Foram encontradas 94 questões.
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
I. “[...] 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável [...]” (1º§).
II. “Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, [...]” (2º§).
Quanto ao uso do acento grave nos trechos anteriores, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4068856
Ano: 2026
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Considerando que o processo de mensuração de software envolve coletar dados de produtos e processos para gerar métricas, visando melhorar a qualidade do software e a produtividade, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tendo como base a Gerência de projetos de software (PMBoK), analise as afirmativas a seguir, que caracterizam um projeto.
I. Migração do banco de dados para novo servidor.
II. Monitoramento de performance do banco de dados.
III. Apresentação de um painel Power BI dos dados coletados.
IV. Desenvolvimento de software para análise dos dados coletados.
Está correto o que se afirma em
I. Migração do banco de dados para novo servidor.
II. Monitoramento de performance do banco de dados.
III. Apresentação de um painel Power BI dos dados coletados.
IV. Desenvolvimento de software para análise dos dados coletados.
Está correto o que se afirma em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Big Data é um conceito que descreve conjuntos de dados complexos que os métodos e as ferramentas tradicionais de processamento de dados não conseguem lidar de forma eficaz. Com base no conceito clássico, caracterizam o “Vs” do Big Data:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Diante da vasta quantidade de dados e a necessidade de baixa latência em certas operações no SAAE de Indaiatuba, foi
solicitada a implementação de um sistema, utilizando a Internet das Coisas (IoT), visando ao processamento mais próximo
da fonte de dados, buscando ações em tempo real e redução da largura da banda necessária para o envio dos dados para a
nuvem. Nesse contexto, qual a IoT deverá ser utilizada no caso hipotético apresentado?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere, hipoteticamente, que o SAAE de Indaiatuba implantou uma solução de BI para acompanhar indicadores como
consumo médio por região, inadimplência, perdas na distribuição de água e eficiência operacional. Para isso, foi planejada a
criação de Datamarts alimentados periodicamente a partir dos sistemas transacionais existentes. Sobre os conceitos de
Datamarts e processos ETL, no contexto de soluções de BI, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4068851
Ano: 2026
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Durante a integração entre o sistema de arrecadação do SAAE de Indaiatuba e uma plataforma estadual de controle financeiro,
optou-se pela utilização de Web Services baseados em SOAP, em razão de requisitos de interoperabilidade, padronização
formal e suporte a transações complexas. Considerando as características do protocolo SOAP e seus padrões associados,
assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O SAAE de Indaiatuba iniciou um projeto de modernização de sua infraestrutura, substituindo servidores físicos dedicados
por uma plataforma de virtualização para hospedar sistemas de faturamento, atendimento ao consumidor e integração com
aplicativos móveis. Sobre os conceitos e tecnologias de virtualização, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container