Foram encontradas 348 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
O Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014) define as metas e as estratégias para a educação nacional para o período de 2014 a 2024. Uma das diretrizes do plano, de acordo com o Artigo 2º, refere-se à:
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Políticas de expansão do mercado linguístico
A realidade linguística do mundo é complexa. Essa diversidade, que para muitos pode chegar a ser asfixiante, está sob constante ameaça de projetos unificadores, para os quais a existência de comunidades linguísticas diferenciadas que se reconhecem como tais constitui um elemento perigoso de desagregação.
Na realidade, apesar do número elevado de línguas no planeta, por volta de 7.000, 95% delas são usadas por apenas 5% da população mundial. O cálculo é necessariamente aproximado, e as cifras variam bastante entre um estudo e outro. Em termos geográficos, umas poucas línguas da Europa, onde se concentram 3% dos idiomas do mundo (enquanto os continentes asiático e africano reúnem 63% delas), são as mais faladas e as mais difundidas do planeta. Essa desigualdade numérica mundial tem a ver, obviamente, com a expansão colonial da Europa pelos outros continentes, sobretudo durante os séculos XIX e XX.
A robusta expansão do português e do espanhol começou já no século XVI, quando os reinos ibéricos iniciaram empresas de conquista e de evangelização por África e América. Essa difusão das línguas ibéricas tem características particulares nesse momento histórico, anteriormente à constituição dos Estados-nação, quando as línguas dominantes ainda não são instrumentos políticos de criação de cidadania, isto é, quando ainda não são vistas como língua nacionais, mas exclusivamente como instrumentos de poder e signo de distinção que não precisam estar ao alcance de todos.
Se a nação constitui (e se constitui por meio de) um mercado linguístico, a colonização pode ser vista, de uma ótica glotopolítica, como um processo de expansão desse mercado. A lógica colonial distribui papéis econômicos para além das fronteiras originais do país, situando a produção de bens básicos para o consumo, ou a exploração de energia e de matérias- primas, em outros territórios. Ao mesmo tempo em que a máquina do Estado nacional e suas estruturas ideológicas produzem a pureza étnica, elas são responsáveis pela produção de um Outro que pode ser explorado pelo bem da nação. Xoán C. Lagares
(Adaptado de: Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos. São Paulo: Parábola, 2018)
No segundo parágrafo, o uso de percentuais tem a função de reforçar a seguinte ideia:
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Qual é a força da metáfora?
Nas últimas séries do ensino fundamental, não é incomum se passar para o aluno uma longa lista de figuras de linguagem, divididas em figuras “de som” (como a aliteração, a assonância, a paronomásia), “de construção” (como a elipse, o zeugma, o polissíndeto, a inversão, a silepse, o anacoluto, o pleonasmo, a anáfora), “de pensamento” (como a antítese, a ironia, o eufemismo, a hipérbole, a prosopopeia, a apóstrofe) e “de palavra” (como a metáfora, a metonímia, a catacrese, a antonomásia, a sinestesia).
Naqueles livros didáticos, a metáfora costuma ser considerada um mero recurso retórico, quando concentro a comparação entre dois termos no segundo: ao invés de dizer à minha namorada que ela parece uma rosa, chamo-a amorosamente de “minha rosa” (pode ser que esteja pensando menos na beleza da flor e mais nos seus espinhos, mas aí é outra coisa, outra metáfora).
No entanto, toda a linguagem pode ser percebida como metafórica, se nenhuma palavra é a coisa que designa. Para Wayne Booth, não apenas toda linguagem é metafórica, como toda a nossa vida não passa de uma metáfora. Para George Lakoff, a metáfora está infiltrada de tal modo na vida cotidiana que pensamos e agimos sempre a partir de metáforas básicas. Para Wallace Stevens, a realidade é um clichê do qual escapamos pela metáfora.
