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Nesse contexto, as fontes históricas podem ser compreendidas como:
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Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA.
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Obviamente, não faltaram momentos de conflito entre o regime e os setores de oposição antes do Ato Institucional no 5 (AI-5). Mas nada próximo da violência sistemática e do fechamento da esfera pública que ocorreria a partir da edição do AI-5, em dezembro de 1968, inaugurando os “anos de chumbo” que duraram, na melhor das hipóteses, até o começo de 1976.
(Marcos Napolitano. 1964 - História do Regime Militar Brasileiro. Ed. Kindle. Adaptado)
Os “anos de chumbo” têm como parte de suas características a
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Analise a charge, publicada na revista Careta, em agosto de 1945, em referência ao governo de Getúlio Vargas.

GETÚLIO – Eu não digo que todo mundo é do “queremos”?…
(Apud: Alberto Gawryszewski. Getúlio Vargas: um estudo comparativo entre a revista ilustrada “Careta” e a imprensa comunista (1945 – 1954). Em: Revista Tempo e Argumento. Florianópolis, v.9, n. 20.jan./abr.2017. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/tempo/article/view/2175180309202017186/6750. Adaptado)
Considerando o momento histórico abordado, está correto afirmar que a charge se refere a
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, a partir do texto precedente.
As teorias desenvolvimentistas do século XX foram inspiradas pela tradição liberal e baseavam-se em uma ideia de crescimento econômico infinito, que, embora reforçada pelo contínuo e crescente processo de industrialização, foi colocada em xeque pelo colapso ambiental iminente no capitalismo tardio.
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
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A frase "toda Revolução é uma guerra de independência" aponta para características comuns aos processos revolucionários do final do século XVIII, tais como a contestação à autoridade baseada na tradição e o caráter anticolonial.
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
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No âmbito da literatura marxista, a reflexão sobre modos de produção integra aspectos econômicos, políticos e sociais, compreendendo a relação entre capital e trabalho como elemento-chave para a definição do capitalismo.
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
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A expressão Era das Revoluções refere-se a processos políticos contemporâneos e coincidentes na Época Moderna Tardia, abarcando eventos distintos, mas entrelaçados, tais como a Revolução Americana, a Francesa e a Haitiana.
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
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A ascensão de Londres como capital financeira da economia mundial na Época Moderna foi consequência das reservas de carvão e das colônias do Novo Mundo, que propiciaram a ampliação dos instrumentos de crédito e dos investimentos na produção.
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No mundo acadêmico de língua inglesa, os debates em torno do conceito de Early Modern History passaram a ser mais consensuais alguns anos à frente, prova de que a periodização não é apenas uma questão central, mas também sensível da historiografia. Até hoje, não se estabeleceu um consenso absoluto no que diz respeito aos marcos cronológicos dessa época. De modo análogo, o início do período designado como Late Modern, ou simplesmente Modern, costuma ser marcado em mais de um momento: meados do século XVIII, com o Iluminismo ou, mais tardiamente, com os acontecimentos e consequências da Revolução Francesa, entendidos em geral como o pilar político e intelectual da Modernidade; na virada do século XVIII para o século XIX, ainda com a primeira Revolução Industrial e o começo da guinada hegemônica do capitalismo, focando, assim, nas transformações socioeconômicas; ou somente após as primeiras décadas do século XIX, quando já se anunciavam as feições políticas dos Estados-nação e as garras do imperialismo, ou quando os resquícios do regime feudal desapareciam de fato.
Como se pode ver, a variedade de termos e balizas cronológicas na criação de um período é resultado de uma operação historiográfica que convida historiadores e historiadoras, leitores e leitoras a investigar o vigor ou a tibieza do passado histórico na definição do tempo presente.
André de Melo Araújo et al. (org.). A Época Moderna: Uma introdução. In: A Época Moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024, p. 13 (com adaptações).
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Embora a Revolução Industrial seja predominantemente interpretada como um processo nacional identificado com a Grã-Bretanha e, em menor escala, os Países Baixos, a economia asiática nos setecentos era também pujante, o que permite pensar a formação da economia mundial moderna por uma chave policêntrica.
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