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Foram encontradas 674 questões.

2551131 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Ao ser admitido para trabalhar na Estratégia Saúde da Família (ESF), Dr. Antônio mudou-se para a pequena cidade, com 5000 habitantes. Estava muito entusiasmado e com muitos planos. Ao iniciar seu atendimento, recebeu a Sra. S.A.A., 54 anos, obesa, e que demonstrava estar muito ansiosa. Disse que ultimamente vinha se aborrecendo muito, pois a filha de 16 anos estava grávida, seu marido (José, 60 anos) que é hipertenso, estava muito alterado desde que soubera e seu pai (Joaquim, 84 anos) que mora com eles tem apresentado quadros de confusão mental. Ela lhe pede que ajude, pois percebe que sozinha não vai conseguir administrar tantas demandas. Dr. Antônio acalma a senhora e diz que, no dia seguinte irá visitá-la para montar uma estratégia de intervenção.
Considerando os princípios da atenção primária, assinale a alternativa que apresenta as MEDIDAS que deveriam acontecer primeiro.
 

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2551121 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Analise o período “O carro foi comprado por João
Assinale a alternativa que contempla, no período apresentado, um artigo:
 

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2551117 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Sobre o modelo de crescimento de Solow, que demostra o efeito da poupança, do crescimento populacional e do progresso tecnológico no nível de produção de uma economia e seu crescimento no longo prazo, analise as afirmativas a seguir:
I- No longo prazo a taxa de poupança de uma economia determina o seu estoque de capital e, consequentemente, o seu produto.
II- O nível de capital que maximiza o consumo no estado estacionário é chamado de nível da Regra de Ouro.
III- A taxa de crescimento populacional de uma economia compreende um determinante do padrão de vida no longo prazo.
IV- Quanto maior a taxa de crescimento populacional, maior o produto por trabalhador.
V- Quanto maior o investimento, maior a taxa de poupança e maior a taxa de inflação.
Estão CORRETAS as alternativas:
 

