Foram encontradas 60 questões.
A partir da década de 1940, as críticas feitas tanto à Teoria Clássica como à Teoria das Relações Humanas, pelo seu mecanicismo e pelo seu romantismo ingênuo, respectivamente, evidenciaram a falta de uma teoria sólida e abrangente. Em resposta a essa evidência, e inspirada pelas obras de Max Weber, surgiu, assim, a Teoria da Burocracia na Administração. Assinale a alternativa que apresenta uma das características da burocracia.
Provas
A Teoria das Relações Humanas surgiu em decorrência dos resultados da Experiência de Hawthorne, realizada na década de 1930, cujo objetivo foi pesquisar o efeito das condições ambientais sobre a produtividade do pessoal, a fim de confirmar ou não os preceitos clássicos existentes. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Provas
Como toda e qualquer ciência, ao longo da história, a administração se baseou em leis ou em princípios. Jules Henri Fayol, precursor da Teoria Clássica da Administração, definiu os princípios gerais de administração, adotando a denominação princípio para dissociar dela qualquer perspectiva de rigidez, pois nada existe de rígido ou absoluto em matéria de administração.
Considere, hipoteticamente, que um funcionário, incumbido de encaminhar um documento para a chefia que estava em uma reunião de diretoria, tenha escutado, inadvertidamente uma informação estratégica e sigilosa de que a empresa estaria lançando um novo produto em um futuro próximo, e que tenha repassado a informação para os demais colegas de trabalho em uma conversa informal. Nessa situação, o funcionário demonstra, principalmente, um desrespeito ao princípio da administração clássica, proposto por Fayol, denominado
Provas
O sucesso de um gestor pode depender mais do seu próprio desempenho do que necessariamente dos traços particulares de personalidade, ou seja, depende fundamentalmente do que ele consegue entregar, e não daquilo que ele é. Sabe-se que o seu desempenho é o resultado de certas habilidades que ele possui e sabe utilizar, sendo habilidade a capacidade de transformação do conhecimento em ação, e que resulta no desempenho desejado. Com base nesse assunto, é correto afirmar que, no nível intermediário de uma organização, predominam no perfil do gestor habilidades
Provas
Muitas das teorias e técnicas utilizadas para administrar as organizações da atualidade são ideias que evoluíram de práticas passadas. Entre os eventos históricos que antecederam à administração moderna, o primeiro caso de administração de uma organização multinacional ocorreu
Provas
Em relação às peculiaridades do processo de inovação no Brasil, assinale a alternativa correta.
Provas

O resultado do estudo da dependência entre a resistência elétrica de um material e a temperatura está representado nessa tabela, com o gráfico da dispersão junto com a reta da regressão linear simples. Se forem adotados !$ Y !$ e !$ X !$ como resistência e temperatura, respectivamente, a equação da reta de regressão terá a seguinte forma: !$ \widehat{Y} !$ = 131,6 + 9,5 !$ X !$. A respeito da interpretação do coeficiente de inclinação da reta, assinale a alternativa correta.
Provas
A instituição que se constituiu como “universidade moderna” teve origem na organização da Universidade de Berlim, em 1808, e tem no famoso texto de Humboldt, escrito em 1810, intitulado “Sobre a Organização Interna e Externa das Instituições Científicas Superiores em Berlim”, a reflexão mais significativa e concisa a respeito da universidade. Podemos afirmar que o significado dessa formulação para a época moderna é comparável ao significado que as universidades de Paris, Oxford e Cambridge tiveram para a Idade Média. Passados dois séculos, podemos afirmar que as formulações de Humboldt, bem como seus pressupostos mais gerais, são ainda tomadas como relevantes quando a questão da universidade é discutida.
Os princípios traçados por Humboldt estabeleceram-se como aqueles que toda universidade deveria sustentar para o bem público e o da nação. Embora tenha desenvolvido um projeto de universidade que, ao mesmo tempo, se adequava ao novo tempo e se projetava para além dele, o projeto, como planejado, teve curta existência. Paradoxalmente, é a referência mais difundida e defendida de universidade moderna. O outro modelo, francês, embora tenha tido grande influência em vários países europeus e latino-americanos, nunca foi tido como um modelo de excelência científica ou moral, pela ênfase utilitarista que encerra.
Os princípios essenciais postulados por Humboldt – de forma geral, até hoje defendidos como formulações que dão à universidade seu caráter próprio – são, essencialmente, a formação por meio da pesquisa; a unidade entre o ensino e a pesquisa; a interdisciplinaridade; a autonomia e a liberdade de administração da instituição e da ciência que ela produz; a relação integrada, porém autônoma, entre Estado e universidade; e a complementaridade do ensino fundamental e médio com o universitário.
A partir desses princípios, a universidade se diferenciou e se diferencia de outras instituições de ensino superior que não os sustentam, pois há entre elas diferenças de concepção, estruturação e finalidade. O que caracterizou a universidade, chamada agora de moderna, é essencialmente a associação programática entre ensino e pesquisa. O terceiro elemento do tripé, a extensão, apareceu mais tarde, com o modelo da universidade norte-americana. No Brasil, a caracterização de uma instituição como universidade considerando os três elementos do tripé (ensino, pesquisa e extensão) foi instituída somente a partir da Reforma Universitária de 1968, na Lei nº 5.540/1968.
PEREIRA, Elisabete Monteiro de Aguiar. A universidade da modernidade nos tempos atuais. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/aval/a/cLn5 QWDTHfXR5K95mkfn3JN/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 1o set. 2022, com adaptações.
