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Foram encontradas 40 questões.

1596205 Ano: 2009
Disciplina: Marketing
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
A população idosa brasileira, também chamada terceira idade, é definida pelo Estatuto do Idoso como aquela que tem 60 anos de idade ou mais. São no mundo 600 milhões de pessoas com mais de 60 anos e no Brasil são 18 milhões nessa faixa etária. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), para 2020, a estimativa é de que este contingente seja de 31 milhões, 13% da população brasileira. A principal diferença de comportamento de consumo no Brasil entre o idoso e o consumidor de meia-idade é que o primeiro não busca mais comprar uma casa, ter filhos, cursar uma faculdade. O comportamento de consumo é mais focado em produtos e serviços relacionados a cuidados com saúde, medicina preventiva, autoestima e momentos de prazer. Eles buscam fazer o que não fizeram no passado e estão menos ligados a posse de itens de consumo e mais às experiências que podem desfrutar. Segundo uma pesquisa realizada pelo PNAD (Programa Nacional de Amostra por Domicílios – IBGE, 2001), os principais hábitos diários de mídia da terceira idade são: TV (87%), rádio (59%), jornal (25%) e revistas (11%). Assinale a alternativa que corresponde a iniciativas adequadas para atender a esse segmento de mercado.
I. As viagens são o grande sonho de consumo do idoso: eles já representam 20% do mercado de turismo brasileiro. Muitos hotéis e agências de viagens já estão adaptando suas tarifas e sua estrutura para atender a esse tipo de público (ex: rampas de acesso, banheiros com barras de apoio, financiamento de pacotes de viagens, tarifas promocionais em baixa temporada etc.).
II. Os anúncios em jornais e revistas são as opções mais indicadas para divulgar um produto ou serviço para a terceira idade.
III. Frequentar restaurantes e shopping centers são atividades muito apreciadas pela terceira idade com maior poder aquisitivo. Criar mecanismos que simplifiquem o deslocamento dessas pessoas até o destino (van, motorista, manobrista etc.) pode ser considerado uma estratégia de diferenciação desses estabelecimentos.
IV. As empresas ainda têm muito que fazer para se adaptarem a este segmento em franca expansão. Investir em pesquisas para identificar as necessidades e expectativas da terceira idade é importante para elaborar produtos e serviços para esse público.
 

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1569319 Ano: 2009
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
O Senhor Paulo propôs comprar o carro do senhor Anderlei, uma BMW 2008, e ofereceu R$ 35.000,00 de entrada e mais uma parcela daqui a dois meses de R$ 70.000,00. O senhor Anderlei propôs uma entrada de R$ 40.000,00 e o restante daqui a um mês. Considerando a taxa de 10 % ao mês (juros compostos), para que as propostas sejam equivalentes, podemos AFIRMAR que:
 

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1569004 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
Na virada do milênio muito se discutiu sobre os papéis e ações das organizações. Fazia-se uma clara distinção entre a “velha” e a “nova organização”. Dessas discussões, algumas afirmações definem o que se espera da “nova organização”:
I. As fronteiras nacionais são quase insignificantes na definição dos limites de operação de uma organização.
II. As grandes corporações oferecem segurança no emprego.
III. Os gerentes tomam decisões sozinhos.
IV. Os critérios de decisão são ampliados para incluir direitos e justiça.
 

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Há plena observância das normas de concordância verbal na frase:
 

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1537030 Ano: 2009
Disciplina: Administração Pública
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
Atente para o seguinte trecho extraído da reportagem “- Porto Alegre mostra que funcionário público pode — aliás, deve — perseguir metas e ser recompensado quando consegue atingi-las (02/10/2008)” -, e assinale a alternativa que corresponde respectivamente aos itens em negrito:
“O Sistema de Reconhecimento e Capacitação de Porto Alegre faz parte de um programa mais amplo, que começou a ser implantado em 2005, de modernização da administração municipal. A descrição das transformações e a maneira como elas foram realizadas até agora são, no mínimo, surpreendentes. “Pelo menos os conceitos e as tecnologias de gestão estão afinados com o que há de melhor nas empresas privadas”, diz Carlos Arruda, professor da escola de negócios Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. O primeiro passo das mudanças foi a definição de três grandes objetivos para nortear os quatro anos de mandato do atual prefeito José Fogaça. São eles: garantir o equilíbrio das contas públicas, promover a inclusão social e fazer isso tudo buscando a sustentabilidade ambiental. A partir daí, foram estabelecidos 21 programas estratégicos como meio de alcançar os objetivos — todos geridos por funcionários de carreira. Esses 21 programas, por sua vez, desdobraram-se em mais de 470 ações de trabalho, atreladas a metas e indicadores. Em suma, foi criado um mapa estratégico, implantado por meio do que se chama Balanced Scorecard, metodologia de gestão de estratégia elaborada pelos americanos David Norton e Robert Kaplan e utilizada por muitas das maiores empresas globais.”
 

