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Durante a Era Vargas (1930-1945), o Estado ampliou
sua participação na economia e adotou medidas voltadas
à industrialização, à diversificação produtiva e à implantação de setores de infraestrutura. Esse processo buscava
reduzir a dependência da economia agroexportadora e
ampliar a capacidade produtiva nacional.
Considerando as relações estabelecidas entre o Estado, a iniciativa privada e o capital estrangeiro na condução desse processo, a política econômica do período caracterizou-se pela
Considerando as relações estabelecidas entre o Estado, a iniciativa privada e o capital estrangeiro na condução desse processo, a política econômica do período caracterizou-se pela
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“A narrativa Visão de Túndalo expressa concepções
cristãs acerca da escatologia e distribui simbolicamente
os eleitos em diferentes espaços do Paraíso, de acordo
com suas práticas e méritos terrenos. No relato, o
ambiente celestial é descrito como uma cidade cercada
por três muros – de Prata, de Ouro e de Pedras Preciosas.
No muro de Prata encontravam-se homens e mulheres
que haviam respeitado o casamento legítimo, agraciados
com ‘uestiduras brancas muy fermosas’ e inseridos em
um espaço de luminosidade, harmonia e ausência de
tristeza.”
PEREIRA, F. H. Esteves (ed.). Visão de Túndalo: Códice 244. Revista Lusitana, Lisboa, v. III, 1895, p. 97–120.
Considerando os relatos visionários como fontes para a história social e cultural da Idade Média, a passagem acima pode ser interpretada como uma
PEREIRA, F. H. Esteves (ed.). Visão de Túndalo: Códice 244. Revista Lusitana, Lisboa, v. III, 1895, p. 97–120.
Considerando os relatos visionários como fontes para a história social e cultural da Idade Média, a passagem acima pode ser interpretada como uma
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A respeito do povoamento vicentista, da imigração
açoriano-madeirense e da presença da população de
origem africana na formação territorial de Santa Catarina,
analise as afirmativas a seguir.
I - O povoamento vicentista fixou-se no litoral catarinense com o objetivo de implantar a grande lavoura monocultora de exportação, o que eliminou de imediato qualquer modalidade de subsistência e inviabilizou o uso de mão de obra indígena escravizada na região.
II - A imigração açoriano-madeirense no século XVIII atendeu a uma estratégia geopolítica da Coroa Portuguesa para povoar e garantir a posse da Ilha de Santa Catarina e do litoral adjacente, estruturando uma economia baseada na pequena propriedade, na pesca artesanal e na agricultura de subsistência.
III - A população de origem africana desempenhou papel representativo na economia colonial e provincial catarinense, atuando não apenas nas atividades urbanas e domésticas, mas também na produção agrícola, na pesca da baleia e nas infraestruturas portuárias do litoral.
Quais estão corretas?
I - O povoamento vicentista fixou-se no litoral catarinense com o objetivo de implantar a grande lavoura monocultora de exportação, o que eliminou de imediato qualquer modalidade de subsistência e inviabilizou o uso de mão de obra indígena escravizada na região.
II - A imigração açoriano-madeirense no século XVIII atendeu a uma estratégia geopolítica da Coroa Portuguesa para povoar e garantir a posse da Ilha de Santa Catarina e do litoral adjacente, estruturando uma economia baseada na pequena propriedade, na pesca artesanal e na agricultura de subsistência.
III - A população de origem africana desempenhou papel representativo na economia colonial e provincial catarinense, atuando não apenas nas atividades urbanas e domésticas, mas também na produção agrícola, na pesca da baleia e nas infraestruturas portuárias do litoral.
Quais estão corretas?
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No Brasil do século XIX, a Academia Imperial de Belas Artes participou da formação de artistas e da produção de imagens que contribuíram para a construção de uma narrativa sobre a história e a identidade nacional. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Conforme o Decreto Estadual nº 181, de 29 de maio de
1891, a freguesia de São Pedro do Turvo foi elevada à
categoria de vila. Nesse processo, seu território foi
desmembrado do município de:
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A ideia de humanidade construída pela
modernidade estabelece uma separação
entre sociedade e natureza, produzindo
uma compreensão na qual o ser humano se
percebe como exterior ao mundo natural. Essa
dissociação permite que a natureza seja reduzida
à condição de recurso, ao mesmo tempo em que
desconsidera outras formas de existência que
não se organizam a partir dessa distinção.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Adaptado.
No contexto das disputas contemporâneas pela terra envolvendo os povos originários no Brasil, as ações estatais entram em conflito com as formas indígenas de organização da vida, na medida em que
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Adaptado.
No contexto das disputas contemporâneas pela terra envolvendo os povos originários no Brasil, as ações estatais entram em conflito com as formas indígenas de organização da vida, na medida em que
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A colonização não se contenta em impor sua lei
ao presente e ao futuro do país dominado. Ela
se ocupa igualmente em desfigurar, desvalorizar
e destruir o passado do povo oprimido. Ao negar
a historicidade das sociedades colonizadas,
o colonialismo constrói uma narrativa que as
apresenta como incapazes de produzir formas
próprias de organização política, econômica
e cultural, obscurecendo a complexidade de
suas formações sociais anteriores à dominação
europeia.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Adaptado.
