A sociedade empresária Sigma saiu-se vencedora em licitação
organizada pelo Município Delta. Após a adjudicação do objeto
do contrato, descobriu-se que Sigma agira em conluio com as
demais sociedades empresárias que participaram da licitação,
frustrando o seu caráter competitivo. Ao tomar conhecimento do
ocorrido, o secretário municipal com atribuição na matéria
solicitou que a Procuradoria do Município Delta analisasse a
sistemática a ser observada para a aplicação da Lei
nº 12.846/2013 ao caso concreto.
Foi corretamente esclarecido, em relação à aplicação do referido
diploma normativo, que:
João é empregado da sociedade empresária Alfa, com
personalidade jurídica de direito privado e fins lucrativos, que
recebe subvenções do Estado Sigma para a realização de uma
finalidade de interesse público. A partir de apuração interna,
constatou-se que João estaria envolvido no desvio de parte dos
recursos públicos recebidos. Por tal razão, os dirigentes de Alfa
comunicaram o ocorrido ao Estado Sigma e ao Ministério Público
visando à possível responsabilização de João pela prática de ato
de improbidade administrativa tipificado na Lei nº 8.429/1992.
O Tribunal de Justiça do Estado Alfa (TJEA) publicou edital de
licitação visando à contratação de sociedade empresária para a
realização de obra pública. Ao analisar a publicação, o setor
competente do Tribunal de Contas do Estado Alfa (TCEA)
entendeu que, pelas características da obra, a contratação
poderia ser dividida em partes distintas, cada qual formando um
lote, o que aumentaria a competitividade e, de modo correlato, a
economicidade da contratação. A não divisão em lotes, ainda de
acordo com o setor técnico, caracterizaria uma situação de
afronta à sistemática legal.
Considerando os balizamentos oferecidos pela ordem
constitucional, é correto afirmar que:
A sociedade empresária Beta participa de licitação visando à
celebração de contrato administrativo de concessão de serviços
públicos com o Estado do Rio de Janeiro. Assim sendo, a entidade
privada passou a analisar, nos termos da lei, as incumbências do
poder concedente e da concessionária.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 8.987/1995,
incumbe ao poder concedente:
A sociedade de economia mista Alfa, no Estado do Rio de Janeiro,
pretende criar a sua primeira subsidiária, de forma a evoluir na
implementação dos direitos fundamentais da coletividade em
geral.
Nesse cenário, considerando as disposições da Constituição
Federal, a criação da subsidiária da sociedade de economia mista
Alfa depende de:
João, servidor público estável no Tribunal de Justiça do Estado do
Rio de Janeiro, tomou conhecimento de que o seu cargo público
foi extinto. Dessa forma, o referido agente público buscou
informações sobre as repercussões da medida para a sua esfera
de direitos.
Nesse cenário, considerando as disposições da Constituição
Federal, com a extinção do cargo, João:
Lucas, servidor público do Estado Alfa, foi flagrado utilizando, de
forma dolosa, em serviço particular, bens móveis pertencentes ao
Ministério Público e à Defensoria Pública do referido ente
federativo. As autoridades competentes pretendem, assim,
responsabilizar o agente público pela prática de ato doloso de
improbidade administrativa.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 8.429/1992
e o entendimento dominante do Supremo Tribunal Federal, a
ação de improbidade administrativa poderá ser ajuizada:
Antônio, servidor público estadual ocupante de cargo de
provimento efetivo, era desafeto do seu superior hierárquico.
Este último, com o objetivo deliberado de prejudicá-lo, decidiu
transferir Antônio para localidade distante, embora não fosse
identificada necessidade do serviço. Irresignado, Antônio reuniu
provas do ocorrido e encaminhou representação ao Ministério
Público, solicitando o ajuizamento de ação em face do seu
superior hierárquico em razão da prática de ato de improbidade
administrativa tipificado na Lei nº 8.429/1992.
Na situação descrita, o Ministério Público concluiu corretamente,
em relação à conduta do superior hierárquico, que:
À luz da Lei Complementar nº 104/2013 – PMM, que institui o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração da CTMac, assinale
a única alternativa correta acerca do estágio probatório dos ocupantes do cargo de Agente de Trânsito.
Um Guarda Civil Municipal em estágio probatório afastou-se por licença para tratamento de saúde por 90 dias consecutivos.
Segundo a Lei Complementar nº 146/2022, é correto afirmar que: