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Foram encontradas 40 questões.

O Senhor M sempre alterna entre verdade e mentira em suas afirmações, ou seja, logo depois de dizer uma verdade, sempre diz uma mentira; e logo depois de dizer uma mentira, sempre diz uma verdade.

O Senhor M fez, na ordem apresentada, as seguintes afirmações – sem informar se a primeira afirmação é uma verdade ou uma mentira:

I. Eu sou rico.

II. Eu sou famoso.

III. Se uma pessoa é rica, então ela é famosa.

Com base nessas informações, é correto concluir que as proposições

 

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Considere a sequência abaixo para responder à questão.

2 ; 5 ; 11 ; 23 ; 47 ; 95 ; …

Mantido o padrão apresentado na sequência, o seu próximo elemento será

 

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Se as proposições A e B NÃO são equivalentes, é correto afirmar que B

 

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Adonis, Benito e Celso estão posicionados ao longo de uma rua reta. A distância entre Adonis e Celso é de 50 metros, enquanto a distância entre Benito e Celso é de 8 metros. Se Benito está posicionado entre Adonis e Celso, a distância entre Adonis e Benito é de

 

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Considere a proposição A: ¬p ∨ ¬q.

Para que a proposição A seja falsa,

 

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Enunciado 3767757-1

A tirinha aborda uma concepção atual sobre família. É correto afirmar que hoje o(a)
 

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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois, duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita? Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça, caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
Assinale a alternativa cuja frase apresenta palavra com sentido figurado.
 

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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois, duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita? Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça, caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.

“‘Mas se’ trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino”.


É correto afirmar que os termos destacados possuem o sentido de
 

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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois, duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita? Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça, caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão .

“Mas se trouxerem pra roda família e amigos, ‘possivelmente’ terão de se contentar com o genérico masculino”.

É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de
 

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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois, duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita? Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça, caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
Pela leitura do primeiro parágrafo, é correto afirmar que os numerais
 

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