Foram encontradas 520 questões.
No artigo “Cultura escolar como objeto histórico”,
Dominique Julia considera que as disciplinas escolares
são
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Por que seria tão controvertida a utilização das fontes
orais? Paul Thompson sugeriu que os velhos professores
não gostam de aprender novos truques e resistem ao que
percebem ser uma erosão da posição especial do método
rankeano. Isso pode ser verdade, mas eu suspeito de
que há razões mais profundas, e menos estridentes.
(Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores
(Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores
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Não procurei resumir para os leitores brasileiros a história
da África portuguesa, tampouco “brasilianizar” de qualquer
jeito personagens e feitos ultramarinos.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
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Contando com um mercado de trabalho compulsório
plantado nas aldeias africanas, os colonos da América
portuguesa não precisavam efetuar investimentos internamente – em capital, terra e trabalho – para garantir
a reprodução ampliada da mão-de-obra autóctone.
Convinha mais fazer açúcar para vender na Europa e
obter meios de compra de escravos, ou cultivar tabaco
e fabricar cachaça para trocar por africanos adultos, do
que investir na produção de alimentos, estimular uniões
entre os cativos, preservar as mulheres grávidas e as
crianças nos engenhos e nas fazendas na expectativa
de recolher, a médio prazo, novos trabalhadores cativos
nascidos e criados no local.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul)
A partir do excerto, é correto afirmar que
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul)
A partir do excerto, é correto afirmar que
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Na noite do dia 24 para 25 de janeiro de 1835, um grupo
de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de
Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Foi a Revolta dos Malês.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
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Considera-se como o país cristão mais antigo da África
subsaariana, sem que houvesse contato com a coloniza
ção. O cristianismo foi introduzido a partir de Alexandria,
durante a ocupação romana do Egito. Salvo uma curta
ocupação da Itália no século XX, o país nunca foi ver
dadeiramente colonizado. O cristianismo só perdeu sua
preponderância perante o islamismo, imposto durante o
império otomano.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
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O que Marc Bloch não aceitava em seu mestre Charles
Seignobos, principal representante dos historiadores
“positivistas”, era iniciar o trabalho do historiador somente
com a coleta dos fatos.
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
ou, O ofício do historiador. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
ou, O ofício do historiador. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
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Estudar as crônicas de uma aldeia, o que é feito com
enorme frequência hoje em dia, é algo completamente
sem sentido. O dever do historiador é estudar as origens
daquelas ideias que moldam nossas vidas, não escrever
novelas. Basta eu citar um exemplo: há muita conversa
atualmente sobre a necessidade de retorno ao mercado.
Quem inventou o mercado? Os homens do século dezoito.
E na Itália quem se preocupava com isso? Os pensadores do Iluminismo, Genovese e Verri. É importante situar
firmemente no centro de nossos estudos as raízes de
nossa vida moderna.
(Franco Venturi, Lumi di Venezia. Apud Giovanni Levi. Em: Peter Burke
(org.). A escrita da história: novas perspectivas, 2011, p. 10. Adaptado)
Segundo o excerto, Franco Venturi,
(Franco Venturi, Lumi di Venezia. Apud Giovanni Levi. Em: Peter Burke
(org.). A escrita da história: novas perspectivas, 2011, p. 10. Adaptado)
Segundo o excerto, Franco Venturi,
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A nova história é a história escrita como uma reação
deliberada contra o “paradigma” tradicional. Será conveniente descrever este paradigma tradicional como
“história rankeana”. Em prol da simplicidade e da clareza,
o contraste entre a antiga e a nova história pode ser
resumido em seis pontos.
(Peter Burke (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Adaptado)
De acordo com Peter Burke, um dos pontos que diferencia a nova história do paradigma tradicional afirma que
(Peter Burke (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Adaptado)
De acordo com Peter Burke, um dos pontos que diferencia a nova história do paradigma tradicional afirma que
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