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Sobre os classificadores na Libras, é CORRETO afirmar:
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Sobre a história da educação do Surdo, é CORRETO afirmar:
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Qual sinal em Libras é identificado utilizando os seguintes parâmetros - Configuração de Mãos (CM): mãos fechadas com os dedos indicadores projetados e dobrados por cima dos polegares; Ponto de Articulação (PA): espaço neutro na altura do peito; Movimento (M): simétrico e retilíneo, repetidamente um pouco para cima e para baixo; Orientação (O): para trás; Expressão Facial e Corporal (E.F/E.C): neutro.
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Observe os seguintes parâmetros da Libras - Configuração de Mãos (CM): mão em letra ”S”; Ponto de Articulação (PA): altura do coração; Movimento (M): tocar repetidamente; Orientação (O): para cima; Expressão Facial e Corporal (E.F/E.C): neutro. Esses parâmetros indicam o sinal de:
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Calixto; Lobato; Santos; Brasil (2017) analisam as escolhas dos equivalentes linguísticos realizadas por intérpretes de Libras - Língua Portuguesa. Para os autores, a Equivalência na Tradução e Interpretação da Libras para a Língua Portuguesa (vice-versa) refere-se à escolha de outro elemento com função equivalente (e não literal) ao elemento original. A interpretação correta do enunciado a seguir é

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Lacerda (2014), em sua obra “Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental”, apresenta estudos, práticas de sala de aula e projetos envolvendo o aluno surdo. Na obra, há relevantes considerações sobre “traduzir versus interpretar” (LACERDA, 2014, p. 14). Sobre o tema, considere as afirmativas a seguir.
I- Traduzir liga-se à tarefa de versar de uma língua para outra trabalhando com textos escritos.
II- Ao traduzir para a língua alvo, pode-se consultar dicionários, livros, pessoas na busca de trazer os sentidos pretendidos do modo mais adequado.
III- Interpretar está ligado à tarefa de versar de uma língua para outra nas relações interpessoais, trabalhando na simultaneidade, no curto espaço de tempo entre o ato de enunciar e o ato de dar acesso ao outro àquilo que foi enunciado.
IV- O intérprete trabalha nas relações sociais em ato, nas relações face a face, e deve tomar decisões rápidas sobre como versar um termo ou um sentido de uma língua para outra, sem ter tempo para consultas ou reflexões.
Está correto somente o que se afirma em
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or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto leva o leitor a concluir que há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”, consciente ou inconscientemente.
II. O texto leva o leitor a inferir que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Marque a alternativa CORRETA:
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or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).
As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.
Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.
A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.
Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.
Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
I. O texto leva o leitor a entender que existem surdos que não gostam de ser identificados dessa forma, como há os que não se opõem a essa nomenclatura.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, por não conseguir vocalizar, um surdo não consegue utilizar a língua de sinais e não consegue expressar seus pensamentos de outras formas.
Marque a alternativa CORRETA:
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