A última definição é interessante, porque “clichê” não deixa de ser uma espécie de metáfora. Logo, a frase de Stevens pode ser reescrita de maneira circular, assim: “a realidade é uma metáfora da qual escapamos pela metáfora”. Em consequência, podemos até escapar da realidade, mas não podemos escapar... da metáfora!
Essa constatação está de acordo com a célebre formulação de Friedrich Nietzsche, pela qual a verdade é “uma multiplicidade incessante de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em síntese, uma soma de relações humanas que foram poética e retoricamente elevadas, transpostas, ornamentadas, e que, após um longo uso, parecem a um povo firmes, regulares e constrangedoras”. As verdades seriam, ele continua, “ilusões cuja origem está esquecida, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas nas quais se apagou a impressão e que desde agora não são mais consideradas como moedas de valor, mas como metal”.
Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, “na verdade”, catacreses, isto é: metáforas tão gastas pelo uso que não as reconhecemos como tal, do tipo “os pés da mesa” ou “os braços da cadeira”. Mesmo aquilo que entendemos como nós mesmos, ou seja, como nossa identidade, como nosso “eu”, ainda é uma metáfora existencial mais ou menos confortável.
Na definição milenar de Aristóteles, a metáfora é “uma coisa no lugar de outra coisa”. Digo “rosa” querendo dizer “amor” (ou “dor”). A metáfora surge sempre no lugar de outra coisa, precisamente daquilo que não se sabe - desse modo, fingimos que sabemos algo.
Se aceito o caráter metafórico de qualquer linguagem e discurso, preciso admitir que todo discurso é ficcional. Não é que “tudo” seja ficção, o que seria absurdo, mas sim que temos acesso ao real apenas através da mediação dos discursos. Todo discurso se aproxima da realidade (apenas se aproxima, nunca chega “lá”) através de ficções aproximativas, quer as chame “metáforas”, como na literatura, quer as chame “hipóteses”, como na ciência. Logo, como queríamos demonstrar, todo discurso é essencialmente metafórico. Nos termos de Alain Badiou: “nada pode atestar que o real é real, nada senão o sistema de ficção no qual ele virá a desempenhar o papel de real”.
Por isso, percebemos diversas regiões de sombra entre os significados que postulamos para as coisas e para os fenômenos. Essas regiões não são imóveis, ao contrário, elas se movem constantemente, razão pela qual não se consegue agarrá-las nem demarcá-las com facilidade. A metáfora tanto ilumina um objeto quanto dele deriva sombras, o que faz dela uma potência tão poderosa quanto ambígua.
Esta é a sua força.
Gustavo Bernardo (Adaptado de: http:// www. revista. vestibular.uerj.br/coluna/ coluna.php?seq_coluna=42)
Acerca da conceituação da metáfora, a discussão proposta no terceiro parágrafo formula uma:
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Qual é a força da metáfora?
Nas últimas séries do ensino fundamental, não é incomum se passar para o aluno uma longa lista de figuras de linguagem, divididas em figuras “de som” (como a aliteração, a assonância, a paronomásia), “de construção” (como a elipse, o zeugma, o polissíndeto, a inversão, a silepse, o anacoluto, o pleonasmo, a anáfora), “de pensamento” (como a antítese, a ironia, o eufemismo, a hipérbole, a prosopopeia, a apóstrofe) e “de palavra” (como a metáfora, a metonímia, a catacrese, a antonomásia, a sinestesia).
Naqueles livros didáticos, a metáfora costuma ser considerada um mero recurso retórico, quando concentro a comparação entre dois termos no segundo: ao invés de dizer à minha namorada que ela parece uma rosa, chamo-a amorosamente de “minha rosa” (pode ser que esteja pensando menos na beleza da flor e mais nos seus espinhos, mas aí é outra coisa, outra metáfora).
