Foram encontradas 30 questões.
Oficialmente o Brasil é dividido em 05 grandes regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Cada uma
dessas regiões é formada por vários estados, sendo que o estado de Goiás faz parte da região Centro-Oeste,
juntamente com:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O Coronelismo foi uma experiência típica dos primeiros anos da República Brasileira. De fato, essa experiência faz parte de um processo de longa duração que envolve aspectos culturais, econômicos, políticos e sociais do Brasil”. Disponível em:< http//www.brasilescola.com/historiab/coronelismo.htm>. Acesso em 10 jul. 2015.
As afirmações a seguir correspondem às características da figura do “Coronel” no Brasil e em Goiás, EXCETO:
As afirmações a seguir correspondem às características da figura do “Coronel” no Brasil e em Goiás, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL
Luíz Flávio Borges D'Urso
Uma das principais causas da escalada do crime organizado reside no aumento da sensação de
impunidade, aliado ao fato do Estado abandonar determinadas áreas, que ficam à mercê de quem resolver deter
poder para tomá-las, instalando ali um verdadeiro poder paralelo.
Inegavelmente o tráfico de entorpecentes exerce papel preponderante nesse contexto, pois é por meio
do tráfico que se arregimenta um verdadeiro exército de pessoas a serviço do crime. O Estado negligenciou em
certos pontos, retirando-se de certos lugares, dando oportunidade do crime organizado se instalar, com estrutura
empresarial, piramidal, na qual encontra-se um mentor intelectual, que coordena toda operação criminosa, sem
ter qualquer contato com os agentes, executores, os quais muitas vezes nem imaginam quem seja o "chefão".
Abaixo do mentor, existem os dirigentes, o alto oficialato, na verdade são os subchefes, que comandam
regiões e grupos determinados, abaixo ainda, encontramos os operadores, que comandam os formigas, o
verdadeiro exército, tudo isso numa estrutura de muito dinheiro, muitas armas e muita informação, obtida por
meio da corrupção.
Enfim, o crime que era ato isolado e solitário, com o tempo passou a ser realizado por grupos eventuais,
depois por grupos permanentes, depois por organizações transnacionais e agora pelos grandes organismos
globalizados, reclamando uma reforma estrutural no Estado para enfrentar essa nova face do crime.
Não existe uma medida mágica eficaz, que pudesse representar a panacéia, a solução para o problema.
O que existe são medidas que conjugadas poderão resultar numa reação ao crime organizado, enfrentando-o.
Vejamos algumas delas, como por exemplo, atacar as causas dessa criminalidade, dotando a sociedade de
meios, de oportunidades, que façam o jovem vislumbrar algum futuro a ser perseguido.
Ao lado do ataque as causas, há de se ampliar o policiamento preventivo, fardado, ostensivo, de modo a
otimizar o trabalho para coibir o cometimento do delito. Quando ocorrer o crime, investigar-se com recursos e
para tal há de se dotar a polícia judiciária de meios para essa investigação, buscando o que se tem de mais
avançado em tecnologia para auxiliar nossa polícia.
Dessa forma desvendando-se o crime, descobre-se seus agentes, colecionando provas contra ele,
objetivando um processo justo, mas severo, na estrita observância do devido processo legal, do contraditório,
garantindo a ampla defesa, de forma propiciar condenação à luz das provas produzidas.
Por fim, reformular o sistema prisional brasileiro, para que este possa conter aquele que ali deverá permanecer,
cumprindo sua pena, sem risco de fuga ou resgate.
Encerro reiterando minha crença na grande maioria do povo brasileiro, que ainda é honesta, honrada e
não deseja fraudar sua palavra empenhada, contra uma pequena minoria, que resolveu transpor o limite da
legalidade e fazer do crime sua atividade. Creio que ainda haverá solução e o Brasil reagirá a tudo isso. A
parcela de pessoas de bem, certamente prevalecerá, em detrimento do crime instalado.
D'URSO, Luíz Flávio Borges. A segurança pública no Brasil. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, VI, n. 13, ago 2003. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=3957>. Acesso em: 10 jul. 2015.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Viver é muito perigoso... Porque aprender a viver é que é o viver mesmo... Travessia perigosa, mas é a da vida. Sertão que se alteia e abaixa... O mais difícil não é um ser bom e proceder honesto, dificultoso mesmo, é um saber definido o que quer, e ter o poder de ir até o rabo da palavra.
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
As reticências utilizadas, neste fragmento do texto de Guimarães Rosa, sugerem
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL
Luíz Flávio Borges D'Urso
Uma das principais causas da escalada do crime organizado reside no aumento da sensação de
impunidade, aliado ao fato do Estado abandonar determinadas áreas, que ficam à mercê de quem resolver deter
poder para tomá-las, instalando ali um verdadeiro poder paralelo.
Inegavelmente o tráfico de entorpecentes exerce papel preponderante nesse contexto, pois é por meio
do tráfico que se arregimenta um verdadeiro exército de pessoas a serviço do crime. O Estado negligenciou em
certos pontos, retirando-se de certos lugares, dando oportunidade do crime organizado se instalar, com estrutura
empresarial, piramidal, na qual encontra-se um mentor intelectual, que coordena toda operação criminosa, sem
ter qualquer contato com os agentes, executores, os quais muitas vezes nem imaginam quem seja o "chefão".
