Foram encontradas 490 questões.
Uma norma interna afirma: "Se o servidor concluir o
curso de capacitação, então ele recebe a certificação",
sendo esta uma norma absoluta, sem exceções.
Sabe-se que um servidor não recebeu a certificação.
Qual é a conclusão lógica válida sobre a situação desse
servidor?
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Uma arquiteta projetou um jardim de inverno composto
pela união de dois quadrados congruentes de lado 4 m e
um retângulo de 4 m por 6 m, sem sobreposição entre as
regiões. Qual é a área total (A) desse jardim?
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Juliano projetou para sua casa uma piscina com formato
de prisma reto de base hexagonal regular. Cada lado do
hexágono da base mede 2 m, e a água será utilizada
com uma profundidade de 1,5 m. Nestas condições, qual
é o volume total (V) de água utilizado nesta piscina?
(considere √3 = 1,73).
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Em um relatório financeiro anual, uma fundação
apresentou que o valor aplicado em projetos sociais
passou por dois reajustes sucessivos: no primeiro
semestre houve um aumento de 20% e, no segundo
semestre, ocorreu uma redução de 10% sobre o valor já
reajustado. Sabendo que o valor final aplicado ao final do
ano foi de R$ 108.000,00, qual era o valor inicialmente
aplicado pela fundação antes dos reajustes?
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A equipe técnica coordenada por Roberto tem 4
colaboradores que juntos analisam 15 relatórios em 6
dias, trabalhando 5 horas por dia. Tendo recebido uma
demanda de análise de 25 relatórios, ele solicitou aos
superiores a designação de mais 1 colaborador para
atuar junto aos demais durante 8 horas por dia. Mantidas
as mesmas condições de eficiência, em quantos dias o
trabalho será feito?
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Em um processo seletivo interno, a nota final de um
candidato é calculada por média ponderada entre três
avaliações: prova objetiva com peso 2, prova discursiva
com peso 3 e avaliação prática com peso 5. Junior
participou deste processo e obteve notas 6,0; 7,0 e 8,0
nessas avaliações, respectivamente. Assim, qual foi sua
nota final?
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Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em
uma perna só
Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser
fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os
dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e
passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os
cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns
segundos já revela informações relevantes sobre a
saúde geral e a forma como o corpo envelhece.
Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios
expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas,
aumentar a resistência física e favorecer a memória,
efeitos que ganham importância crescente com o avanço
da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso
costuma indicar a necessidade de treino específico.
Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste
está ligado à perda progressiva de massa muscular
associada ao envelhecimento, conhecida como
sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode
chegar a oito por cento por década e, por volta dos
oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição
de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no
sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o
equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com
uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas
e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do
tempo.
A redução do equilíbrio também se relaciona ao
funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna
exige que o cérebro integre informações da visão, do
sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos
responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas
se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que
torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas
cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e
ao processamento sensorial.
Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral.
Quando esse processo se acelera, aumentam as
dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas.
Dados de saúde pública indicam que quedas não
intencionais são a principal causa de lesões entre
pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos
casos, o problema não é falta de força, mas lentidão
para reagir e reposicionar o corpo diante de um
desequilíbrio.
Estudos mostram que a incapacidade de permanecer
sobre uma perna por dez segundos está associada a
maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em
pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam
sustentar a posição por poucos segundos apresentaram
probabilidade de morte muito superior àquelas que
alcançaram dez segundos ou mais. Resultados
semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o
declínio cognitivo.
A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado.
Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e
pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém
capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas
práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial,
à orientação espacial e ao desempenho cognitivo,
podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.
A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e
cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes
por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às
atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns
segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes
ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A
prática pode ser feita descalço e com calçados, pois
cada condição impõe desafios distintos ao corpo.
Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o
mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios
leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino
de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir
pela metade os fatores de risco associados a quedas.
Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que
incluem posições sobre uma perna, estão associadas a
um envelhecimento mais saudável.
Com persistência e regularidade, é possível manter bom
equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações
clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda
conseguem permanecer sobre uma perna por tempo
satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo
podem ser estimulados e aprimorados até os últimos
anos de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
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Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em
uma perna só
Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser
fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os
dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e
passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os
cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns
segundos já revela informações relevantes sobre a
saúde geral e a forma como o corpo envelhece.
Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios
expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas,
aumentar a resistência física e favorecer a memória,
efeitos que ganham importância crescente com o avanço
da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso
costuma indicar a necessidade de treino específico.
Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste
está ligado à perda progressiva de massa muscular
associada ao envelhecimento, conhecida como
sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode
chegar a oito por cento por década e, por volta dos
oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição
de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no
sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o
equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com
uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas
e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do
tempo.
A redução do equilíbrio também se relaciona ao
funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna
exige que o cérebro integre informações da visão, do
sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos
responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas
se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que
torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas
cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e
ao processamento sensorial.
Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral.
Quando esse processo se acelera, aumentam as
dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas.
Dados de saúde pública indicam que quedas não
intencionais são a principal causa de lesões entre
pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos
casos, o problema não é falta de força, mas lentidão
para reagir e reposicionar o corpo diante de um
desequilíbrio.