No entanto, toda a linguagem pode ser percebida como metafórica, se nenhuma palavra é a coisa que designa. Para Wayne Booth, não apenas toda linguagem é metafórica, como toda a nossa vida não passa de uma metáfora. Para George Lakoff, a metáfora está infiltrada de tal modo na vida cotidiana que pensamos e agimos sempre a partir de metáforas básicas. Para Wallace Stevens, a realidade é um clichê do qual escapamos pela metáfora.
A última definição é interessante, porque “clichê” não deixa de ser uma espécie de metáfora. Logo, a frase de Stevens pode ser reescrita de maneira circular, assim: “a realidade é uma metáfora da qual escapamos pela metáfora”. Em consequência, podemos até escapar da realidade, mas não podemos escapar... da metáfora!
Essa constatação está de acordo com a célebre formulação de Friedrich Nietzsche, pela qual a verdade é “uma multiplicidade incessante de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em síntese, uma soma de relações humanas que foram poética e retoricamente elevadas, transpostas, ornamentadas, e que, após um longo uso, parecem a um povo firmes, regulares e constrangedoras”. As verdades seriam, ele continua, “ilusões cuja origem está esquecida, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas nas quais se apagou a impressão e que desde agora não são mais consideradas como moedas de valor, mas como metal”.
Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, “na verdade”, catacreses, isto é: metáforas tão gastas pelo uso que não as reconhecemos como tal, do tipo “os pés da mesa” ou “os braços da cadeira”. Mesmo aquilo que entendemos como nós mesmos, ou seja, como nossa identidade, como nosso “eu”, ainda é uma metáfora existencial mais ou menos confortável.
Na definição milenar de Aristóteles, a metáfora é “uma coisa no lugar de outra coisa”. Digo “rosa” querendo dizer “amor” (ou “dor”). A metáfora surge sempre no lugar de outra coisa, precisamente daquilo que não se sabe - desse modo, fingimos que sabemos algo.
Se aceito o caráter metafórico de qualquer linguagem e discurso, preciso admitir que todo discurso é ficcional. Não é que “tudo” seja ficção, o que seria absurdo, mas sim que temos acesso ao real apenas através da mediação dos discursos. Todo discurso se aproxima da realidade (apenas se aproxima, nunca chega “lá”) através de ficções aproximativas, quer as chame “metáforas”, como na literatura, quer as chame “hipóteses”, como na ciência. Logo, como queríamos demonstrar, todo discurso é essencialmente metafórico. Nos termos de Alain Badiou: “nada pode atestar que o real é real, nada senão o sistema de ficção no qual ele virá a desempenhar o papel de real”.
Por isso, percebemos diversas regiões de sombra entre os significados que postulamos para as coisas e para os fenômenos. Essas regiões não são imóveis, ao contrário, elas se movem constantemente, razão pela qual não se consegue agarrá-las nem demarcá-las com facilidade. A metáfora tanto ilumina um objeto quanto dele deriva sombras, o que faz dela uma potência tão poderosa quanto ambígua.
Esta é a sua força.
Gustavo Bernardo (Adaptado de: http:// www. revista. vestibular.uerj.br/coluna/ coluna.php?seq_coluna=42)
No quarto parágrafo, o autor propõe uma reformulação de uma frase anterior como estratégia para enfatizar a seguinte ideia:
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Qual é a força da metáfora?
Nas últimas séries do ensino fundamental, não é incomum se passar para o aluno uma longa lista de figuras de linguagem, divididas em figuras “de som” (como a aliteração, a assonância, a paronomásia), “de construção” (como a elipse, o zeugma, o polissíndeto, a inversão, a silepse, o anacoluto, o pleonasmo, a anáfora), “de pensamento” (como a antítese, a ironia, o eufemismo, a hipérbole, a prosopopeia, a apóstrofe) e “de palavra” (como a metáfora, a metonímia, a catacrese, a antonomásia, a sinestesia).
Naqueles livros didáticos, a metáfora costuma ser considerada um mero recurso retórico, quando concentro a comparação entre dois termos no segundo: ao invés de dizer à minha namorada que ela parece uma rosa, chamo-a amorosamente de “minha rosa” (pode ser que esteja pensando menos na beleza da flor e mais nos seus espinhos, mas aí é outra coisa, outra metáfora).
