regente.
II. Pospõe-se, habitualmente, o sujeito ao verbo em determinados casos, mas este pode anteceder o gerúndio quando vier precedido da preposição em.
III. A posição do sujeito não influencia, em caso algum, a concordância do verbo.
Quais estão INCORRETAS?
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Instrução: As questões de números 34 a 36 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Ênclises demais
01 ____ Pelo mesmo mecanismo se podem explicar certos casos de ênclise, como “que (não)
02 inscreveram-se”, pelo estigma associado às próclises, simbolizadas por formas como “me parece”,
03 sempre condenadas. O resultado é o exagero de ênclises, que até substituem mesóclises: em vez
04 de “mostrar-se-ia”, ocorre “mostraria-se”. Uma das razões é que “se mostraria” soa errado.
05 ____ Um bom exemplo é o seguinte, que reúne dois casos de hipercorreção em uma só palavra
06 (na verdade, numa só letra / som): uma placa ou faixa anunciando show com um cover de Renato
07 Russo significa que um cantor executará músicas daquele roqueiro.
08 _____Possivelmente, mas não necessariamente, ele se vestirá como Russo se vestia ou
09 procurará ter aparência semelhante à dele. Um cover de Elvis Presley sempre ostentará aquela
10 cabeleira e vestirá camisas com aquela gola alta.
11 ____ Um problema que pode aparecer nessa faixa ou placa é a grafia de “cover”. A que tem
12 circulado pela internet é “colver”. De onde ela virá? Os idiotas da gramatiquinha (uma alusão à
13 expressão “idiotas da objetividade”, de Nelson Rodrigues) dirão simplesmente que é ridículo,
14 gritarão “veja o nível de nossa escola” etc. Estarão certos, em parte. De fato, deveria ter sido
15 possível que todos escrevessem “cover”, que soubessem que é uma palavra inglesa etc.
16 ____ Mas os fatos são diferentes. Muita gente apreende o sentido da palavra (desta e de outras
17 tantas) com base em seu uso, em sua circulação em determinados contextos. E a emprega
18 corretamente, exceto pela grafia, às vezes. Que não é aleatória, e revela dois traços do português
19 atual.
20 ____ Um desses traços é a eliminação de semivogais em muitos ditongos. Palavras como “outro
21 / dourado”, além de “caixa / peixe” etc., são frequentemente pronunciadas sem a semivogal do
22 ditongo: “otro / dorado / caxa / pexe”. Mas aprende-se na escola, mesmo se ela é um pouco
23 precária, que essas palavras se escrevem “outro / dourado / peixe / caixa”. Ou seja, que há mais
24 um elemento sonoro na sílaba, e não apenas a vogal.
25 ____ Outro fenômeno comum em nossa língua é a vocalização do “l” em final de sílaba (só em
26 final de sílaba!). A maioria diz “braziw”, com uma semivogal no final da sílaba, tal como diz “awto”
27 (alto), azuw” (azul), “cawma” (calma) etc. Quando se escreve, as dúvidas se instalam: como
28 grafar a primeira sílaba de “ouro / dourado / cover”? Com ou sem ditongo? Se se decide pelo
29 ditongo, como grafar o som “w”: com “u” ou com “l”?
30 ____ Na palavra “cover”, a dúvida é dupla, como se vê: a) há ou não um ditongo na primeira
31 sílaba (“cover” é como “otro”?)? b) se sim, como grafar o som “w”? Será uma semivogal (escrita
32 “u”) ou uma consoante lateral (escrita “l”)? Se a decisão caminhar na direção das correções
33 comuns, o resultado é a grafia “colver”.
Nas linhas 12 e 18, observa-se a ocorrência da crase. Sobre essa fusão da preposição a com outras classes gramaticais, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Na escrita, assinala-se a crase com o acento grave. A contração à, que representa a fusão da preposição a com o artigo a, não é tônica, mas pode ser proferida um tanto mais fortemente que o a átono.
( ) Os termos diante dos quais ocorre a crase exercem as funções sintáticas de complementos (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal) ou adjuntos adverbiais.
( ) O artigo definido feminino, quando vem precedido da preposição a, funde-se com ela, e tal fusão é representada na escrita por um acento grave sobre a vogal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 31 a 33 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Descaminhos da Hipercorreção
01 ____ Chama-se de hipercorreção ao processo que leva a corrigir também quando não se deve
02 corrigir. Ou seja, na tentativa de ser correto, corrige-se demais.
03 ____ As fontes da hipercorreção são duas. Uma é a própria variação linguística, que sempre
04 envolve uma forma considerada correta e outra considerada errada. A segunda fonte é a vontade
05 de ser correto.
