Foram encontradas 738 questões.
A respeito dos conteúdos e práticas de Arte, analise as assertivas a seguir:
I. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, as Artes visuais tornam-se importantíssimas. Na medida que os alunos têm a liberdade em poder se expressar, criar sua poética pessoal fazendo uso do seu conhecimento, imaginação e criatividade e, consequentemente, conquistar um domínio sempre crescente sobre os instrumentos de criação e com as linguagens artísticas.
II. O ensino de Arte, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, de acordo com a BNCC, deve ser dirigido, evitando o expressar criativo, uma vez que nesta etapa da formação, o aprendizado deve ser condicionado.
III. Ensinar Arte na escola não significa buscar soluções, mas provocar, gestar pessoas com saberes plurais e, ao mesmo tempo, singulares, com identidades que se constroem em diferentes contextos, reinventando a educação, a arte, o mundo e as relações sociais.
Estão CORRETAS:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Durante uma discussão sobre movimentos literários, um estudante afirma que o Realismo e o Naturalismo podem ser confundidos porque ambos se afastam da idealização romântica e se aproximam da observação crítica da sociedade. Para diferenciar adequadamente esses movimentos, a explicação mais precisa é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Em uma análise de teoria literária, um poema é descrito como composto por versos decassílabos, organizados em dois quartetos e dois tercetos, com esquema de rimas regular. Além disso, o eu lírico desenvolve uma reflexão de tom elevado, em linguagem trabalhada e com forte preocupação formal. A descrição aponta para uma composição conhecida como:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Um Professor propõe a leitura comparada de textos literários brasileiros e pede que os estudantes observem não apenas o tema, mas também a forma de construção estética. Em um dos textos, há regularidade métrica, vocabulário preciso, preferência por descrição objetiva e distanciamento emocional; em outro, há musicalidade intensa, sugestão de sentidos, imagens vagas e valorização da dimensão espiritual e sensorial da linguagem. As características descritas correspondem, respectivamente, a tendências associadas ao:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, a expressão inicial Sem um ambiente acolhedor estabelece no contexto, uma circunstância de:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:
I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.
Está(ão) CORRETA(S):
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
A presença de percentuais como 68%, 52%, 31%, 86%, 90%, 34% e 38% cumpre papel relevante na construção argumentativa do texto, pois:
I. Demonstra que a violência de gênero ocorre em situações raras, mas ganha destaque por envolver temas sensíveis no debate educacional contemporâneo.
II. Confere concretude à denúncia apresentada, mostrando que o problema possui recorrência expressiva e afeta diferentes grupos no ambiente escolar.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
O texto constrói sua argumentação a partir da articulação entre dados de pesquisa, descrição do ambiente escolar e fala de especialista. Esse conjunto de elementos permite compreender que a violência de gênero na escola é apresentada como:
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