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Considere o texto a seguir para responder a questão abaixo.
1 MILHÃO DE CARROS EM CURITIBA
Curitiba chegará no fim deste mês a uma marca histórica: os especialistas no assunto acreditam que ainda em julho a frota da cidade passará a contar com 1 milhão de veículos. Isso levará a cidade à incrível estatística de um carro – ou moto – para cada 1,8 habitantes. Na verdade, em alguns bairros mais ricos, já existem mais veículos do que pessoas. São os casos do Centro, Batel, Alto da XV, Mossunguê,
Centro Cívico e Hauer. No bairro campeão de motorização, o Rebouças, há quase três carros para cada pessoa.
(...)
“O fato de Curitiba chegar a ter 1 milhão de carros põe por terra dois símbolos da cidade”, opina Fábio Duarte, professor do mestrado em Gestão Urbana na PUCPR. “O primeiro é o da Capital Ecológica. O segundo é o do transporte coletivo eficiente”, afirma. No que diz respeito ao segundo ponto, a população parece concordar em gênero, número e grau. Quando foram perguntados sobre por que não pegavam mais ônibus, os motoristas citaram que eles são lentos, demoram a chegar e são desconfortáveis. Acima de tudo, são superlotados. Mais de 42% afirmaram que não vale a pena andar espremido na condução curitibana das 6 horas da tarde.
(...)
As soluções para o trânsito lento e para os engarrafamentos usadas no mundo inteiro são várias. E os estudiosos do tema dizem que Curitiba deveria aproveitar algumas das idéias que já estão sendo implantadas no exterior com bons resultados. A primeira, sempre, é apostar cada vez mais no transporte coletivo. O metrô, ou outro tipo de transporte de alta capacidade, se tornará necessário mais cedo ou mais tarde.
(...)
O importante, segundo quem entende do riscado, é que Curitiba acorde para a realidade do mar de carros que está tomando conta do asfalto. E pense o quanto antes em maneiras de impedir que a cidade se transforme em uma nova São Paulo, onde ao invés de andar lentamente os carros ficam várias horas sem nem mesmo andar. “Chicago, que é um símbolo de carros e arranha-céus, já está apostando num novo urbanismo, com menos motores e mais convívio humano”, diz Claudionor Beatrice. Assim como Chicago, várias outras grandes cidades do mundo caminham na mesma direção. E Curitiba, definitivamente, não deveria ficar para trás.
Gazeta do povo, publicado em 01/07/2007. Acesso em 28/03/2009:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl
=1&id=674344&tit=1-milhao-de-carros-em Curitiba
Com relação às idéias e características do texto, assinale o item CORRETO:
 

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1509081 Ano: 2009
Disciplina: Redação Oficial
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
O texto abaixo foi enviado a um Juiz de Direito. Leiao e assinale a alternativa que apresenta o principal problema nele encontrado:
“Seu Juiz,
Não sei se você sabe, mas eu tô passando por maus bocados. Peço encarecidamente que você se apresse no julgamento do meu processo, porque a coisa já ficou preta. Será que é pedir demais um pouco de atenção?
Desde já eu agradeço!!!!
Zé”.
 