No entanto, toda a linguagem pode ser percebida como metafórica, se nenhuma palavra é a coisa que designa. Para Wayne Booth, não apenas toda linguagem é metafórica, como toda a nossa vida não passa de uma metáfora. Para George Lakoff, a metáfora está infiltrada de tal modo na vida cotidiana que pensamos e agimos sempre a partir de metáforas básicas. Para Wallace Stevens, a realidade é um clichê do qual escapamos pela metáfora.
A última definição é interessante, porque “clichê” não deixa de ser uma espécie de metáfora. Logo, a frase de Stevens pode ser reescrita de maneira circular, assim: “a realidade é uma metáfora da qual escapamos pela metáfora”. Em consequência, podemos até escapar da realidade, mas não podemos escapar... da metáfora!
Essa constatação está de acordo com a célebre formulação de Friedrich Nietzsche, pela qual a verdade é “uma multiplicidade incessante de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em síntese, uma soma de relações humanas que foram poética e retoricamente elevadas, transpostas, ornamentadas, e que, após um longo uso, parecem a um povo firmes, regulares e constrangedoras”. As verdades seriam, ele continua, “ilusões cuja origem está esquecida, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas nas quais se apagou a impressão e que desde agora não são mais consideradas como moedas de valor, mas como metal”.
Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, “na verdade”, catacreses, isto é: metáforas tão gastas pelo uso que não as reconhecemos como tal, do tipo “os pés da mesa” ou “os braços da cadeira”. Mesmo aquilo que entendemos como nós mesmos, ou seja, como nossa identidade, como nosso “eu”, ainda é uma metáfora existencial mais ou menos confortável.
Na definição milenar de Aristóteles, a metáfora é “uma coisa no lugar de outra coisa”. Digo “rosa” querendo dizer “amor” (ou “dor”). A metáfora surge sempre no lugar de outra coisa, precisamente daquilo que não se sabe - desse modo, fingimos que sabemos algo.
Se aceito o caráter metafórico de qualquer linguagem e discurso, preciso admitir que todo discurso é ficcional. Não é que “tudo” seja ficção, o que seria absurdo, mas sim que temos acesso ao real apenas através da mediação dos discursos. Todo discurso se aproxima da realidade (apenas se aproxima, nunca chega “lá”) através de ficções aproximativas, quer as chame “metáforas”, como na literatura, quer as chame “hipóteses”, como na ciência. Logo, como queríamos demonstrar, todo discurso é essencialmente metafórico. Nos termos de Alain Badiou: “nada pode atestar que o real é real, nada senão o sistema de ficção no qual ele virá a desempenhar o papel de real”.
Por isso, percebemos diversas regiões de sombra entre os significados que postulamos para as coisas e para os fenômenos. Essas regiões não são imóveis, ao contrário, elas se movem constantemente, razão pela qual não se consegue agarrá-las nem demarcá-las com facilidade. A metáfora tanto ilumina um objeto quanto dele deriva sombras, o que faz dela uma potência tão poderosa quanto ambígua.
Esta é a sua força.
Gustavo Bernardo (Adaptado de: http:// www. revista. vestibular.uerj.br/coluna/ coluna.php?seq_coluna=42)
“Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, 'na verdade', catacreses”. Nesse trecho, o emprego das aspas reforça a seguinte ideia central, desenvolvida no texto:
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“Efetivamente, dada a especificidade do fenômeno educativo [...], o debate historiográfico tem profundas implicações para a pesquisa educacional, vez que o significado da educação está intimamente entrelaçado ao significado de história”.
(SAVIANI, LOMBARDI E SANFELICE. Dermeval, José
Claudinei e José Luís. (orgs). História e história da educação: o debate teóricometodológico atual. Campinas: autores associados, 1998.)
