Foram encontradas 240 questões.
Considere a elipse de equação:
\( { \large x^2 \over a^2} + { \large y^2 \over b^2} = 1 \)
com \( a > 0 \) e \( b > 0 \), que passa pelos pontos \( (2,2) \) e \( (2\sqrt 2,0) \). Logo, \( a + b \) é igual a:
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As circunferências \( x^2 + y^2 = 1 \) e \( x^2 - 8x + y^2 = -6 \) são:
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Seja o número complexo:
\( z = { \large (1 - i)^2 \over 1 + i} \)
Sua forma trigonométrica é:
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Para que o polinômio \( P(x) = -3x^3 + ax^2 + \beta \) seja divisível pelo produto \( (x-2)(x-3) \), os valores de \( \alpha \) e \( \beta \) valem, respectivamente:
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Considere a figura a seguir para responder à questão

Disponível em: https://www.facebook.com/PequenasDicasDePortugues/posts/pfbid0n2bvMJgTXra
DmW8LTzJsGGYpqCJnfwP3uP8SDBbBJPo255nHc7dDBdTSXT65HvdWl.
Acesso em: 17/06/2023.
Quanto aos aspectos do sistema sonoro do português, é INCORRETO afirmar que:
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Considere a figura a seguir para responder à questão

Disponível em: https://www.facebook.com/PequenasDicasDePortugues/posts/pfbid0n2bvMJgTXra
DmW8LTzJsGGYpqCJnfwP3uP8SDBbBJPo255nHc7dDBdTSXT65HvdWl.
Acesso em: 17/06/2023.
Em relação à figura, é CORRETO dizer que nela:
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Em relação ao período "Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico", é INCORRETO afirmar que:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
No período "Eu mesmo me revolto contra o Aurélio", o autor se utilizou da seguinte figura de linguagem:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
Em relação aos períodos “Mim” não faz nada e “Mim” faz coisas, é CORRETO afirmar que:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
Em relação ao período "Tem um erro de gramática que me dá arrepios", é CORRETO afirmar que:
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