Abaixo do mentor, existem os dirigentes, o alto oficialato, na verdade são os subchefes, que comandam
regiões e grupos determinados, abaixo ainda, encontramos os operadores, que comandam os formigas, o
verdadeiro exército, tudo isso numa estrutura de muito dinheiro, muitas armas e muita informação, obtida por
meio da corrupção.
Enfim, o crime que era ato isolado e solitário, com o tempo passou a ser realizado por grupos eventuais,
depois por grupos permanentes, depois por organizações transnacionais e agora pelos grandes organismos
globalizados, reclamando uma reforma estrutural no Estado para enfrentar essa nova face do crime.
Não existe uma medida mágica eficaz, que pudesse representar a panacéia, a solução para o problema.
O que existe são medidas que conjugadas poderão resultar numa reação ao crime organizado, enfrentando-o.
Vejamos algumas delas, como por exemplo, atacar as causas dessa criminalidade, dotando a sociedade de
meios, de oportunidades, que façam o jovem vislumbrar algum futuro a ser perseguido.
Ao lado do ataque as causas, há de se ampliar o policiamento preventivo, fardado, ostensivo, de modo a
otimizar o trabalho para coibir o cometimento do delito. Quando ocorrer o crime, investigar-se com recursos e
para tal há de se dotar a polícia judiciária de meios para essa investigação, buscando o que se tem de mais
avançado em tecnologia para auxiliar nossa polícia.
Dessa forma desvendando-se o crime, descobre-se seus agentes, colecionando provas contra ele,
objetivando um processo justo, mas severo, na estrita observância do devido processo legal, do contraditório,
garantindo a ampla defesa, de forma propiciar condenação à luz das provas produzidas.
Por fim, reformular o sistema prisional brasileiro, para que este possa conter aquele que ali deverá permanecer,
cumprindo sua pena, sem risco de fuga ou resgate.
Encerro reiterando minha crença na grande maioria do povo brasileiro, que ainda é honesta, honrada e
não deseja fraudar sua palavra empenhada, contra uma pequena minoria, que resolveu transpor o limite da
legalidade e fazer do crime sua atividade. Creio que ainda haverá solução e o Brasil reagirá a tudo isso. A
parcela de pessoas de bem, certamente prevalecerá, em detrimento do crime instalado.
D'URSO, Luíz Flávio Borges. A segurança pública no Brasil. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, VI, n. 13, ago 2003. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=3957>. Acesso em: 10 jul. 2015.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL
Luíz Flávio Borges D'Urso
Uma das principais causas da escalada do crime organizado reside no aumento da sensação de
impunidade, aliado ao fato do Estado abandonar determinadas áreas, que ficam à mercê de quem resolver deter
poder para tomá-las, instalando ali um verdadeiro poder paralelo.
Inegavelmente o tráfico de entorpecentes exerce papel preponderante nesse contexto, pois é por meio
do tráfico que se arregimenta um verdadeiro exército de pessoas a serviço do crime. O Estado negligenciou em
certos pontos, retirando-se de certos lugares, dando oportunidade do crime organizado se instalar, com estrutura
empresarial, piramidal, na qual encontra-se um mentor intelectual, que coordena toda operação criminosa, sem
ter qualquer contato com os agentes, executores, os quais muitas vezes nem imaginam quem seja o "chefão".
Abaixo do mentor, existem os dirigentes, o alto oficialato, na verdade são os subchefes, que comandam
regiões e grupos determinados, abaixo ainda, encontramos os operadores, que comandam os formigas, o
verdadeiro exército, tudo isso numa estrutura de muito dinheiro, muitas armas e muita informação, obtida por
meio da corrupção.
Enfim, o crime que era ato isolado e solitário, com o tempo passou a ser realizado por grupos eventuais,
depois por grupos permanentes, depois por organizações transnacionais e agora pelos grandes organismos
globalizados, reclamando uma reforma estrutural no Estado para enfrentar essa nova face do crime.
Não existe uma medida mágica eficaz, que pudesse representar a panacéia, a solução para o problema.
O que existe são medidas que conjugadas poderão resultar numa reação ao crime organizado, enfrentando-o.
Vejamos algumas delas, como por exemplo, atacar as causas dessa criminalidade, dotando a sociedade de
meios, de oportunidades, que façam o jovem vislumbrar algum futuro a ser perseguido.
Ao lado do ataque as causas, há de se ampliar o policiamento preventivo, fardado, ostensivo, de modo a
otimizar o trabalho para coibir o cometimento do delito. Quando ocorrer o crime, investigar-se com recursos e
para tal há de se dotar a polícia judiciária de meios para essa investigação, buscando o que se tem de mais
avançado em tecnologia para auxiliar nossa polícia.