A operação descrita no texto permite compreender que a construção historiográfica sobre as civilizações africanas pré-coloniais foi profundamente condicionada por uma lógica de deslegitimação que, ao negar sua historicidade, produziu interpretações que
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Adaptado.
A operação descrita no texto permite compreender que a construção historiográfica sobre as civilizações africanas pré-coloniais foi profundamente condicionada por uma lógica de deslegitimação que, ao negar sua historicidade, produziu interpretações que
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A institucionalização do regime militar brasileiro
não implicou a imediata supressão da
ordem constitucional, mas a sua progressiva
reconfiguração por meio de dispositivos de
exceção. Nesse processo, os Atos Institucionais
operaram como instrumentos jurídicos que
ampliaram os poderes do Executivo e restringiram
direitos políticos, preservando, ao mesmo tempo,
formas institucionais que conferiam aparência de
legalidade ao regime.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Adaptado.
A partir do texto e dos conhecimentos sobre os Atos Institucionais durante o período militar no Brasil, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O Ato Institucional nº 1 instituiu mecanismos de cassação de mandatos e suspensão de direitos políticos, ao mesmo tempo em que preservou formalmente o funcionamento do Congresso Nacional.
( ) O Ato Institucional nº 2 estabeleceu eleições indiretas para governadores e vice-governadores, reforçando a centralização política e reduzindo a autonomia dos estados no interior do regime.
( ) O Ato Institucional nº 3 extinguiu os partidos políticos existentes, instituiu o bipartidarismo e ampliou o controle do Executivo sobre o sistema político, mantendo formas restritas de competição institucional.
( ) O Ato Institucional nº 4, ao reorganizar a ordem constitucional por meio da Constituição de 1967, extinguiu formalmente a função legislativa do Parlamento, concentrando a produção normativa no Poder Executivo.
( ) O Ato Institucional nº 5 ampliou os poderes do Executivo, permitindo a suspensão de garantias individuais e a intervenção nos demais poderes, sem implicar a revogação formal da Constituição vigente.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Adaptado.
A partir do texto e dos conhecimentos sobre os Atos Institucionais durante o período militar no Brasil, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O Ato Institucional nº 1 instituiu mecanismos de cassação de mandatos e suspensão de direitos políticos, ao mesmo tempo em que preservou formalmente o funcionamento do Congresso Nacional.
( ) O Ato Institucional nº 2 estabeleceu eleições indiretas para governadores e vice-governadores, reforçando a centralização política e reduzindo a autonomia dos estados no interior do regime.
( ) O Ato Institucional nº 3 extinguiu os partidos políticos existentes, instituiu o bipartidarismo e ampliou o controle do Executivo sobre o sistema político, mantendo formas restritas de competição institucional.
( ) O Ato Institucional nº 4, ao reorganizar a ordem constitucional por meio da Constituição de 1967, extinguiu formalmente a função legislativa do Parlamento, concentrando a produção normativa no Poder Executivo.
( ) O Ato Institucional nº 5 ampliou os poderes do Executivo, permitindo a suspensão de garantias individuais e a intervenção nos demais poderes, sem implicar a revogação formal da Constituição vigente.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
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CALIXTO, Benedito. Proclamação da República, 1893. Óleo sobre tela.
A crise do Império brasileiro, nas décadas finais do século XIX, esteve profundamente associada às transformações estruturais do sistema escravista e às tensões políticas decorrentes de sua desagregação. A abolição da escravidão, em 1888, ao mesmo tempo em que representou a ruptura formal com a base do trabalho cativo, produziu reconfigurações nas alianças políticas que sustentavam o regime monárquico.
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. Adaptado.
A partir das informações contidas no texto, na imagem que retrata o golpe militar de 1889 e nos conhecimentos sobre a crise do Império, a abolição da escravidão e a Proclamação da República são eventos estruturalmente conectados, porque
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A Independência do Brasil não implicou uma
revolução social clássica, mas um processo
de reorganização política que preservou as
estruturas econômicas e sociais herdadas da
Colônia. A nova ordem nacional consolidouse mediante a conciliação entre as elites
agrárias e os setores emergentes, permitindo a
internalização do poder político sem ruptura com
o padrão de dominação vigente.
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. 5. ed. São Paulo: Globo, 2006. Adaptado.
A Independência do Brasil não configurou uma ruptura radical, sendo uma transição marcada pela conciliação entre uma nova burguesia e as antigas elites agrárias.
Considerando essa especificidade, as implicações socioeconômicas desse processo
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. 5. ed. São Paulo: Globo, 2006. Adaptado.
A Independência do Brasil não configurou uma ruptura radical, sendo uma transição marcada pela conciliação entre uma nova burguesia e as antigas elites agrárias.
Considerando essa especificidade, as implicações socioeconômicas desse processo
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