06 ____ Tomemos um caso como paradigma: o “l” de final de sílaba é, em geral, pronunciado como
07 semivogal (como se fosse um “u”): assim, “maldade” se pronuncia “maudade”.
08 ____ Uma das atividades escolares consiste em insistir na grafia correta. Ora, na mesma posição
09 ocorrem semivogais “de verdade”, como em “cauda” (rabo). Uma das atividades escolares
10 consiste em corrigir erros como “maudade”, o que levaria os alunos (e ex-alunos) a eliminar o “u”
11 nesta posição. Mas o mesmo trabalho que leva a acertar a grafia de “maldade” leva a errar a
12 grafia de “cauda”. Acrescente-se que existe também a palavra “calda”, a dos doces, o que ajuda a
13 complicar a questão: no limite, alguém pode trocar “u” e “l”, escrevendo “cauda” quando deveria
14 escrever “calda” e vice-versa (o mesmo ocorre em “auto / alto”, “mal / mau”).
15 ____ Muitos erros de grafia se devem a este fenômeno. Ao lado de escritas como “hoge” (hoje)
16 ou “pessa” (peça), previsíveis, dado o nosso sistema de escrita, ocorrem casos como os
17 comentados acima.
18 ____ Também há hipercorreções sintáticas, como o excesso de concordância. Uma das
19 características do português “popular” é a diminuição das flexões verbais. A terceira pessoa do
20 singular funciona como “curinga” das outras pessoas: casos extremos podem ser representados
21 por “eu vou / você vai / ele vai / nós vai / vocês vai / eles vai”, conjugação na qual só a primeira
22 do singular é diferente (parece inglês…). Ora, estas formas são corrigidas na escola, pelo menos
23 quando se decoram as conjugações. É uma pena, mas dificilmente se constrói uma espécie de
24 gramática contrastiva, o que seria bem interessante e penso que eficaz.
25 ____ “Flexionar mais” parece ser um imperativo. Não seria estranho dizer que formas como
26 “haviam muitas pessoas” e “fazem cinco anos” são efeito dessa vontade de acertar, de colocar
27 verbos no plural, que é o que se cobra sempre…
De acordo com o texto, muitos erros de grafia se devem ao fato de certas palavras terem escritas iguais e significados diferentes, ou escritas parecidas e pronúncias iguais, dentre outros casos. Sobre a grafia e a significação de vocábulos da Língua Portuguesa, avalie as afirmações que seguem:
I. Homônimos são palavras que têm a mesma pronúncia, e, às vezes, a mesma grafia, mas significação diferentes, como é o caso de são (sadio) e são (l. 22).
II. Cauda e calda (l. 12) têm significados distintos, sendo, portanto, semântica e ortograficamente diferentes.
III. Se o vocábulo linguística (l. 03) fosse grafado com letra maiúscula e exercesse uma função substantiva, classificar-se-ia como substantivo próprio.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 31 a 33 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Descaminhos da Hipercorreção
01 ____ Chama-se de hipercorreção ao processo que leva a corrigir também quando não se deve
02 corrigir. Ou seja, na tentativa de ser correto, corrige-se demais.
03 ____ As fontes da hipercorreção são duas. Uma é a própria variação linguística, que sempre
04 envolve uma forma considerada correta e outra considerada errada. A segunda fonte é a vontade
05 de ser correto.
06 ____ Tomemos um caso como paradigma: o “l” de final de sílaba é, em geral, pronunciado como
07 semivogal (como se fosse um “u”): assim, “maldade” se pronuncia “maudade”.
08 ____ Uma das atividades escolares consiste em insistir na grafia correta. Ora, na mesma posição
09 ocorrem semivogais “de verdade”, como em “cauda” (rabo). Uma das atividades escolares
10 consiste em corrigir erros como “maudade”, o que levaria os alunos (e ex-alunos) a eliminar o “u”
11 nesta posição. Mas o mesmo trabalho que leva a acertar a grafia de “maldade” leva a errar a
12 grafia de “cauda”. Acrescente-se que existe também a palavra “calda”, a dos doces, o que ajuda a
13 complicar a questão: no limite, alguém pode trocar “u” e “l”, escrevendo “cauda” quando deveria
14 escrever “calda” e vice-versa (o mesmo ocorre em “auto / alto”, “mal / mau”).
15 ____ Muitos erros de grafia se devem a este fenômeno. Ao lado de escritas como “hoge” (hoje)
16 ou “pessa” (peça), previsíveis, dado o nosso sistema de escrita, ocorrem casos como os
17 comentados acima.