Os intensos debates na área da ciência histórica acerca dos conhecimentos teórico- metodológicos e do ensino na educação básica convergem para a análise das questões epistemológicas sobre a história e o fazer científico do historiador. Contribui diretamente para aprofundar os debates sobre o exercício do professor de História no Ensino Básico o fato de:
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“Armai-vos uns aos outros porque nós já estamos armados”.
Essa breve fala do industrial Jorge Bhering de Mattos, diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro, demonstra como a direita brasileira já se encontrava armada antes mesmo do Golpe de 1964, que derrubou o presidente João Goulart.
Segundo (Gaspari, 2002), “O terrorismo político entrou na política brasileira na década de 60 pelas mãos da direita. Antes mesmo da deposição de João Goulart, e sem nenhuma relação direta com as conspirações para derrubá-lo, militantes da extrema direita e oficiais do Exército atacaram a tiros o Congresso da UNE que se realizava em julho de 1962 no Hotel Quitandinha, em Petrópolis.”
(GASPARI, Elio. A Ditadura Envergonhada. Cia das Letras. São Paulo. 2002. p. 251)
Essa escalada militar de setores da extrema direita antes e, principalmente, após o golpe, ajuda a compreender o período conturbado da história brasileira na década de 1960. Pode-se apreender acerca da conjuntura que antecedeu ao Golpe Político, Civil e Militar de 1964:
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“Com efeito, os franceses realizaram uma revolução apenas 'parcial', 'puramente política', visto que emancipou apenas uma parte da sociedade civil, a burguesia dos proprietários; ela não criou uma emancipação 'universalmente humana' (...).
“Robespierre julgou possível instituir uma democracia à antiga, com os direitos do homem característicos da sociedade moderna, como mostram as referências à Grécia e a Roma em seus discursos de 1793-1794; o inevitável fracasso resulta, portanto, do abismo que separa a igualdade abstrata acarretada pela democracia moderna e a desigualdade real que caracteriza a sociedade burguesa.”
(FURET, François. Marx e a Revolução Francesa. Zahar Editora. RJ. 1989, pp.10 e 29)
Furet (1989) identifica, em sua análise, conforme fragmentos de sua obra, algumas das limitações presentes no processo revolucionário francês.
A partir dessa breve análise da Revolução francesa, pode-se apreender que:
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“Apesar da ênfase dada à agroexportação, a economia colonial não se esgotava nas plantations de açúcar voltadas para o mercado europeu. A consolidação da plantação representou também, (...) a consolidação da lavoura e da pecuária voltadas para o mercado interno colonial. (...)
Da mesma forma, apesar de a produção da América portuguesa contribuir decisivamente para o sustento de Portugal, isso não significa que tal produção atendesse exclusivamente às necessidades do mercado europeu.”
(FRAGOSO, FLORENTINO e FARIA. João, Manolo e
Sheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI – XIX). Atual Editora. SP. 1998. pp. 49 e 50.)
Remontando ao passado colonial do Brasil, em especial durante os séculos XVI e XVII, período em que a economia açucareira predominava, a prioridade exportadora acabava interferindo diretamente na vida da sociedade colonial, pois:
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38.“A guerra dos evangélicos versus os cultos africanos chegou aos tabuleiros das baianas de Salvador. Algumas delas, que passaram a frequentar os templos dos pastores, continuam vendendo acarajé, mas, para afastar a iguaria dos terreiros de origem, chamam-na agora por um novo nome, o ‘Bolinho de Cristo’.”
(Jornal O Globo. 15/12/2011)
Os “tabuleiros das baianas” são marcas registradas da sociedade baiana. Muitas iguarias, típicas da herança cultural africana no Brasil, são vendidas em várias cidades brasileiras, em especial nas ruas da cidade de Salvador.
O acarajé como uma das heranças culinárias africanas no Brasil, em especial na capital baiana, pode-se associar ao fato:
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