Estudos mostram que a incapacidade de permanecer
sobre uma perna por dez segundos está associada a
maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em
pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam
sustentar a posição por poucos segundos apresentaram
probabilidade de morte muito superior àquelas que
alcançaram dez segundos ou mais. Resultados
semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o
declínio cognitivo.
A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado.
Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e
pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém
capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas
práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial,
à orientação espacial e ao desempenho cognitivo,
podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.
A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e
cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes
por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às
atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns
segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes
ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A
prática pode ser feita descalço e com calçados, pois
cada condição impõe desafios distintos ao corpo.
Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o
mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios
leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino
de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir
pela metade os fatores de risco associados a quedas.
Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que
incluem posições sobre uma perna, estão associadas a
um envelhecimento mais saudável.
Com persistência e regularidade, é possível manter bom
equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações
clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda
conseguem permanecer sobre uma perna por tempo
satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo
podem ser estimulados e aprimorados até os últimos
anos de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Em relação ao emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos de sequenciação textual, é correto afirmar que:
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Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em
uma perna só
Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser
fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os
dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e
passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os
cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns
segundos já revela informações relevantes sobre a
saúde geral e a forma como o corpo envelhece.
Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios
expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas,
aumentar a resistência física e favorecer a memória,
efeitos que ganham importância crescente com o avanço
da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso
costuma indicar a necessidade de treino específico.
Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste
está ligado à perda progressiva de massa muscular
associada ao envelhecimento, conhecida como
sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode
chegar a oito por cento por década e, por volta dos
oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição
de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no
sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o
equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com
uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas
e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do
tempo.
A redução do equilíbrio também se relaciona ao
funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna
exige que o cérebro integre informações da visão, do
sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos
responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas
se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que
torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas
cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e
ao processamento sensorial.
Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral.
Quando esse processo se acelera, aumentam as
dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas.
Dados de saúde pública indicam que quedas não
intencionais são a principal causa de lesões entre
pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos
casos, o problema não é falta de força, mas lentidão
para reagir e reposicionar o corpo diante de um
desequilíbrio.
Estudos mostram que a incapacidade de permanecer
sobre uma perna por dez segundos está associada a
maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em
pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam
sustentar a posição por poucos segundos apresentaram
probabilidade de morte muito superior àquelas que
alcançaram dez segundos ou mais. Resultados
semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o
declínio cognitivo.
A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado.
Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e
pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém
capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas
práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial,
à orientação espacial e ao desempenho cognitivo,
podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.
A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e
cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes
por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às
atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns
segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes
ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A
prática pode ser feita descalço e com calçados, pois
cada condição impõe desafios distintos ao corpo.
Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o
mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios
leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino
de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir
pela metade os fatores de risco associados a quedas.
Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que
incluem posições sobre uma perna, estão associadas a
um envelhecimento mais saudável.
Com persistência e regularidade, é possível manter bom
equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações
clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda
conseguem permanecer sobre uma perna por tempo
satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo
podem ser estimulados e aprimorados até os últimos
anos de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Em relação ao termo destacado, assinale a alternativa correta quanto à sua classificação.
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Questão presente nas seguintes provas
Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em
uma perna só
Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser
fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os
dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e
passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os
cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns
segundos já revela informações relevantes sobre a
saúde geral e a forma como o corpo envelhece.
Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios
expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas,
aumentar a resistência física e favorecer a memória,
efeitos que ganham importância crescente com o avanço
da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso
costuma indicar a necessidade de treino específico.
Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste
está ligado à perda progressiva de massa muscular
associada ao envelhecimento, conhecida como
sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode
chegar a oito por cento por década e, por volta dos
oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição
de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no
sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o
equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com
uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas
e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do
tempo.
A redução do equilíbrio também se relaciona ao
funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna
exige que o cérebro integre informações da visão, do
sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos
responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas
se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que
torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas
cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e
ao processamento sensorial.
Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral.
Quando esse processo se acelera, aumentam as
dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas.
Dados de saúde pública indicam que quedas não
intencionais são a principal causa de lesões entre
pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos
casos, o problema não é falta de força, mas lentidão
para reagir e reposicionar o corpo diante de um
desequilíbrio.
Estudos mostram que a incapacidade de permanecer
sobre uma perna por dez segundos está associada a
maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em
pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam
sustentar a posição por poucos segundos apresentaram
probabilidade de morte muito superior àquelas que
alcançaram dez segundos ou mais. Resultados
semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o
declínio cognitivo.
A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado.
Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e
pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém
capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas
práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial,
à orientação espacial e ao desempenho cognitivo,
podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.
A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e
cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes
por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às
atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns
segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes
ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A
prática pode ser feita descalço e com calçados, pois
cada condição impõe desafios distintos ao corpo.
Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o
mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios
leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino
de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir
pela metade os fatores de risco associados a quedas.
Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que
incluem posições sobre uma perna, estão associadas a
um envelhecimento mais saudável.
Com persistência e regularidade, é possível manter bom
equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações
clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda
conseguem permanecer sobre uma perna por tempo
satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo
podem ser estimulados e aprimorados até os últimos
anos de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
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