18 ____ Também há hipercorreções sintáticas, como o excesso de concordância. Uma das
19 características do português “popular” é a diminuição das flexões verbais. A terceira pessoa do
20 singular funciona como “curinga” das outras pessoas: casos extremos podem ser representados
21 por “eu vou / você vai / ele vai / nós vai / vocês vai / eles vai”, conjugação na qual só a primeira
22 do singular é diferente (parece inglês…). Ora, estas formas são corrigidas na escola, pelo menos
23 quando se decoram as conjugações. É uma pena, mas dificilmente se constrói uma espécie de
24 gramática contrastiva, o que seria bem interessante e penso que eficaz.
25 ____ “Flexionar mais” parece ser um imperativo. Não seria estranho dizer que formas como
26 “haviam muitas pessoas” e “fazem cinco anos” são efeito dessa vontade de acertar, de colocar
27 verbos no plural, que é o que se cobra sempre…
Considerando o último período do fragmento de texto (l. 25 a 27), avalie as afirmações que seguem, relativamente às regras de concordância de verbos impessoais:
I. Os verbos haver e fazer (na indicação de tempo), quando usados como impessoais, ficam na 3ª pessoa do plural.
II. passar de, na indicação das horas, deve ser flexionado na 3ª pessoa do plural, acompanhando o numeral.
III. O verbo chover, no sentido figurado, deixa de ser impessoal e, portanto, deve concordar com o sujeito.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 31 a 33 referem-se ao texto abaixo. Em caso de destaques ao longo do texto, eles estarão citados nas questões.
Descaminhos da Hipercorreção
01 ____ Chama-se de hipercorreção ao processo que leva a corrigir também quando não se deve
02 corrigir. Ou seja, na tentativa de ser correto, corrige-se demais.
03 ____ As fontes da hipercorreção são duas. Uma é a própria variação linguística, que sempre
04 envolve uma forma considerada correta e outra considerada errada. A segunda fonte é a vontade
05 de ser correto.
06 ____ Tomemos um caso como paradigma: o “l” de final de sílaba é, em geral, pronunciado como
07 semivogal (como se fosse um “u”): assim, “maldade” se pronuncia “maudade”.
08 ____ Uma das atividades escolares consiste em insistir na grafia correta. Ora, na mesma posição
09 ocorrem semivogais “de verdade”, como em “cauda” (rabo). Uma das atividades escolares
10 consiste em corrigir erros como “maudade”, o que levaria os alunos (e ex-alunos) a eliminar o “u”
11 nesta posição. Mas o mesmo trabalho que leva a acertar a grafia de “maldade” leva a errar a
12 grafia de “cauda”. Acrescente-se que existe também a palavra “calda”, a dos doces, o que ajuda a
13 complicar a questão: no limite, alguém pode trocar “u” e “l”, escrevendo “cauda” quando deveria
14 escrever “calda” e vice-versa (o mesmo ocorre em “auto / alto”, “mal / mau”).
15 ____ Muitos erros de grafia se devem a este fenômeno. Ao lado de escritas como “hoge” (hoje)
16 ou “pessa” (peça), previsíveis, dado o nosso sistema de escrita, ocorrem casos como os
17 comentados acima.
18 ____ Também há hipercorreções sintáticas, como o excesso de concordância. Uma das
19 características do português “popular” é a diminuição das flexões verbais. A terceira pessoa do
20 singular funciona como “curinga” das outras pessoas: casos extremos podem ser representados
21 por “eu vou / você vai / ele vai / nós vai / vocês vai / eles vai”, conjugação na qual só a primeira
22 do singular é diferente (parece inglês…). Ora, estas formas são corrigidas na escola, pelo menos
23 quando se decoram as conjugações. É uma pena, mas dificilmente se constrói uma espécie de
24 gramática contrastiva, o que seria bem interessante e penso que eficaz.
25 ____ “Flexionar mais” parece ser um imperativo. Não seria estranho dizer que formas como
26 “haviam muitas pessoas” e “fazem cinco anos” são efeito dessa vontade de acertar, de colocar
27 verbos no plural, que é o que se cobra sempre…
Relativamente ao uso do prefixo hiper, em hipercorreção (l. 01 e 03) e em sua ocorrência plural na linha 18, e levando em conta a Reforma Ortográfica em vigência no Brasil, são feitas as seguintes afirmações:
I. No vocábulo hipercorreção, caso correção fosse substituído por referência, o prefixo deveria ser separado por hífen.
II. A substituição do prefixo hiper por super não acarretaria necessidade de uso do hífen.
III. Ao se utilizar o prefixo inter em lugar de hiper, o vocábulo assumiria a forma intercorreção.
Quais estão corretas?
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