Foram encontradas 348 questões.
Kunz e Costa (2016) analisam criticamente que o esporte tem sido tratado como uma prática pertencente a pessoas jovens, saudáveis e talentosas e propõem, para aqueles que "pretendem apresentar e desenvolver um esporte com múltiplas perspectivas socializadoras, educativas, culturais e até terapêuticas", romper com esta imagem. Para os autores, a responsável pela construção desta imagem é a:
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Correr, saltar e arremessar são movimentos básicos para a prática de diversas manifestações corporais. Segundo Taffarel (2016), a metodologia de ensino Crítico- Superadora considera que esses movimentos são:
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Castellani Filho (2013), ao trabalhar as tendências na Educação Física brasileira, destaca que uma dessas segue uma perspectiva de biologização, que se caracteriza por:
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O Coletivo de Autores (2012), no livro "Metodologia de Ensino da Educação Física", propõe a organização dos conteúdos em ciclos de escolarização. Utilizando o jogo como temática da Cultura Corporal, os autores exemplificam a abordagem deste conhecimento desde a educação infantil até o ensino médio. A proposta de ciclo para os anos finais do Ensino Fundamental seria a:
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A metodologia Crítico-Superadora apresenta alguns aspectos a serem considerados no processo de avaliação dos estudantes. Um deles trata da compreensão crítica da realidade, em que é preciso superar a ideia de que os estudantes são iguais e as avaliações podem ser padronizadas. Para o Coletivo de Autores (2012), o patrimônio cultural expresso corporalmente se diferencia de acordo com a classe social do estudante, tendo a avaliação e as medidas a função de:
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Melo e Alves Jr (2012) destacam que os autores dos primeiros projetos de lazer no Brasil “eram críticos em relação às mazelas sociais, mas não em relação às injustiças sociais que as ocasionavam”. Deste modo, os pioneiros dos projetos de lazer no Brasil acreditavam que para a superação dessas mazelas sociais bastava:
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Sobre o Currículo Cultural, Neira (2018) valoriza a organização das atividades de ensino por meio de oito procedimentos didáticos. São eles:
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Em "Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de Educação Física escolar", Fonseca e Ramos (2017) compreendem o acesso à Educação Física como um direito que deve ser garantido a todos os alunos. Uma das estratégias propostas pelas autoras para se ter uma Educação Física mais inclusiva é:
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A partir de um olhar antropológico, Daolio (2010), em "Educação Física e o Conceito de Cultura", analisa algumas metodologias da Educação Física escolar. Uma das críticas do autor é direcionada a uma abordagem que não considera os indivíduos como seres sociais. Compreende-se nesta abordagem a cultura como um elemento internalizado pelos indivíduos, que os tornaria mais capazes de interagir com o meio e com os outros. Esta perspectiva, para Daolio, desconsidera a cultura como pública, sendo um patrimônio da sociedade que deve ser garantido a todos os alunos. A abordagem que recebe essa crítica do autor é a:
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Pesquisando questões relativas à produção da Educação Física como disciplina escolar, Tarcísio Vago (2010), em seu livro “Histórias de Educação Física na Escola”, encontra em Belo Horizonte (MG), no início do século XX, a Gymnastica como “um dispositivo central para a pretendida educação physica das crianças”. Desse modo, o autor elenca algumas razões que sustentavam a inserção da Gymnastica nas escolas primárias na cidade e destaca a crença em suas possibilidades de:
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