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A propósito dos primórdios da Literatura Brasileira, Alfredo Bosi diz que:
Os primeiros escritos da nossa vida documentam precisamente a instauração do processo: são informações que viajantes e missionários europeus colheram sobre a natureza do homem brasileiro. Enquanto informação, não pertencem à categoria do literário, mas à pura crônica histórica e, por isso, há quem as omita por escrúpulo estético (José Veríssimo, por exemplo, na sua História da Literatura Brasileira). No entanto, a pré-história das nossas letras interessa como reflexo da visão do mundo e da linguagem que nos legaram os primeiros observadores do país.
BOSI, Alfredo. História concisa da Literatura Brasileira. 47.ed. São Paulo: Cultrix, 2006
São exemplos de textos de informação de que o autor fala acima:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Col.Mil. Santa Maria
Orgão: Col.Mil. Santa Maria
Leia o Texto 05 para responder aos itens ele 12 a 15.
TEXTO 05
Brincadeira de Criança
Hoje fui brincar de roda,
Na calçada pula corda
E também amarelinha,
Eu, a Paula e a Julinha.
Lá no muro contei dez,
Todo mundo se escondeu.
Corre aqui corre acolá,
E o João Pedro se perdeu.
Na cirmida cirandinha
Nossa roda bem grandinha.
Pras meninas passa anel,
Pros meninos figurinha.
Todas essas brincadeiras
As crianças sempre gostam.
Com carinho e alegria
No sorriso sempre mostram.
Cláudia Liz
Fonte: https://semana1nunclialclobrincar.,vorclpress.com/2012/06/29/na-cirancla-ciranclinha-nossa-rocla-bem-granclinha/.
Em relação às duas primeiras estrofes do poema, quantas brincadeiras estão presentes?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

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Biografia
[...] Rachel de Queirós nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 4 de novembro de 2003. Filha de Daniel de Queirós e de Clotilde Franklin de Queirós, descende, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar, parente portanto do autor ilustre de O Guarani, e, pelo lado paterno, dos Queirós, família de raízes profundamente lançadas no Quixadá e Beberibe.
Em 1917, veio para o Rio de Janeiro, em companhia dos pais que procuravam, nessa migração, fugir dos horrores da terrível seca de 1915, que mais tarde a romancista iria aproveitar como tema de O Quinze [...]. Em 1919, regressou a Fortaleza e, em 1921, matriculou-se no Colégio da Imaculada Conceição, onde fez o curso normal, diplomando-se em 1925, aos 15 anos de idade.
Estreou em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queirós, publicando trabalho no jornal O Ceará, de que se tornou afinal redatora efetiva. Em fins de 1930, publicou o romance O Quinze, que teve inesperada e funda repercussão no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca. [...]
Disponível em: <http://www.academia.org.br/academicos/rachel-de-queiroz/ biografia>. Acesso em: 08 out. 2018. Adaptado.
I. O romance O Quinze refere-se lutas de um povo.
II. A autora projetou-se na vida literária do país, propagando bandeira do romance de fundo social.
III. O jornalista definiu melhores obras da escritora.
A alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas na ordem em que aparecem, é:
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- Está aqui o doutor, disse-lhe Pereira, que vem curar-te de vez.
- Boas-noites, dona, saudou Cirino.
Tímida voz murmurou uma resposta, ao passo que o jovem, no seu papel de médico, se sentava num escabelo junto à cama e tomava o pulso à doente.
Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.
Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante.
Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjarlhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.
Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.
Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença.
Razões de sobra tinha, pois, o pretenso facultativo para sentir a mão fria e um tanto incerta, e não poder atinar com o pulso de tão gentil cliente.
- Então? - perguntou o pai.
- Febre nenhuma, respondeu Cirino, cujos olhos fitavam com mal disfarçada surpresa as feições de Inocência.
- E que temos que fazer?
- Dar-lhe hoje mesmo um suador de folhas de laranjeira da terra a ver se transpira bastante e, quando for meia-noite, acordar-me para vir administrar uma boa dose de sulfato.
Levantara a doente os olhos e os cravara em Cirino, para seguir com atenção as prescrições que lhe deviam restituir a saúde.
Baseado na obra Inocência, assinale a alternativa INCORRETA:
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