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TEXTO 1
'É COMO USAR DROGAS': POR QUE AS PESSOAS ACREDITAM E COMPARTILHAM FAKE NEWS?
Felipe Souza
BBC News Brasil em São Paulo, 26 outubro 2018
Desde as eleições que elegeram o presidente americano Donald Trump em 2016, a expressão fake news se espalhou mundialmente. Com a popularização dos computadores e smartphones, boa parte da população brasileira tem acesso a redes sociais, como Facebook e WhatsApp, diariamente e se tornou alvo de uma avalanche de notícias falsas disparadas a todo momento.
Mas além de receber e acreditar em memes, fotos, vídeos e textos falsos, parte da população também compartilha esses arquivos com amigos, familiares e até mesmo em grupos de pessoas desconhecidas. Afinal, por que tanta gente acredita em fake news?
Em entrevista à BBC News Brasil, o psiquiatra e diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria, Claudio Martins, afirmou que as pessoas que compartilham notícias falsas experimentam uma sensação de bem-estar semelhante à de usar drogas.
"Quando a pessoa recebe uma notícia que a agrada, são estimulados os mecanismos de recompensa imediata do cérebro e dão uma sensação de prazer instantâneo, assim como as drogas. Ocorre uma descarga emocional e gera uma satisfação imediata. Isso impulsiona a pessoa a transmitir compulsivamente a mesma informação para que seu círculo de amizades sinta o mesmo. Por isso, há os encaminhadores compulsivos", explica o psiquiatra.
Segundo Claudio Martins, essa sensação de euforia causada pelas notícias falsas impede o desenvolvimento de um senso crítico em quem as recebe. É a "infantilização emocional", que faz com que poucas pessoas se preocupem em checar a origem ou a veracidade da informação.
O psiquiatra explica ainda que esse movimento causa uma angústia que leva a pessoa a imaginar que é portadora de uma novidade que deve ser contada com extrema urgência. O sentimento, explica ele, é o mesmo quando alguém ouve uma fofoca.
"Ela, então, transmite informações não checadas, capazes de gerar uma curiosidade ampliada em outras pessoas, além de um alto nível de identificação e propagação de conteúdo. O campo da política é muito propício para esse fenômeno. Uma certeza é que as fake news são um fenômeno novo que atrai pessoas com transtornos de personalidade sérios. Ele é muito simplório e vai ser cada vez mais estudado", afirmou.
Futebol, religião e política
Em uma analogia com futebol e religião, o psiquiatra explica que a política é um assunto tratado como uma crença por parte da população.
"O ser humano tem essa tendência a buscar essas crenças, mágicas. Quando ele recebe correntes de pensamento político, incorpora aquilo como uma verdade absoluta, amplia e divulga para reforçar sua satisfação. Ele usa o mecanismo para compartilhar sem pensar. Muitas vezes, acaba repassando até para grupos que nem tratam do assunto", afirma.
Assim como no futebol, o psiquiatra explica que a política funciona no cérebro de parte da população como um sistema de projeção em que o indivíduo se sente como se fosse o próprio candidato. "Se o meu time marca um gol ou ganha um título é como se o gol fosse meu e o título também. É inclusive assim que comento com os amigos", compara o psiquiatra.
Claudio Martins diz que o problema dessa crença é que as pessoas que recebem informações sobre política não querem saber se são verdadeiras. "Ela age com impulsividade. Não pesquisa, não quer saber quem mandou. Só pensa em dar impacto àquela informação que ela recebeu, como se fosse algo exclusivo, e numa impulsão, ela repassa aquilo como se fosse algo que vai alterar a realidade do mundo."
"Crença é algo muito difícil de combater, principalmente nos espaços mais radicais. A crença religiosa é tão forte quanto a política, gera uma cegueira. A religiosa não tem evidências científicas, mas para quem crê isso não interessa porque ela não busca evidências que possam comprovar um sentido. A pessoa apenas incorpora aquilo como uma necessidade de ter a idealização de alguém ou grupo político que possa suprir suas carências porque o ser humano é muito carente. Quando a pessoa está necessitada, ela deseja ter um super protetor", afirmou.
O codiretor do Instituto Tecnologia e Equidade, Thiago Rondon, diz que os produtores de notícias falsas sabem disso e têm dois objetivos como estratégia ao criar suas correntes: gerar medo e emergência. Segundo ele, essa situação de alarde é vital para que as pessoas repassem a informação.
"É necessário tomar medidas estruturais para evitar que essa situação se agrave. Uma delas é que nosso sistema educacional discuta esse tipo de assunto nas escolas. É necessário fortalecer as pessoas com consciência e educação desde cedo. A gente precisa se organizar para se adequar a esse mundo digital. A solução não é bloquear o uso de aplicativos de troca de mensagens, pois esses lugares são excelentes para troca de ideias e debates. Ações assim são um erro em relação a liberdades", afirmou.
Ele afirma também que deve haver mecanismos mais eficientes para combater notícias falsas. Um deles é dar ferramentas para que a população as identifique por conta própria.
"É necessário mudar a forma de se comunicar, não apenas negando e desmentindo informações porque elas dificilmente vão ter o mesmo alcance da fake news. Por exemplo, no primeiro turno deste ano um boletim de urna (compartilhado no WhatsApp) mostrava um dos candidatos com mais de 9 mil votos registrados. O TSE poderia divulgar como o eleitor pode ter acesso a esses documentos, usar o aplicativo oficial e confirmar se aquela informação é real", afirmou Rondon.
Analfabetismo digital e bolhas ideológicas
O diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria diz que a crença em fake news é um fenômeno sociocultural que envolve diversos fatores de alta complexidade. Entre os mais relevantes, ele cita o analfabetismo digital da população brasileira, já que a popularização da internet e a chegada do WhatsApp são recursos novos para boa parte dos cidadãos.
"Isso demonstra claramente uma falha na educação digital que precisa ser corrigida com urgência. Prova que há uma ausência de educação digital no Brasil", afirmou.
Os especialistas ouvidos pela reportagem apontam ainda que a formação de bolhas ideológicas nas redes também facilita a propagação de notícias falsas. O psiquiatra faz uma nova analogia com times de futebol para explicar o fenômeno.
"As pessoas procuram estar perto dos pertencentes aos grupos que se identificam. Isso é natural. Se o cara é palmeirense, ele vai tentar andar com o grupo dos palmeirenses. Isso não tem nenhum problema. O problema é quando a gente perde a capacidade de senso crítico, fica cego, e perde a habilidade de saber se os palmeirenses estão mentindo", afirmou.
[...]
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45767478 Acesso: 26 out. 2018 (Adaptado).
Em relação ao Texto 1, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A disposição de acreditar em notícias falsas envolve componentes genéticos da espécie humana, que direcionam os indivíduos para a autopreservação.
( ) Fatores socioculturais, como a falta de educação quanto ao uso da informação em ambiente virtual, é uma das principais causas de fake news.
( ) Elementos emocionais, como a euforia, são definidores para o compartilhamento compulsivo de notícias falsas.
( ) Mecanismos de punição a quem divulga, além de bloqueios às redes sociais, são citados como possíveis soluções para se coibir a disseminação de fake news.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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2551083 Ano: 2018
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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De acordo com o Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257/2001), a regulação do uso da propriedade urbana é feita em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos bem como do equilíbrio ambiental. Nesse contexto, a política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da propriedade urbana mediante algumas diretrizes.
Uma dessas diretrizes trata da ordenação e do controle do uso do solo, que busca evitar, EXCETO:
 

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2551076 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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O orçamento público tem como objetivo organizar os recursos financeiros. Para isso, as receitas e as despesas são previstas e fixadas.
Dessa forma, as despesas empenhadas, mas não pagas até o término do exercício financeiro em 31 de dezembro, são consideradas:
 

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2551071 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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O feijão é bastante sensível à competição das plantas daninhas, principalmente na fase de:
 

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2551062 Ano: 2018
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Relacione o Sistema de Classificação Bibliográfica apresentados na COLUNA I com o exemplo correto de notação da COLUNA II.
COLUNA I
1 - Classificação Decimal de Dewey (CDD).
2 - Classificação da Biblioteca do Congresso (LCC).
3 - Classificação de assunto de Brown.
4 - Classificação Decimal Universal (CDU).
COLUNA II
( ) 02:004.
( ) G570.65.
( ) 634.904.
( ) CR672.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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2551045 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Assinale a alternativa que apresenta a classificação CORRETA para a contribuição recebida pelo município de Santa Luzia para o custeio da iluminação.
 

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2550990 Ano: 2018
Disciplina: Auditoria
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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A data do relatório do auditor DEVE ser defina:
 

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