Foram encontradas 240 questões.
Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
No trecho "Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo", é CORRETO afirmar que o autor:
Provas
Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
Quanto aos aspectos linguísticos morfossintáticos, é INCORRETO afirmar que:
Provas
Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
O autor qualifica Rosa, no primeiro parágrafo, como sendo misteriosa, elegante e cheia de enigmas. Considerando-se o contexto, é CORRETO afirmar sobre Rosa que:
Provas
Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
O autor, no terceiro parágrafo, emprega a forma de tempo verbal simples "pensara", que, no Brasil, mesmo na modalidade escrita, costuma ser substituída pela forma de tempo verbal composta. Indique a opção que, CORRETAMENTE, respeita a relação entre tempo verbal simples e tempo verbal composto (mantidos o número, a pessoa e o modo dos verbos empregados no texto):
Provas
Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
[....]
Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Em relação aos aspectos linguísticos do perfil, é CORRETO afirmar que:
Provas
Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
[....]
Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Os excertos transcritos dizem respeito ao gênero textual perfil jornalístico. Seu autor, Christian Carvalho Cruz, optou por usar a voz da perfilada, escrevendo o texto, majoritariamente, em primeira pessoa. Se tivesse escrito em terceira pessoa, feitos os ajustes linguísticos necessários (sobretudo nos verbos), estaria CORRETA a seguinte conversão:
Provas
Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
[....]
Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Sobre o conteúdo do perfil, é INCORRETO afirmar que:
Provas
Considere a manchete e o haicai a seguir reproduzidos:
I
FAMOSOS
EX-ATRIZ DO ZORRA EXIBE TATUAGEM DE BIQUÍNI E RECEBE ELOGIOS
Disponível em: https://cenapop.uol.com.br/noticias/famosos/ex-atriz-do-zorra-exibe-tatuagem-de-biquini.html. I
I
Na poça da rua
o vira-lata
lambe a Lua
(Millôr Fernandes)
Disponível em: https://twitter.com/millorfernandes/status/2583630877.
Assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Considere o meme a seguir:

Disponível em: https://www.facebook.com/photo?fbid=826111245542318&set=a.739237894229654
Em relação ao diálogo reproduzido, considere as seguintes afirmativas:
I. "Uber" é um dos participantes da conversação e foi assim referido, porque esse é o modo como os usuários de serviços de transporte por aplicativos se referem ao motorista que oferece esse tipo de serviço.
II. O emprego de "blz", considerando-se o contexto em que foi publicado o meme (uma rede social) e o fato de que reproduz um diálogo informal, é inaceitável.
III. Embora não tenha sido dito, é possível inferir, do diálogo, que "Eu" ficou desapontado ao saber que "Uber" fez o curso de Engenharia na mesma universidade. Essa inferência é confirmada pela sequência de imagens no final.
IV. O conteúdo geral do meme é uma crítica aos que decidem trabalhar com o serviço de transporte por aplicativos.
Assinale a alternativa CORRETA:
Provas
Considere as imagens a seguir, para responder a questão seguinte:
Imagem 1

Disponível em: https://www.facebook.com/leituraslivres/posts/pfbid02uw4mttABPs57S9SEABe7fzcZEViPwvRuq2duWVUKkohUAJdUVpZsAsbZpbHApjNGl.
Imagem 2

Disponível em: https://www.facebook.com/PROFCADOSORIO/posts/pfbid02Veux4L5qsZJt44dh1XAvVnYkd5WGzNeiASLTRDDUR9jxGwb4KicF13DYiCXiyRDol.
Do ponto de vista do uso linguístico formal, é INCORRETO afirmar que:
Provas
Caderno Container