Foram encontradas 5.099 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Linhares-ES
Leia o fragmento do poema de Carlos Drummond de Andrade:
O bonde passa cheio de pernas
Pernas brancas pretas amarelas
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu
coração
Porém meus olhos
Não perguntam nada
Na linguagem literária é frequente o emprego das figuras de linguagem. Nos dois primeiros versos do trecho destacado anteriormente, podemos observar que o poeta modernista emprega com maestria a figura que:
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Bauru-SP
Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que
amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. Belo Horizonte: Edições Pindorama, 1930. Adaptado.
A partir da leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade, Texto 1, é possível afirmar que se trata de obra produzida no período
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Costa Marques-RO
A afirmativa feita acima diz respeito a:
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Costa Marques-RO
No fragmento do soneto de Gregório de Matos:
"Nasce o Sol, e não dura mais que um dia.
Depois da luz, se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria."
A principal característica do Barroco:
Provas
As opções a seguir apresentam frases referentes a diversos estilos de época.
Assinale a que se refere ao Naturalismo.
Provas
As opções a seguir apresentam definições de alguns gêneros literários, retiradas do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.
Assinale a que cabe ao gênero denominado crônica.
Provas
O Manual de Redação e Estilo, editado por O Estado de São Paulo, recomenda em suas instruções gerais que o redator deve ser claro, preciso, direto, objetivo e conciso, não devendo compor períodos de mais de três linhas e adotando sempre a ordem direta.
Assinale a opção que apresenta o segmento de Machado de Assis que segue mais de perto essas instruções.
Provas
Assinale o segmento que pertence à obra, de estilo muito particular, do escritor modernista João Guimarães Rosa.
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Pref. Cândido Abreu-PR
Orgão: Pref. Cândido Abreu-PR
Leia:
O profissional de Enfermagem é essencial para o funcionamento de hospitais e outras instituições de saúde. Mas não é um trabalho pra qualquer pamonha não! Muito menos para um manteiga derretida!
As palavras destacadas no texto acima são figuras de linguagens classificadas como:
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Texto para o item.
Guardou a mão no bolso pra ainda ocupar menos lugar; encontrou um pedaço de giz; apertou ele com força e o giz se partiu em dois. Com um barulhinho gostoso mesmo. Barulhinho de escola. Vera lembrou da professora quebrando um pedaço de giz e escrevendo no quadro-negro. Pensou: quadro-negro é escuro assim. Quem sabe o giz também riscava a escuridão?
Tirou a mão do bolso devagarinho. Tomou coragem e experimentou desenhar na frente dela a roda de um sol. E não é que saiu? Vera ficou tão feliz que berrou:
— O escuro é que nem quadro-negro, Alexandre! Alexandre foi pra junto dela; pegou o outro pedaço de giz, e foi desenhando também. Uma casa. Uma árvore. Uma onda no mar. Quanto mais os dois desenhavam, menos iam se importando com o escuro. Fizeram uma flor nascendo, um rio correndo, dois besouros se encontrando; fizeram cada desenho lindo. E quanto menos se importavam com o escuro, mais gostoso iam desenhando. De repente, Alexandre teve uma ideia gozada:
— Vou desenhar a cara do medo.
Vera se assustou de novo:
— Psiu! fala baixo.
— Por quê?
— Ele pode não gostar da ideia.
— Mas ele ainda anda por aí?
— Acho que sim.
Alexandre achou melhor não dizer mais nada, mas começou a desenhar uma cara esquisita, toda inchada de um lado:
— O medo tá com dor de dente. — E riu baixinho.
O Pavão gostou tanto de ouvir Alexandre rindo, que riu também.
Vera entrou na brincadeira: desenhou no medo uma orelha inchada e disse que ele estava com dor de ouvido também (…). E não se importaram mais se o medo ia ouvir ou não: desabaram numa gargalhada.
Lygia Bojunga. A casa da madrinha. Casa Lygia Bojunga:
Rio de Janeiro, 2015 (com adaptações).
A reescrita de mitos clássicos presente na obra de Monteiro Lobato influencia a narrativa de Lygia Bojunga, como no modo lúdico a partir do qual o fragmento aborda o medo.
Provas
Caderno Container