Com relação à pontuação, assinale a alternativa correta.
Provas
A instituição que se constituiu como “universidade moderna” teve origem na organização da Universidade de Berlim, em 1808, e tem no famoso texto de Humboldt, escrito em 1810, intitulado “Sobre a Organização Interna e Externa das Instituições Científicas Superiores em Berlim”, a reflexão mais significativa e concisa a respeito da universidade. Podemos afirmar que o significado dessa formulação para a época moderna é comparável ao significado que as universidades de Paris, Oxford e Cambridge tiveram para a Idade Média. Passados dois séculos, podemos afirmar que as formulações de Humboldt, bem como seus pressupostos mais gerais, são ainda tomadas como relevantes quando a questão da universidade é discutida.
Os princípios traçados por Humboldt estabeleceram-se como aqueles que toda universidade deveria sustentar para o bem público e o da nação. Embora tenha desenvolvido um projeto de universidade que, ao mesmo tempo, se adequava ao novo tempo e se projetava para além dele, o projeto, como planejado, teve curta existência. Paradoxalmente, é a referência mais difundida e defendida de universidade moderna. O outro modelo, francês, embora tenha tido grande influência em vários países europeus e latino-americanos, nunca foi tido como um modelo de excelência científica ou moral, pela ênfase utilitarista que encerra.
Os princípios essenciais postulados por Humboldt – de forma geral, até hoje defendidos como formulações que dão à universidade seu caráter próprio – são, essencialmente, a formação por meio da pesquisa; a unidade entre o ensino e a pesquisa; a interdisciplinaridade; a autonomia e a liberdade de administração da instituição e da ciência que ela produz; a relação integrada, porém autônoma, entre Estado e universidade; e a complementaridade do ensino fundamental e médio com o universitário.
A partir desses princípios, a universidade se diferenciou e se diferencia de outras instituições de ensino superior que não os sustentam, pois há entre elas diferenças de concepção, estruturação e finalidade. O que caracterizou a universidade, chamada agora de moderna, é essencialmente a associação programática entre ensino e pesquisa. O terceiro elemento do tripé, a extensão, apareceu mais tarde, com o modelo da universidade norte-americana. No Brasil, a caracterização de uma instituição como universidade considerando os três elementos do tripé (ensino, pesquisa e extensão) foi instituída somente a partir da Reforma Universitária de 1968, na Lei nº 5.540/1968.
PEREIRA, Elisabete Monteiro de Aguiar. A universidade da modernidade nos tempos atuais. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/aval/a/cLn5 QWDTHfXR5K95mkfn3JN/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 1o set. 2022, com adaptações.
A correção e a coerência do texto seriam mantidas caso a expressão “que encerra” fosse substituída por
Provas
A instituição que se constituiu como “universidade moderna” teve origem na organização da Universidade de Berlim, em 1808, e tem no famoso texto de Humboldt, escrito em 1810, intitulado “Sobre a Organização Interna e Externa das Instituições Científicas Superiores em Berlim”, a reflexão mais significativa e concisa a respeito da universidade. Podemos afirmar que o significado dessa formulação para a época moderna é comparável ao significado que as universidades de Paris, Oxford e Cambridge tiveram para a Idade Média. Passados dois séculos, podemos afirmar que as formulações de Humboldt, bem como seus pressupostos mais gerais, são ainda tomadas como relevantes quando a questão da universidade é discutida.
Os princípios traçados por Humboldt estabeleceram-se como aqueles que toda universidade deveria sustentar para o bem público e o da nação. Embora tenha desenvolvido um projeto de universidade que, ao mesmo tempo, se adequava ao novo tempo e se projetava para além dele, o projeto, como planejado, teve curta existência. Paradoxalmente, é a referência mais difundida e defendida de universidade moderna. O outro modelo, francês, embora tenha tido grande influência em vários países europeus e latino-americanos, nunca foi tido como um modelo de excelência científica ou moral, pela ênfase utilitarista que encerra.
Os princípios essenciais postulados por Humboldt – de forma geral, até hoje defendidos como formulações que dão à universidade seu caráter próprio – são, essencialmente, a formação por meio da pesquisa; a unidade entre o ensino e a pesquisa; a interdisciplinaridade; a autonomia e a liberdade de administração da instituição e da ciência que ela produz; a relação integrada, porém autônoma, entre Estado e universidade; e a complementaridade do ensino fundamental e médio com o universitário.
A partir desses princípios, a universidade se diferenciou e se diferencia de outras instituições de ensino superior que não os sustentam, pois há entre elas diferenças de concepção, estruturação e finalidade. O que caracterizou a universidade, chamada agora de moderna, é essencialmente a associação programática entre ensino e pesquisa. O terceiro elemento do tripé, a extensão, apareceu mais tarde, com o modelo da universidade norte-americana. No Brasil, a caracterização de uma instituição como universidade considerando os três elementos do tripé (ensino, pesquisa e extensão) foi instituída somente a partir da Reforma Universitária de 1968, na Lei nº 5.540/1968.
PEREIRA, Elisabete Monteiro de Aguiar. A universidade da modernidade nos tempos atuais. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/aval/a/cLn5 QWDTHfXR5K95mkfn3JN/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 1o set. 2022, com adaptações.
Assinale a alternativa que apresenta, adequadamente, uma expressão e a ideia a que faz referência no texto.
Provas
Caderno Container