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Assinale a opção que identifica corretamente uma característica
do período Paleolítico, também chamado de Antiga Idade da
Pedra.
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Leia o trecho a seguir.
“A fonte da objetividade histórica repousa nas técnicas da crítica histórica. Assim como a objetividade mecânica nas ciências naturais fetichizou rígidos procedimentos e protocolos, a objetividade na história exigia um respeito disciplinado pelos métodos.”
Fonte: Daston, Lorraine. “Objetividade e imparcialidade: virtudes epistêmicas nas humanidades” em: Historicidade e Objetividade. São Paulo: LiberArs, 2017, p. 134.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que a influência das ciências naturais sobre a historiografia moderna
“A fonte da objetividade histórica repousa nas técnicas da crítica histórica. Assim como a objetividade mecânica nas ciências naturais fetichizou rígidos procedimentos e protocolos, a objetividade na história exigia um respeito disciplinado pelos métodos.”
Fonte: Daston, Lorraine. “Objetividade e imparcialidade: virtudes epistêmicas nas humanidades” em: Historicidade e Objetividade. São Paulo: LiberArs, 2017, p. 134.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que a influência das ciências naturais sobre a historiografia moderna
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As origens do pensamento conservador remetem aos teóricos que
reagiram contra os pressupostos e os desdobramentos de eventos
fundadores da modernidade, como a Revolução Americana (1776)
e a Revolução Francesa (1789).
Assinale um aspecto desses movimentos que foi alvo da crítica conservadora.
Assinale um aspecto desses movimentos que foi alvo da crítica conservadora.
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O estado do Amazonas apresenta uma rica diversidade de
patrimônios históricos, artísticos e culturais que refletem sua
formação plural. Manaus se destaca com construções
emblemáticas que coexistem com manifestações culturais
contemporâneas, como festas e eventos artísticos. Essa
multiplicidade de heranças faz do Amazonas um espaço de
encontro entre natureza, história e cultura, essencial para
compreender a trajetória e a riqueza cultural da região amazônica.
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente um patrimônio tombado do Amazonas.
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente um patrimônio tombado do Amazonas.
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Assinale a afirmativa que apresenta corretamente uma
consequência da criação da província do Amazonas em 1850.
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O Romantismo transformará Satã no símbolo do espírito livre, da vida alegre, não contra uma lei moral, mas segundo uma lei
natural, contrária à aversão por este mundo pregada pela Igreja. Satanás significa liberdade, progresso, ciência, vida. Tornarse-á moda a identificação com o Demônio, assim como procurar refletir no semblante o olhar, o riso, a zombaria im pressos
nas feições tradicionais do Diabo. (...) O Diabo passa a representar a rebelião contra a fé e a moral tradicional, representando
a revolta do homem, mas com a aceitação do sofrimento porque este é uma fonte purificadora do espírito, uma nobreza
moral, da qual só pode surgir o bem da humanidade. E o demoníaco torna-se o símbolo do Renascimento: demoníaco como
paixão, como terror do desconhecido, como descoberta do lado irracional existente no homem: a explosão da imaginação
contra obstáculos excessivos da consciência e das leis.
NOGUEIRA, Carlos Roberto Figueiredo. O diabo no imaginário cristão. Bauru: Edusc, 2000.
No excerto, Nogueira analisa a transformação simbólica de Satã no imaginário romântico, momento em que o “demônio” deixa de representar o mal absoluto e passa a encarnar a rebeldia e a liberdade criadora.
Do ponto de vista da análise historiográfica das representações culturais, esse deslocamento de sentido revela
NOGUEIRA, Carlos Roberto Figueiredo. O diabo no imaginário cristão. Bauru: Edusc, 2000.
No excerto, Nogueira analisa a transformação simbólica de Satã no imaginário romântico, momento em que o “demônio” deixa de representar o mal absoluto e passa a encarnar a rebeldia e a liberdade criadora.
Do ponto de vista da análise historiográfica das representações culturais, esse deslocamento de sentido revela
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O “Iceberg” da Historiografia. BARROS, José D'Assunção. História e historiografia: todas as interações possíveis. In: BARROS, José D'Assunção (org.). À historiografia como fonte histórica. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2022.
A imagem apresenta uma representação esquemática da Ciência Histórica, evidenciando seus diferentes componentes — como teorias, conceitos, metodologias e modos de escrita — que articulam a produção do conhecimento histórico. Com base nessa representação, qual das alternativas expressa com maior precisão o modo como se organiza o procedimento da pesquisa em História?
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O clima de golpe civil-militar estava em processo e expresso nas páginas dos jornais paraenses. O golpe de Estado veio, com
o apoio da imprensa, dos políticos ligados ao PDS no Pará, com o apoio da igreja, da maçonaria, da intelectualidade, dos produtores rurais (fazendeiros), dos comerciantes. Contra a quebra da democracia representativa, implantada no Brasil em 1946,
só ficaram os estudantes universitários, os sindicalistas ligados ao PCB, os militantes da A.P e do PCB e alguns políticos ligados
ao PTB. Posteriormente, quando os governos militares começam a elaborar a lista de cassados, é que o PSD, coloca-se contra
os “desvirtuamentos da revolução”, quando deputados, governador, vice-governador, prefeito de Belém, vice-prefeito, prefeitos do interior, todos políticos do PSD, é que o partido emite algum protesto sobre os governos militares.
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
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O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas, administradores públicos e
políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro [...] Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas
províncias deveria haver os respectivos institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para
a capital.
DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.
À luz dessa análise, o IHGB pode ser interpretado como uma instituição que
DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.
À luz dessa análise, o IHGB pode ser interpretado como uma instituição que
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Assistia-se à transformação do espaço público, do modo de vida e da mentalidade carioca, segundo padrões totalmente originais; e não havia quem pudesse se opor a ela. Quatro princípios fundamentais regeram o transcurso dessa metamorfose (...):
a condenação dos hábitos e costumes ligados à sociedade tradicional; a negação de todo e qualquer elemento de cultura
popular que pudesse macular a imagem civilizada da sociedade dominante; uma política rigorosa de expulsão dos grupos
populares da área central da cidade, que será praticamente isolada para o desfrute exclusivo das camadas aburguesadas; e
um cosmopolitismo agressivo, profundamente identificado com a vida parisiense.
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
O texto de Nicolau Sevcenko analisa a reconfiguração do espaço urbano e simbólico do Rio de Janeiro durante a Primeira República, destacando o processo de modernização que alterou profundamente as dinâmicas sociais e culturais da capital. A partir dessa análise, é possível compreender que essa transformação
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
O texto de Nicolau Sevcenko analisa a reconfiguração do espaço urbano e simbólico do Rio de Janeiro durante a Primeira República, destacando o processo de modernização que alterou profundamente as dinâmicas sociais e culturais da capital. A partir dessa análise, é possível compreender que essa transformação
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