De acordo com a contextualização histórica sobre a inserção das artes na escola, os PCN apontam que as práticas pedagógicas, que eram diretivas, com ênfase na repetição de modelos e no professor, foram redimensionadas ao longo do tempo, deslocando a ênfase para os processos de desenvolvimento do aluno e sua criação. As aulas de dança, que dialogam com propostas pedagógicas comprometidas com a construção da autonomia dos alunos, devem:
No livro “Dentro do nevoeiro”, Guilherme Wisnik discute, a partir da arte e da arquitetura, a relação entre modernismo e contemporaneidade. Segundo o autor, a estrutura urbana construída e idealizada a partir do:
Segundo Achille Mbembe (2018), o termo “raça” é algo extremamente perigoso e ultrapassado, pois, ao se aprofundar sobre esse conceito, é correto afirmar que:
Em “Escritos de artistas”, Cecília Cotrim e Glória Ferreira organizaram um conjunto de textos de artistas que foram fundamentais para a história da arte. Os escritos de artistas dos anos 1960 e 1970 indicam a tomada de posição:
Suely Rolnik, em seu livro “Esferas da insurreição: notas para uma vida não cafetinada”, levanta diversas considerações sobre o sistema atual e possíveis meios para sua modificação. Segundo a autora, são problemas estruturais da atualidade e formas de resposta, respectivamente:
Didi-Huberman, em seu livro “Diante do tempo, história da arte e o anacronismo das imagens”, desenvolve sua pesquisa sobre Aby Warburg e a possibilidade de compreensão de novas narrativas para a história da arte. A pesquisa de Didi-Hbuberman é fundamental para a prática pedagógica, pois considera que a história da arte é uma disciplina:
Embora seja fundamental considerar a distância que existe entre o sistema de arte e a produção estética em sala de aula, em alguns casos é possível aproximar tais práticas ampliando a compreensão do discente em relação às exposições contemporâneas. Nesse sentido, a figura do curador, em sala de aula, atua para: