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Foram encontradas 60 questões.

A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Observe as frases abaixo, retiradas do texto:
I. “a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade”. (3º§)
II. “Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.” (19º§) Como se percebe, ocorre um jogo de palavras através dos sentidos estabelecidos pelos vocábulos em destaque.
Assinale o comentário improcedente sobre as palavras destacadas.
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
O conectivo que introduz o 28º parágrafo, onde se lê “No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz...”, apresenta em relação ao que foi dito anteriormente um sentido de:
 

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531973 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Coexistem, em nossa sociedade, usos diversificados da língua portuguesa. É justo e necessário respeitar esses usos e os cidadãos que os adotam, sobretudo quando esses cidadãos são crianças ingressando na escola. Os alunos falantes de variedades lingüísticas diferentes da chamada língua padrão, por um lado, têm direito de dominar essa variedade, que tem prestígio e é a esperada e mais bem aceita em muitas práticas valorizadas socialmente; por outro lado, têm direito também ao reconhecimento de que seu modo de falar, aprendido com a família e a comunidade, é tão legítimo quanto qualquer outro e, portanto, não pode ser discriminado.
De acordo com o texto acima e com as Orientações para a organização do ciclo inicial de alfabetização da proposta curricular do Estado de Minas Gerais, as capacidades a serem atingidas ao longo do Ciclo Inicial de alfabetização para o desenvolvimento da oralidade são:
I. Respeitar a diversidade das formas de expressão oral manifestadas por colegas, professores e funcionários da escola.
II. Usar a língua falada em diferentes situações escolares, buscando empregar a variedade linguística adequada.
III. Planejar a fala em situações formais.
IV. Realizar com pertinência tarefas cujo desenvolvimento dependa de escuta atenta e compreensão.
Estão corretas as afirmativas.
 

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529245 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A decodificação é um procedimento utilizado pelo leitor para identificação das relações entre grafemas (“letras”) e fonemas (“sons”). A relação grafemafonema é o princípio básico de construção do nosso sistema de escrita e precisa ser compreendido pelo leitor. Na alfabetização, esse é um conhecimento _____________.
Assinale a alternativa que contém as palavras que complementam o texto acima.
 

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528270 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A escola é a instituição socialmente encarregada de possibilitar a todos os cidadãos o domínio da variedade padrão escrita da língua, para as práticas de leitura e de produção de textos. No entanto, o aprendizado da escrita não se resume ao domínio do padrão culto, porque circulam na sociedade textos escritos também em outras variedades linguísticas. Portanto, aprender a escrever inclui:
Atribua valores de (V) verdadeiro ou (F) falso para as seguintes sentenças:
( ) Saber escolher a variedade adequada ao gênero de texto que se está produzindo.
( ) Saber os objetivos que se quer cumprir com o texto.
( ) Saber os conhecimentos e interesses dos leitores previstos.
( ) Conhecer o suporte em que o texto vai ser difundido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
 

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519904 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Os critérios utilizados para selecionar quem deverá trabalhar em cada grupo devem ser ____________ e ___________. O professor deverá assumir uma atitude _____________ e de observação em torno de diferentes possibilidades. Segundo o nível de dificuldade da tarefa, em algumas ocasiões, o professor agrupará os alunos “por similaridade de possibilidades”, em outras, poderá buscar “reunir heterogeneidades extremas”, em outras, poderá adotar o critério de “proximidades relativas”.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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504687 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Muitas crianças chegarão à escola sem saber não só como se escreve, mas também por que e para que se escreve. De acordo com grande número de estudos e pesquisas recentes, o sucesso na apreensão do “como” está diretamente ligado à compreensão do “porquê” e do “para que” . Em nossa sociedade, escreve-se para registrar e preservar informações e conhecimentos, para documentar compromissos, para divulgar conhecimentos e informações, para partilhar sentimentos, emoções, vivências, para organizar rotinas coletivas e particulares. Essas funções da escrita se realizam através de diferentes formas - os diversos gêneros textuais - que circulam em diferentes grupos e ambientes sociais, em diferentes suportes (ou portadores). Acredita-se que um processo eficiente de ensino-aprendizagem da escrita deve tomar como ponto de partida e como eixo organizador a compreensão de que cada tipo de situação social demanda um uso da escrita relativamente padronizado. Essa relativa padronização, nascida dos usos e funções sociais, é que justifica o empenho da escola em ensinar e o empenho do aluno para aprender as convenções gráficas, a ortografia, a chamada “língua culta”. Trabalhando nesse sentido, o professor estará contribuindo para a integração ativa de seus alunos no mundo letrado, na cultura escrita.
Isso pode ser feito na sala de aula desde os primeiros dias do Ciclo Inicial de Alfabetização. O professor estará orientando seus alunos para a compreensão e a valorização dos diferentes usos e funções da escrita, em diferentes gêneros e suportes, quando:
I. Ler em voz alta para eles histórias, notícias, propaganda, avisos, cartas circulares para os pais, etc.
II. Trouxer para a sala de aula textos escritos de diferentes gêneros, em diversos suportes ou portadores e explorar esse material com os alunos (para que servem, a que leitores se destinam, onde se apresentam, como se organizam, de que tratam, que tipo de linguagem utilizam).
III. Fizer uso da escrita na sala de aula, com diferentes finalidades, envolvendo os alunos (registro da rotina do dia no quadro de giz, anotação de decisões coletivas, pauta de organização de trabalhos, jogos e festas coletivos, etc.).
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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487116 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Como na leitura, a escrita possui capacidades a serem adquiridas no processo de alfabetização, que proporcionarão ao aluno a condição letrada, possibilitando-lhe a participação ativa nas práticas sociais próprias da cultura escrita. De acordo com o texto acima e com as Orientações para a organização do ciclo inicial de alfabetização da proposta curricular do Estado de Minas Gerais, as capacidades a serem atingidas ao longo do Ciclo Inicial de alfabetização são:
I. Dispor, organizar e ordenar o próprio texto de acordo com as convenções gráficas apropriadas.
II. Escrever segundo o princípio alfabético e as regras ortográficas.
III. Planejar a escrita do texto considerando o tema central e seus desdobramentos.
IV. Organizar os próprios textos sem se prender aos padrões de composição usuais na sociedade.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Sobre o entendimento do sentido global do texto, é correto afirmar que:
 

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480682 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Ensinar os alunos das escolas públicas a ler e a escrever é trabalhar com um leque de _____________, _____________ e ____________ com a escrita. Isso significa que um desafio a ser enfrentado pelo professor é o de promover o convívio e o trabalho com a _______________ e com a diferença. Essa pluralidade se desdobrará em dimensões sócio-culturais e ____________, étnico-raciais ou ainda de gênero, quando se pensa em possíveis diferenças de oportunidades de interação e de desempenho entre meninos e meninas.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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