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Conforme descrito no decreto presidencial nº 7.508, de 28 de junho de 2011 “o acesso universal e igualitário à assistência farmacêutica pressupõe cumulativamente:
I - Estar o usuário ou não assistido por ações e serviços de saúde do SUS.
II - Ter o medicamento sido prescrito por profissional de saúde, no exercício regular de suas funções no SUS.
III - Estar a prescrição em conformidade com a RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas ou com a relação específica complementar estadual, distrital ou municipal de medicamentos.
IV - Ter a dispensação ocorrido em unidades indicadas pela direção do SUS e/ou pela direção da iniciativa privada.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Sobre o exame de videofluoroscopia da deglutição, responda verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa CORRETA:
( ) Na visão lateral avaliam-se: Mobilidade de língua, mandíbula, osso hioide, palato mole, laringe, músculos constritores faríngeos, abertura e fechamento do esfíncter esofágico superior.
( ) A visão oblíqua faz parte do protocolo de rotina de investigação no exame de videofluoroscopia. Geralmente, é utilizada para delimitar anormalidades anatômicas (divertículos posterolaterais), fistulas, alterações do esfíncter esofágico inferior.
( ) Na visão anteroposterior podemos avaliar a simetria do fluxo do alimento ao redor da epiglote e laringe, além da simetria da movimentação da aritenóide.
( ) Tradicionalmente, o exame é realizado na visão lateral, com os pacientes posicionados sentados, com o foco da imagem fluoroscópica definida anteriormente pelos lábios, superiormente pelo palato duro, posteriormente pela parede posterior da faringe e inferiormente pela carina primária e esôfago, na altura da 7ª vértebra cervical.
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As alterações vocais, em pacientes sem lesão do nervo laríngeo, podem variar no pós-operatório recente de tireoidectomia (1° ao 15° dia pósoperatório), com possibilidade de persistência dos sinais por um período maior. Neste tipo de disfonia com ausência da lesão neural, os prováveis fatores causais incluem, EXCETO:
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As doenças orgânicas limitam a luz do órgão, obstruindo a passagem do alimento após a deglutição. A disfagia orgânica ou anatômica apresentada é principalmente para alimentos sólidos e pode ser intermitente ou progressiva, dependendo da causa. As causas estruturais mais encontradas são, EXCETO:
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Os benefícios da imunização incluem proteção individual, interrupção da disseminação de doenças infecciosas de alguns surtos intra-hospitalares, além da proteção indireta de pessoas não-vacinadas. Com relação a imunização dos profissionais de saúde podemos considerar, EXCETO:
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Atualmente a intervenção fonoaudiológica na Unidade de Terapia intensiva (UTI) tem recebido grande atenção. A gravidade das condições clínicas do paciente na UTI suscita questões sobre o momento adequado para realização da intervenção. Assinale a alternativa INCORRETA:
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Sobre o controle neural da deglutição, podemos afirmar, EXCETO:
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Sobre a atuação do fonoaudiólogo em cuidados paliativos. O parecer do Conselho Federal de Fonoaudiologia, nº 42, de 18 de fevereiro de 2016, considera que:
I. A ação dos integrantes da equipe de cuidados paliativos visa possibilitar o alívio dos sintomas, a diminuição do sofrimento, a qualidade de vida, o conforto e a segurança ao cliente, nos diferentes ciclos de vida, e a seus familiares.
II. Nos casos em que não for mais possível a alimentação por via oral, compete ao fonoaudiólogo orientar sobre as possíveis vias de alimentação, minimizando o sofrimento do cliente e da família.
III. Compete ao fonoaudiólogo proporcionar alternativas de comunicação, propiciando melhora no relacionamento do cliente com a equipe e com seus familiares, assim como garantindo respeito a sua autonomia.
IV. Ao fonoaudiólogo cabe avaliar a qualidade do processo de deglutição de alimentos, sugerindo as consistências adequadas e adaptações para proporcionar alimentação segura e prazerosa.
Estão CORRETAS as seguintes assertivas:
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Avalie as seguintes possibilidades de atuação do fonoaudiólogo com pacientes disfágicos em decorrência de câncer de cabeça e pescoço.
I. Esclarecer a equipe quanto aos benefícios funcionais dos protocolos de preservação de órgãos nesses casos, tendo em vista a baixa prevalência de disfagia mecânica associada a essa opção de tratamento.
II. Definir o tratamento de escolha - cirúrgico, rádio e(ou) quimioterápico -, considerando que o impacto funcional sobre a função alimentar é o fator determinante na definição da conduta a ser adotada em cada caso.
III. Acompanhar os pacientes ao longo do tratamento radioterápico quanto às possíveis alterações da mastigação e da deglutição decorrentes, as quais podem ser evidenciadas também a longo prazo, após o término da radioterapia.
IV. Contribuir para a detecção precoce de câncer de cabeça e pescoço, com o reconhecimento, na população sob seus cuidados, de sinais de alerta, como rouquidão e feridas que não cicatrizam, e encaminhamento para avaliação especializada.
V. Avaliar e diagnosticar a presença de disfagia mecânica por meio de protocolos que investiguem, além das sequelas nas estruturas e funções orofaciais, o seu impacto sobre a restrição de atividades e participação social do indivíduo, uma vez que esses aspectos definem a conduta fonoaudiológica.
É CORRETO apenas o que se afirmar em:
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O Conselho Federal de Fonoaudiologia dispõe sobre a atuação do profissional fonoaudiólogo diante de casos de disfagia, como, por exemplo, a realização de aspiração das vias aéreas antes, durante ou após a execução de procedimentos fonoaudiológicos, quando necessário. Marque verdadeiro ou falso e assinale a alternativa CORRETA:
I. Durante a realização de aspiração das vias aéreas é necessário e suficiente o uso dos seguintes equipamentos de proteção individual: luvas estéreis e máscara.
II. A aspiração de vias aéreas superiores é um procedimento invasivo que deixa o fonoaudiólogo susceptível ao contato com secreções do indivíduo.
III. Aspiração de vias aéreas deve ocorrer vinculada ao atendimento fonoaudiológico e não como função isolada, com treinamento, de no mínimo, cinco (05) horas.
IV. Para atuação fonoaudiológica na área de disfagia é necessário que o profissional tenha conhecimento, treinamento e experiência prática em Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros a fim de proporcionar ao cliente os primeiros atendimentos até a chegada da assistência especializada ou do resgate, no caso de necessidade.
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