Dessa forma desvendando-se o crime, descobre-se seus agentes, colecionando provas contra ele,
objetivando um processo justo, mas severo, na estrita observância do devido processo legal, do contraditório,
garantindo a ampla defesa, de forma propiciar condenação à luz das provas produzidas.
Por fim, reformular o sistema prisional brasileiro, para que este possa conter aquele que ali deverá permanecer,
cumprindo sua pena, sem risco de fuga ou resgate.
Encerro reiterando minha crença na grande maioria do povo brasileiro, que ainda é honesta, honrada e
não deseja fraudar sua palavra empenhada, contra uma pequena minoria, que resolveu transpor o limite da
legalidade e fazer do crime sua atividade. Creio que ainda haverá solução e o Brasil reagirá a tudo isso. A
parcela de pessoas de bem, certamente prevalecerá, em detrimento do crime instalado.
D'URSO, Luíz Flávio Borges. A segurança pública no Brasil. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, VI, n. 13, ago 2003. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=3957>. Acesso em: 10 jul. 2015.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL
Luíz Flávio Borges D'Urso
Uma das principais causas da escalada do crime organizado reside no aumento da sensação de
impunidade, aliado ao fato do Estado abandonar determinadas áreas, que ficam à mercê de quem resolver deter
poder para tomá-las, instalando ali um verdadeiro poder paralelo.
Inegavelmente o tráfico de entorpecentes exerce papel preponderante nesse contexto, pois é por meio
do tráfico que se arregimenta um verdadeiro exército de pessoas a serviço do crime. O Estado negligenciou em
certos pontos, retirando-se de certos lugares, dando oportunidade do crime organizado se instalar, com estrutura
empresarial, piramidal, na qual encontra-se um mentor intelectual, que coordena toda operação criminosa, sem
ter qualquer contato com os agentes, executores, os quais muitas vezes nem imaginam quem seja o "chefão".
Abaixo do mentor, existem os dirigentes, o alto oficialato, na verdade são os subchefes, que comandam
regiões e grupos determinados, abaixo ainda, encontramos os operadores, que comandam os formigas, o
verdadeiro exército, tudo isso numa estrutura de muito dinheiro, muitas armas e muita informação, obtida por
meio da corrupção.
Enfim, o crime que era ato isolado e solitário, com o tempo passou a ser realizado por grupos eventuais,
depois por grupos permanentes, depois por organizações transnacionais e agora pelos grandes organismos
globalizados, reclamando uma reforma estrutural no Estado para enfrentar essa nova face do crime.
Não existe uma medida mágica eficaz, que pudesse representar a panacéia, a solução para o problema.
O que existe são medidas que conjugadas poderão resultar numa reação ao crime organizado, enfrentando-o.
Vejamos algumas delas, como por exemplo, atacar as causas dessa criminalidade, dotando a sociedade de
meios, de oportunidades, que façam o jovem vislumbrar algum futuro a ser perseguido.
Ao lado do ataque as causas, há de se ampliar o policiamento preventivo, fardado, ostensivo, de modo a
otimizar o trabalho para coibir o cometimento do delito. Quando ocorrer o crime, investigar-se com recursos e
para tal há de se dotar a polícia judiciária de meios para essa investigação, buscando o que se tem de mais
avançado em tecnologia para auxiliar nossa polícia.
Dessa forma desvendando-se o crime, descobre-se seus agentes, colecionando provas contra ele,
objetivando um processo justo, mas severo, na estrita observância do devido processo legal, do contraditório,
garantindo a ampla defesa, de forma propiciar condenação à luz das provas produzidas.
Por fim, reformular o sistema prisional brasileiro, para que este possa conter aquele que ali deverá permanecer,
cumprindo sua pena, sem risco de fuga ou resgate.
Encerro reiterando minha crença na grande maioria do povo brasileiro, que ainda é honesta, honrada e
não deseja fraudar sua palavra empenhada, contra uma pequena minoria, que resolveu transpor o limite da
legalidade e fazer do crime sua atividade. Creio que ainda haverá solução e o Brasil reagirá a tudo isso. A
parcela de pessoas de bem, certamente prevalecerá, em detrimento do crime instalado.
D'URSO, Luíz Flávio Borges. A segurança pública no Brasil. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, VI, n. 13, ago 2003. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=3957>. Acesso em: 10 jul. 2015.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo:

Esse texto critica
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a charge abaixo:

Nesse texto, o efeito de humor é obtido pela
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tendo em vista o grau de preconceito existente, são verificadas grandes dificuldades por parte do egresso para
que este consiga se reintegrar a sociedade. Portanto se torna necessária a montagem de uma rede de
assistência que possa lhe dar o devido apoio tão logo venha a deixar a prisão. De acordo com a Lei de Execução
Penal a assistência ao egresso consiste:
I. na orientação e apoio para reintegrá-lo à vida em liberdade;
II. atribuição de trabalho e sua remuneração;
III. na concessão, se necessário, de alojamento e alimentação, em estabelecimento adequado, pelo prazo de 2
(dois) meses.
IV. assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa;
V. proteção contra qualquer forma de sensacionalismo;
Assinale a alternativa CORRETA
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container