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Texto 4

Legenda: Uma vez a Dolores atendeu uma vendedora de plano de telefonia. A moça ficou 40 minutos presa na ligação com a Dolores. Nunca mais ela ligou. Dona Anésia, Instagram, @dona.anesia, 05 set. 2025. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOPe1hAjHwB/?img_index=10.
Com base no texto 4, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) O humor da tirinha pode ser explicado pela quebra de expectativa do leitor, já que a personagem Dolores trata a pessoa ao telefone com intimidade, mesmo sem conhecê-la.
( ) No quarto quadrinho, a partir do enunciado “Não, aqui é a Dolores”, o leitor já pode ter certeza de que a ligação recebida é de uma pessoa desconhecida e se trata de um engano.
( ) No quinto quadrinho, a palavra “aqui” refere-se à casa de Dona Anésia e pode ser classificada como uma conjunção locativa.
( ) No penúltimo quadrinho, a vírgula antes de “menina” é empregada em razão de um vocativo.
( ) No sexto quadrinho, a expressão “tomar um café” pode ser entendida como um encontro entre amigas, o que confere sentido conotativo ao enunciado.
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Leia o texto 3 para responder à questão 5.
Texto 3

BRASIL. Ministério da Saúde, Instagram, @minsaude, 12 dez. 2025. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude.
Com base no texto 3, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. O texto tem como objetivo principal alertar a população sobre a necessidade de procurar ajuda médica diante dos sintomas do vírus da zika.
II. Trata-se de um texto do tipo instrucional que apresenta características como o uso de verbos no imperativo e linguagem objetiva.
III. Trata-se de um texto argumentativo, pois tenta convencer o leitor a procurar ajuda médica a partir de exemplos reais.
IV. O texto tem como um de seus objetivos orientar a população a prevenir a doença, já que contém dicas de como evitar a proliferação do mosquito transmissor da doença.
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Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.
Texto 2
01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie
02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho
03 por olho, dente por dente”.
04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em
05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.
06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para
07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e
08 morte dos investigados.
09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica
10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.
11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da
12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna
13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.
14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia
15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.
SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:
https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.
Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.
Texto 2
01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie
02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho
03 por olho, dente por dente”.
04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em
05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.
06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para
07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e
08 morte dos investigados.
09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica
10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.
11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da
12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna
13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.
14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia
15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.
SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:
https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 2.
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Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.
Texto 1
- […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
- onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
- Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
- sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
- eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
- Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
- rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
- estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
- uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
- mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
- É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
- parar, e é isso que esse povo se torna.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.
Texto 1
- […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
- onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
- Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
- sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
- eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
- Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
- rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
- estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
- uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
- mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
- É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
- parar, e é isso que esse povo se torna.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.
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Analise as afirmativas sobre segurança e prevenção na web e assinale a alternativa correta.
I. O acesso não autorizado a sistemas e redes com o objetivo de obter informações, causar danos, utilizar recursos e/ou interromper serviços é considerado uma intrusão.
II. Hackers não utilizam somente técnicas computacionais para realizar invasões. Eles também usam técnicas de engenharia social para obter informações.
III. Conscientização dos usuários é um método de prevenção de intrusão.
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Assinale a alternativa que indica a correta medição apresentada no micrômetro abaixo.

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Assinale a alternativa que indica a correta medição apresentada no paquímetro abaixo.

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Em uma aula de laboratório sobre instrumentos de medidas, o professor deixou à disposição dos alunos vários instrumentos de medição e uma lista de mensurações que deveriam realizar. O intuito da atividade era fazer com que os alunos pudessem identificar qual equipamento é o mais recomendado para determinada medição. A lista elaborada pelo professor pedia que os alunos medissem:
I. a altura da porta da sala de aula;
II. o peso do seu estojo;
III. a circunferência interna de uma garrafa d’água; e
IV. a voltagem presente na tomada.
Assinale a alternativa que lista correta e respectivamente os instrumentos de medidas mais apropriados para cada aferição.
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