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1498614 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
Leia a reportagem extraída da revista Exame para responder a questão abaixo.
Porto Alegre mostra que funcionário público pode
— aliás, deve — perseguir metas e ser
recompensado quando consegue atingi-las
(02/10/2008)
EXAME. Em junho deste ano, 15 funcionários da prefeitura de Porto Alegre passaram duas semanas nos Estados Unidos. Não, esta não é mais uma daquelas histórias escandalosas de servidores públicos que fazem turismo à custa do contribuinte. Nesse caso, servidores, todos concursados, participaram de um treinamento na escola de negócios da Universidade George Washington, na capital americana, uma referência mundial na área de gestão pública. Durante o curso, os alunos assistiram a quase uma dezena de palestras sobre questões como o impacto da globalização no setor público e o funcionamento de parcerias público-privadas. Também visitaram várias instituições, entre elas o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, onde aprenderam como esses organismos funcionam e o tipo de financiamento que oferecem a governos de todo o mundo. A experiência teve um sabor especial para os participantes: o do reconhecimento, algo raríssimo no ambiente do funcionalismo. “Sou concursada há 19 anos e nunca tinha feito um curso fora do país”, afirma Viviane Maria Loss, pedagoga de 44 anos e primeira colocada na seleção dos funcionários premiados com a viagem a Washington. “Além do aprendizado, não dá para negar o orgulho de sermos reconhecidos pelo nosso trabalho.”
A experiência da prefeitura de Porto Alegre merece destaque justamente por se basear no conceito de meritocracia. Viviane e os outros 14 servidores que participaram do curso nos Estados Unidos formam uma espécie de tropa de elite da capital gaúcha. Eles foram os primeiros colocados entre 131 inscritos no Sistema de Reconhecimento e Capacitação, competição criada pela prefeitura no início do ano com o objetivo de capacitar funcionários com cargo de chefia. Os que tiveram melhor avaliação foram premiados com o curso de duas semanas em Washington, e os 20 seguintes foram a Brasília para participar de um congresso de três dias sobre gestão pública.
De fato, o grupo passou por uma maratona de provas. Os 131 foram avaliados em três fases. Primeiro, pelo desempenho obtido em um curso de gestão de projetos elaborado pela prefeitura em parceria com entidades e escolas do setor privado: o Movimento Brasil Competitivo, o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade e a Escola Superior de Propaganda e Marketing. A avaliação também considerou o desempenho das áreas em que cada um trabalha. Por fim, todos foram entrevistados por auditores de consultorias privadas especializadas em gestão. Nessa fase, os auditores testaram não apenas se os funcionários tinham conhecimentos de gestão, mas também se os aplicavam no dia-a-dia. “Um dos grandes méritos desse sistema de avaliação foi a transparência em todas as fases do processo”, afirma Luiz Pierry, presidente do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade. A maneira de aumentar a transparência foi encontrada na parceria com as três entidades independentes, que participaram desde a definição de quem poderia entrar na competição até a forma de dar nota aos concorrentes. Uma das regras estabelecidas foi que só profissionais concursados pudessem participar. “O objetivo é que o conhecimento adquirido nos treinamentos permaneça na prefeitura, o que não aconteceria se profissionais comissionados participassem, pois eles vão embora quando o prefeito muda”, diz Pierry.
O Sistema de Reconhecimento e Capacitação de Porto Alegre faz parte de um programa mais amplo, que começou a ser implantado em 2005, de modernização da administração municipal. A descrição das transformações e a maneira como elas foram realizadas até agora são, no mínimo, surpreendentes. “Pelo menos os conceitos e as tecnologias de gestão estão afinados com o que há de melhor nas empresas privadas”, diz Carlos Arruda, professor da escola de negócios Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. O primeiro passo das mudanças foi a definição de três grandes objetivos para nortear os quatro anos de mandato do atual prefeito José Fogaça. São eles: garantir o equilíbrio das contas públicas, promover a inclusão social e fazer isso tudo buscando a sustentabilidade ambiental. A partir daí, foram estabelecidos 21 programas estratégicos como meio de alcançar os objetivos — todos geridos por funcionários de carreira. Esses 21 programas, por sua vez, desdobraramse em mais de 470 ações de trabalho, atreladas a metas e indicadores. Em suma, foi criado um mapa estratégico, implantado por meio do que se chama Balanced Scorecard, metodologia de gestão de estratégia elaborada pelos americanos David Norton e Robert Kaplan e utilizada por muitas das maiores empresas globais.
A adoção do sistema de mapa estratégico pela prefeitura tem um valor adicional: o aumento da transparência que essa metodologia de trabalho exige. Um dos elementos-chave é a divulgação do mapa para que ele possa ser acompanhado por todos os envolvidos no trabalho — no caso de Porto Alegre, o mapa está publicado no portal da prefeitura na internet, aberto a qualquer pessoa. As avaliações regulares, também obrigatórias, são fundamentais para a elevação da transparência. A evolução do mapa estratégico é acompanhada mensalmente, com notas dos resultados de cada programa. Fora isso, a cada três meses os gerentes dos projetos e os secretários municipais prestam contas ao prefeito, às instituições e aos empresários que participaram da elaboração e do financiamento do novo modelo de gestão. “Com esse tipo de exposição, não dá para um secretário não se envolver com o batente e ficar apenas fazendo política”, afirma Pierry.
Entre os resultados mais visíveis da mudança administrativa está a virada das contas de Porto Alegre, que saiu de um déficit de 81 milhões de reais em 2004 e mantém superávit financeiro há três anos, sem aumentar impostos. Com isso, a prefeitura se habilitou a pedir empréstimos estrangeiros, como um financiamento de 83 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento, destinado a ampliar o tratamento de esgoto na cidade. “Nesse caso, o eixo financeiro tornou possível a melhoria ambiental e de qualidade de vida”, diz Clóvis Magalhães, secretário de gestão e acompanhamento estratégico.
Dentre as etapas de um Planejamento Estratégico, assinale a alternativa que correspondente à utilização da metodologia Balanced Scorecard na gestão pública de Porto Alegre:
 

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1322779 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
A Companhia Maré Mansa projetou as vendas a serem realizadas no segundo trimestre de 2009 (abril, maio e junho) conforme se observa abaixo:
ABRIL MAIO JUNHO
R$30.000 R$40.000 R$50.000
Considerando que ela sempre realiza suas vendas 50% à vista, 25%, em 30 dias, e 25%, em 60 dias, e que pretende continuar adotando essa política, determine qual o saldo do “contas a receber” no final de junho/2009, sabendo que no final de março/2009 o saldo desta conta era de R$10.000.
 

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1185283 Ano: 2009
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: PUC-PR
Orgão: URBS
Dada a estrutura do produto abaixo, identifique quantas unidades dos componentes F, G, e H serão necessárias em estoque para um produto cuja demanda é de 12 unidades. No nível superior está o produto. No nível intermediário, estão as partes do produto e, no nível inferior, os componentes das partes. As letras representam os componentes ou partes que compõem o produto, e os números representam quantas unidades do componente ou parte são necessárias para formar um produto ou suas partes.
Enunciado 1185283-1
 

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