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Ceccon e outros (2009), em sua obra sobre conflitos na
escola e como lidar adequadamente com eles, apresentam estratégias restaurativas das interações em uma
escola caótica. Para isso, eles indicam alguns passos
como: “formar um pequeno grupo de interessados em
ir ‘direto ao ponto’ e fazer juntos um Plano de Ação
Inaugural”, que terá como objetivo levantar ações iniciais
para criar conexão e segurança na escola. Para os autores, a meta desse trabalho é começar a tecer vínculos,
cuja providência básica é ouvir professores, alunos, familiares e comunidade. Mas, é essencial, desde o primeiro
momento,
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Ao desenvolvermos uma pesquisa sobre liderança
escolar e resolução de conflitos, em uma escola da rede
pública estadual, nos foi informado pela equipe de gestão
da unidade, por professores, funcionários e alunos que,
naquele local, não havia conflitos. Analisando tal informação à luz dos conceitos trabalhados na obra de Ceccon e
outros (2009), entendemos que “o que parece ausência
de conflito em um grupo pode estar sinalizando
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Ceccon e outros (2009), em um trabalho sobre os conflitos
na escola, destacam a diferença entre conflito e violência,
argumentando que, tanto um quanto outra precisam ser
bem administrados para não trazerem situações indesejáveis. Muitas vezes, as violências físicas ou psicológicas,
entre outras, “são manifestações possíveis de conflitos
sufocados ou mal manejados”. Os referidos autores ressaltam ainda, que “para criar uma escola em que haja a
paz que todos desejam, deve-se intervir criteriosamente”,
utilizando “estratégias e instrumentos apropriados” a cada
um dos três seguintes “momentos distintos”: o de “prevenção da ruptura”; o da própria “ruptura” e o da “restauração”
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Utilizando-se dos dados da Prova Brasil-2013,
Waldhelm e Souza (2016) realizaram um estudo de
natureza quantitativa cuja proposta era verificar a possível relação existente entre a liderança do diretor e o
clima escolar (capturados pela percepção dos professores) com o desempenho dos alunos das escolas municipais e estaduais do Estado do Rio de Janeiro. Waldhelm
e Souza analisam os dados obtidos frente à literatura da
área e trabalhos como o de Brito; Costa (2010) e o de
Rutter e colegas (2008), os quais destacam “a figura do
gestor como um agente crucial na promoção de um clima favorável nas escolas”, assim como analisam os relatos dos professores participantes do estudo, os quais
“colaboram para evidenciar a influência da gestão na
construção desse bom clima de trabalho”.
Com esses procedimentos, Waldhelm e Souza interpretam que “aspectos como gestão democrática, mobilização comunitária e fortalecimento da equipe parecem contribuir para
Com esses procedimentos, Waldhelm e Souza interpretam que “aspectos como gestão democrática, mobilização comunitária e fortalecimento da equipe parecem contribuir para
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Verifica-se que as escolas são locais em que são muito
intensas as relações interpessoais, pois nelas as
pessoas trabalham juntas, envolvidas em atividades, que,
por suas características, podem gerar conflitos. Nesse
contexto, observa-se que as pessoas desenvolvem
sentimentos relativos a fatores como: relacionamentos,
motivação, reconhecimento, satisfação e desempenho.
Esse ambiente psicológico e emocional é denominado
“clima organizacional”. A esse respeito, Murici e Chaves
(2016) colocam: “Observa-se que a gestão do clima, a
partir da identificação do nível de satisfação em relação
às necessidades gera as condições favoráveis ao bom
desenvolvimento pedagógico, motivando professores e
alunos a alcançarem os melhores resultados possíveis”.
Segundo as autoras, essa questão demanda um esforço de constante identificação dos pontos desfavoráveis e
Segundo as autoras, essa questão demanda um esforço de constante identificação dos pontos desfavoráveis e
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O trabalho do professor implica em planejar, desenvolver o planejado, avaliar o que foi desenvolvido e, a
seguir, planejar novas ações. Assim, para dar continuidade a seu trabalho, o professor necessita compreender
o que deu certo e o que não deu, buscando saber o porquê em cada caso. Nesse fazer, os docentes realizam,
necessariamente, uma autoavaliação. Mas tal tarefa fica
enormemente facilitada e aprimorada quando os gestores lhes dão apoio. Como coloca Libâneo (2018), “Todas
as decisões e procedimentos organizativos precisam
ser acompanhados e avaliados, com base no princípio
da relação orgânica entre a direção e a participação dos
membros da equipe escolar. Além disso, é preciso insistir
que o conjunto das ações de organização do trabalho na
escola está voltado para as ações pedagógico-didáticas,
em razão
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Quando se trata do processo de desenvolvimento e
aprendizagem dos alunos, um ponto básico a ser considerado é a autoavaliação, isto é, a capacidade de o aluno
avaliar seu próprio desempenho, progresso e habilidades,
de forma crítica e reflexiva. Nesse contexto, o professor
desempenha um papel fundamental: o de fornecer-lhes
o suporte e as ferramentas necessárias para que eles
possam autoavaliarem-se. Escolas que praticam a autoavaliação caracterizam-se por serem escolas ativas. Na
obra “Educação e construção do conhecimento” (2012),
Becker afirma que “a escola ativa promove a cooperação:
o aluno realiza seu objetivo na completa dependência do
outro. Os ambientes cooperativos são os laboratórios
onde se produzem
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- Avaliação Educacional
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
É correto afirmar que, quando o docente elabora um planejamento, ele almeja atingir um dado objetivo e, nesse
contexto, a avaliação fornece dados que lhe permitirão
verificar o quanto ele está se aproximando do seu alvo,
possibilitando-lhe, se necessário, rever o planejamento
em questão. Um dos autores que aborda esse tema é
Doug Lemov (2023). Segundo ele, a maioria dos professores das escolas públicas norte-americanas “faz referências intencionais em cada aula aos objetivos curriculares que estão buscando atingir”. Porém, ele destaca dois
tipos de docentes: um “que planeja uma aula diária e,
depois, decide em que objetivos essa aula está referenciada”; e outro “que estabelece todos os objetivos curriculares que devem ser cobertos em um mês, traduz esses
objetivos em expectativas de aprendizagem e, depois,
decide as atividades mais adequadas para alcançá-las
naquele dia específico”. Lemov finaliza seu pensamento
afirmando que “(…) o rigor da segunda abordagem
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- Avaliação Educacional
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
No cotidiano do trabalho educativo, planejamento e avaliação estão sempre presentes. Segundo Murici e Chaves
(2016), “A etapa de planejamento contempla a busca do
conhecimento necessário à solução de determinado problema, para que a meta seja alcançada. É necessário
buscar o máximo de informações para entender com
clareza o contexto no qual a escola está inserida”. Por sua
vez, Libâneo (2018) afirma que, em geral, o planejamento
da escola atende às seguintes funções: diagnóstico e
análise da realidade da escola, definição de objetivos
e metas, determinação de atividades e tarefas a serem
desenvolvidas. Para ele, o processo de planejamento,
também, inclui a avaliação dos processos e resultados
previstos no projeto, visando à análise crítica e profunda
do trabalho realizado e a reordenação de rumos.
Analisando-se as colocações dos dois autores, é correto concluir que
Analisando-se as colocações dos dois autores, é correto concluir que
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Sabe-se que um dos objetivos da escola consiste em
colaborar para que os alunos desenvolvam a consciência
social, a cooperação em sentido amplo e a colaboração
entre si, ou seja, promover, dessa forma, o protagonismo
juvenil. Nessa direção, há necessidade de abordagens
didático-pedagógicas que favoreçam a construção do
referido protagonismo. Com vistas a encontrar tais abordagens, constatamos, na obra de Lemov (2023), a proposição de uma técnica cuja ideia-chave consiste em o
professor, no decorrer da aula, fazer perguntas à classe
em geral, sem direcionar especificamente a um determinado aluno, garantindo que todos os presentes tenham a
expectativa de serem chamados a respondê-la, ou seja,
de participarem de forma ativa no processo em curso.
Lemov denomina essa técnica de
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